quinta, 04 de junho, 2026
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MOTIVOS: Pensei, conversei com amigos para abordar esse tema. Ele começa exatamente com a pergunta: “Quais os motivos que levariam o cidadão a ingressar na política aqui no Brasil?” Uma pergunta banal a primeira vista mas interessante e que enseja uma abordagem pratica, simples, sem questionamentos sociológicos e acima de tudo objetiva como gosta meu leitor de muitos anos.Aliás, não há mais tempo para obras literárias no jornalismo atual. Tudo vapt vupt!
VAIDADE: Já disse na edição anterior que ela seria irmã gêmea do poder. Ela está quase sempre presente – mesmo camuflada às vezes por um falso sentimento de patriotismo ou de amor à causa pública. A vaidade é esperta, consegue se inserir nos mais diferentes contextos. O empresário abastado, mas pouco reconhecido publicamente na comunidade se sente às vezes tocado pela necessidade de algo mais que o dinheiro no caixa. Outro caso é do profissional reconhecido pela sua capacidade no trabalho e que contaminado pela vaidade resolve abraçar uma candidatura política. Ele não consegue separar as duas coisas.
INDIGNAÇÃO: Cada vez mais rara esse tipo de motivação, principalmente devido aos escândalos envolvendo administradores públicos e agentes políticos. Lembra o patriotismo. Ocorre quando há uma situação insustentável ou grave ameaça de desastre político-administrativo e alguém resolve ingressar na política com a visível intenção de mudanças para melhor. O caso do empresário Antonio Ermírio de Moraes, então presidente do poderoso Grupo Votorantim que em 1986 filiou-se ao PTB para liderar um movimento contra a candidatura de Orestes Quércia (MDB) ao Governo de São Paulo. Independentemente do resultado das urnas, sua postura caracterizou-se pelo sentimento de indignação face aos desmandos denunciados contra o ex-governador Paulo Maluf e Cia.
OPORTUNISMO: Ocorre sobretudo na política interiorana de todas regiões do imenso Brasil. Onde há um ambiente de descrença que gera desinteresse pela vida pública partidária, abre-se janela de oportunidade para quem apenas estava à espreita do quadro local, sem participação direta, mas sem apresentar desgastes. Às vezes – mesmo sem ter identidade com esse ou aquele grupo político – mas diante das perspectivas que se abrem ele acaba aceitando e até vencendo – mais em função das circunstancias e fatos que lhe favoreçam do que por méritos próprios. Casos de funcionários públicos, dentistas, advogados, médicos, comunicadores, engenheiros e comerciantes principalmente. Como se diz na política: ele estava no lugar certo na hora certa.
PROFISSÃO: O homem é um animal político, mas nem todos conseguem se nivelar por cima. Alguns deles estão dispostos a tudo para conseguir o poder e vão galgando os degraus custe o que custar. Impressionante a garra, a obsessão deles. Tenho visto exemplos deles por aí: desde cedo conseguem oportunidade de politicar através de maneiras ou mecanismos diversos. É o funcionário com postura diferenciada que atrai a simpatia da clientela, do funcionário público prestativo ou do simples morador que se destaca como bom vizinho para depois se tornar líder do bairro e vereador por exemplo. O Congresso nacional – até a legislatura passada – tinha em seu bojo dezenas de ‘exemplares’ desta espécie que dedicaram toda a vida à política, incorporando-a inclusive a sua própria personalidade. Quando perderam o poder murcharam como as plantas arrancadas do canteiro. Político sem mandato lembra barata tonta.
TUDO AZUL! A figura do vice em cargos executivos em todos os níveis tem gerado abordagens de todos os tipos na imprensa. A melhor definição seria de que a figura do vice deva ser a mais discreta possível, evitando atritos e desgastes. Posto isso lembro de Adriane Lopes (PEN)- vice prefeita da nossa capital - inicialmente vista como candidata surpresa na chapa de Marcos Trad (PSD) e que até aqui vem tendo comportamento exemplar. Não avança o sinal com atos e nem com palavras. Perspectivas de vida longa na política.
EXAURIDO O Estado em si como modelo paternalista de gestão exauriu. Todos da sociedade querem de algum modo mamar nas tetas da maquina pública em todos os níveis. O sonho continua aquele: ser ‘empregado do Governo’ para garantir vantagens ao longo da carreira e aposentadoria razoável. Mas como diz o caipira: “não tem mais de onde tirar leite – a teta secou ”. Todo santo dia vejo as reivindicações de funcionários baseadas em leis também paternalistas. É funcionário reivindicando seu quinquênio, de promoção por merecimento, bravura e outras tantas motivações. Outro desafio: acabar com a farra da tal cessão onerosa de funcionários de um poder para outro. Há muita gente fora da função original, como professores fora da sala de aula.
VAI QUEBRAR! É uma simples afirmação com base nos números da economia local, regional e nacional. Como garantir tantas benesses e generosidades aos funcionários? Quando os legisladores criam leis dando direito aos funcionários, eles estão apenas olhando o lado eleitoral. Querem os votos dos beneficiados. Temos o clássico exemplo do 13º salário instituído demagogicamente lá atrás para agradar o eleitorado. Agora a máquina pública e nem o pessoal da iniciativa privada aguentam arcar com mais essa despesa num época de tantos encargos fiscais. Mas se alguém propor a sua extinção será executado em praça pública.
TEMPOS ESTRANHOS Quem ( STF) deveria garantir a liberdade de expressão acaba censurando-a. Aplausos ao deputado João Henrique (PR) por criticar na tribuna da Assembleia Legislativa a decisão do ministro Alexandre de Morais ( STF) de censurar a reportagem “O amigo de meu pai” publicada na revista Crusoé. Ele lembrou que a liberdade de expressão é pilar da democracia como mostra a história moderna. A sua iniciativa ganhou o apoio dos seus colegas Gerson Claro (PP), professor Rinaldo (PSDB) e Pedro Kemp (PT). Enquanto isso, nenhuma palavra da OAB-MS sobre o episódio. “Liberdade...abra as asas sobre nós”.
PERNA QUEBRADA As eleições de 2018 acabaram com o cacife financeiro de muitos partidos que elegeram pouca gente. Muitos deles eram e continuaram sendo nanicos que apenas serviam de arma terceirizada para as siglas maiores. Aliás, a tendência é que com o tempo eles acabem desaparecendo. Deveremos ficar no máximo com 15 partidos; convenhamos já seria de bom tamanho. Além da clausula de barreira que impedirá o acesso ao rádio e televisão 14 partidos ficarão sem financiamento público em suas campanhas. São eles: Rede, Patriota, PHS, DC, PC do B, PCB, PCO, PMB, PMN, PPL, PRP, PSTU, PTC.
FELIZARDOS Dos 35 partidos, são essas as 21 agremiações que vão ter direito a fatia do bolo de – pasmem! - R$927.750.560,00 que o glorioso Congresso Nacional tratou de reservar com bastante antecedência. São eles: PSL – 12,81%; PT 11,32%; PSDB 6,60%; PSD – 6,43%; PP – 6,12%; PSB – 6,02%; MDB – 6,08; PR – 5,84; PRB – 5,58%; DEM – 5,12%; PDT – 5,08. Vale recordar que alguns partidos estão se adequando com seus diretórios inclusive. Aqui em Campo Grande temos dois exemplos bem visíveis: do PT com problemas de caixa e o MDB que dispensou inclusive vários funcionários diante dos resultados das últimas eleições. Eu pergunto: será que tanta pompa se justificava diante do nosso cenário econômico? Menos please!
OLHAR JURÍDICO Integrante do seleto grupo de 10 parlamentares que se dedicam ao estudo das propostas anti-crime do Ministério da Justiça, o deputado Fabio Trad (PSD) ganha espaço e elogios dos colegas e especialistas na área. Sua exposição após o encontro do grupo com o Ministro da Justiça Sergio Moro mostrou intimidade com a matéria e vem de encontro com os anseios da opinião pública e as necessidades tão visíveis. Também como advogado posso dizer que ele vem pautando pelo equilíbrio no trato desta questão tão delicada que exige conhecimento, firmeza e acima de tudo sensibilidade.
REDES SOCIAIS Quem não aderir ao novo instrumento de comunicação ficará na saudade. Em sintonia com a realidade o PRB (Partido Republicano Brasileiro) já possui seu sistema de plataformas: 6.266 seguidores no Instagran, 4.139 no Twiter e 10.468 no facebook. No papo com o deputado estadual Antonio Vaz ( PRB) e o vereador e presidente do diretório estadual – Gilmar da Cruz – percebi a estratégia de aumentar a bancada de vereadores na capital (hoje são 2) e do interior (14). Para evitar problemas jurídicos o partido agiliza a formatação dos diretórios municipais em substituição as comissões provisões. É a luta pelo espaço.
VERGONHA! Esse tem sido o principal motivo que leva os homens públicos ao suicídio. Aqui essa pratica é rara por motivos óbvios. O ex-presidente Getúlio Vargas (em 1954) e o ex-reitor da Universidade de Santa Catarina Luiz C. Cancelier (2016) preso por acusação de corrupção. Ficou famoso o caso de Budd Dwyer, governador da Pensilvânia (USA) em 1987 que cometeu suicídio frente as câmeras de TV antes da sentença final por corrupção e o episódio do ministro Toshikasu Matsuoka, da Pesca do Japão (2007) que se enforcou pela acusação da mesma pratica. Agora é vez do ex-presidente peruano Alan Garcia por envolvimento nas falcatruas da empreiteira Odebrecht. Imagine se todos os envolvidos na ‘Lava Jato’ tivessem a tempera de Garcia” Faltariam balas! Sem políticos ‘Samurais’, jamais teremos o ‘Haraquiri’.
O RELÓGIO não para! Termina no dia 28 de junho próximo o prazo para os partidos em âmbito municipal e estadual formalizarem seus diretórios permanentes. A resolução do TSE de 2018 vale para todos os partidos. Quem dormir de touca e não cumprir com as exigências estará impedido de lançar candidatos à prefeito e vereador nas eleições de 2020. Tem um aspecto interessante: até aqui os partidos faziam o que bem entendiam com as comissões provisórias dos partidos nos municípios e estados. Era comum às vésperas de lançamento de candidaturas nos pleitos municipais os dirigentes negociarem destituindo toda a comissão provisória e nomeando outras pessoas estranhas ao partido e ao ambiente político da cidade. Enfim, acabou o ciclo das maldades partidárias.
SEM ILUSÕES Não custa pedir, mas para especialistas, não deve ter futuro a Proposta de Emenda a Constituição apresentada pelo deputado Peninha (MDB-PR) prorrogando o atual mandato de prefeitos e vereadores para 2022. Para o e deputado Fabio Trad (PSD) ela seria inconstitucional por agredir o princípio republicano que prevê eleições periódicas no art. 60, parágrafo 4º, inciso II da Carta Magna, onde fica estabelecido mandato de 4 anos. Impera a velha máxima de que não se pode mudar as regras no meio do jogo, sob pena de se atentar contra o princípio democrático e a segurança jurídica.
DEPUTADOS e suas ações na Assembleia Legislativa: Deputado João Henrique (PR), Projeto dispondo sobre a proteção de dados pessoais dos consumidores e Projeto que altera a redação do art. 55 da Constituição Estadual. Deputado Jamilson Naime (PDT), Projeto incluindo no Calendário Oficial de Eventos do Estado o Dia do Esporte Amador e o Projeto instituindo o Dia Estadual da Família na Escola. Deputado Marçal Filho (PSDB), Projeto incluindo Educação Financeira nos currículos escolares da rede estadual e o Projeto restringindo porte de armas aos ‘violentos domésticos’. Deputado José Carlos Barbosa (DEM) projeto pedindo maior divulgação da tarifa social de energia elétrica e na tribuna falou da sua Lei sancionada que obriga o hospital a informar sobre a reconstrução da mama pelo SUS. Deputado Lucas de Lima (SD) apresentou proposição pedindo ao Governo Estadual a nomeação de mais médicos especialistas para atendimento em Dourados. Deputado Capitão Contar (PSL) fez a entrega de medalhas da ‘Comenda Guararapes’ a 4 personalidades militares na Sessão Solene que ele presidiu ( por deferência do deputado Paulo Correia (PSDB) em homenagem ao Exercito Brasileiro. Deputado Gerson Claro (PP) apresentou proposição no sentido de que o Tribunal de Contas autorize o Governo Estadual a prorrogar a data ( vencida dia 15 último) para adesão do contribuinte ao programa do REFIS.
Aléx Viana
Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do...
14 de fevereiro de 2025
Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do mundo, com mais de 800 mil pessoas presas no sistema penitenciário.
A consequência desse punitivismo exacerbado está no crescente número de demandas judiciais nos Tribunais Superiores, para se ter uma ideia o STF julgou mais HCs nos últimos 15 anos do que nos 100 primeiros anos de sua existência. No ano 2000 o STF recebeu 970 HCs, já em 2023 recebeu 2.760. O STJ no ano 2000 recebeu 3.087, e, em 2023 recebeu 18.227 HCs. Portanto é inquestionável que a demanda dos Tribunais Superiores aumentou consideravelmente.
Esse aumento da demanda vem motivando muitas reclamações dos Ministros. Mas o problema não é a demanda em si, mas, sim, a causa dela. Não existe na nossa cultura jurídica uma cultura de respeito aos precedentes judiciais, vou além, não existe uma cultura de respeito a Constituição e ao Código de Processo Penal. Após 35 anos da promulgação da Constituição de 1988 ainda se discute nos Tribunais o direito da defesa ter acesso aos autos.
No Brasil os direitos e garantias fundamentais do ser humano não são respeitados, aqui se pratica uma prestação jurisdicional personalíssima, onde o juiz cria uma norma processual própria. Até as prerrogativas da advocacia são transgredidas todos os dias, inclusive pelo STF. Réu e Advogado são tratados como inimigos de Estado.
Mas qual a razão dessa cultura? Certamente a razão mais significativa é a aporofobia, o ódio do sistema em desfavor do pobre. É impossível visualizar os dados e não enxergar que a desigualdade social e a ignorância do povo são as maiores condicionantes da nossa situação atual.
A matéria penal mais tratada no âmbito jurisdicional é relacionada ao tráfico de drogas, nela podemos observar que somente 11,25% das prisões por tráfico advém de investigações prévias, 88,75% advém de prisão em flagrante, desse número 75% são realizados pela polícia militar, e, somente, 15,49% são realizados pela polícia civil. Em suma o sistema enxuga gelo através da polícia militar prendendo peão. (Sentenciando o tráfico: o papel dos juízes no grande encarceramento / Marcelo Semer. – 1.ed. – São Paulo : Trirant lo Blanch, 2019, p. 158/159)
Como o sistema penal mira somente o pobre, o que é inquestionável ao se observar os dados, vigora no país a ideia de que a vida do pobre não tem muito valor, é por isso que a regra em primeira e segunda instância é prender e deixar preso, é por isso que vigora a ideia de que os fins justificam os meios, em que os direitos e garantias fundamentais são relativizados em prol da punição.
É impossível não rememorar Victor Hugo em “O ÚLTIMO DIA DE UM CONDENADO”, que no prefácio se critica que a abolição da guilhotina ocorreu para salvar nobres, isto é, enquanto os guilhotinados eram pobres estava tudo bem: “Se a tivessem proposto, essa desejável abolição, não por conta de quatro ministros despencados das Tuileries em Vincennes, mas por conta do primeiro salteador vindo, por conta de um desses miseráveis que os senhores mal olham quando cruzam com eles na rua, a quem não dirigem a palavra, cujo convívio empoeirado evitam instintivamente, um desse miseráveis, cuja infância maltrapilha correu descalça por ruas lamacentas (...)”.
Assim, não há dúvida que estamos vivendo um choque entre a ideia classista e punitivista do andar de baixo e a ideia progressista do andar de cima. Enquanto o STJ e o STF não efetivamente solidificar a cultura de precedentes, vamos continuar nessa queda de braço, que as instâncias inferiores saem ganhando quando os ministros não deferem de plano a liminar, haja vista o tempo que leva o julgamento do mérito de um HC.
Bispo
No quinto domingo do Tempo Comum, a Diocese de Coxim viveu uma forte experiência vocacional. No Centro Emaús, local de retiro, formação e oração, aconteceu...
14 de fevereiro de 2025
No quinto domingo do Tempo Comum, a Diocese de Coxim viveu uma forte experiência vocacional. No Centro Emaús, local de retiro, formação e oração, aconteceu o Encontro Diocesano de Catequese, reunindo mais de 120 catequistas para um momento de aprendizado e preparação. Com alegria e fé, esses catequistas se fortaleceram espiritualmente para mais um ano de missão, especialmente no acompanhamento das crianças que iniciarão sua caminhada cristã.
Além desse encontro formativo, a diocese também celebrou vocações específicas ao ministério sacerdotal. Dois novos seminaristas, Matheus e Edgar, ingressaram no Seminário Propedêutico, em Dourados, dando o primeiro passo concreto em sua caminhada de discernimento. Já o seminarista Paulo Henrique recebeu a ordem do leitorado, um grau da ordem menor, fortalecendo ainda mais seu compromisso com a Igreja. Com a graça de Deus, vemos as vocações florescerem em nossa diocese, um sinal da presença amorosa do Pai que continua a chamar operários para sua messe.
A palavra “vocação” vem do latim vocatio, onis, que significa chamada ou convite. A vocação é um dom da graça divina, que se manifesta de forma sutil em nossos corações, como um sussurro do Senhor. No entanto, essa chamada exige uma resposta, um “sim” generoso e consciente. Embora a vocação seja uma iniciativa de Deus, cabe a cada um acolhê-la e cultivá-la com oração e discernimento. Como nos ensina a Lumen Gentium, “a vocação de todos os fiéis é um chamado à santidade dentro da Igreja”.
Muitas vezes, reduzimos a vocação apenas ao chamado sacerdotal, mas a Igreja nos ensina que há diversas vocações, todas essenciais para a edificação do Reino de Deus. Além da vocação presbiteral, temos a vida consagrada, o matrimônio e até mesmo os diversos ministérios leigos, como o serviço catequético. Cada um, segundo seu carisma, é chamado a testemunhar Cristo no mundo, respondendo ao chamado divino com generosidade e fidelidade.
Diante dessa riqueza vocacional, somos convidados a rezar pelas vocações e a incentivar aqueles que sentem o chamado de Deus. Assim como Jesus disse a Simão Pedro: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca” (Lc 5,4), somos desafiados a confiar na vontade do Senhor e responder ao Seu chamado com coragem. E, para aqueles que hesitam, vale lembrar as palavras de Cristo: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens” (Lc 5,10).
Que possamos, como comunidade de fé, ser um solo fértil onde as vocações possam germinar e dar frutos. Que a graça do Espírito Santo fortaleça todos os que disseram “sim” ao chamado do Senhor, para que possam servir com amor e dedicação na missão que lhes foi confiada.
TV Divino, Pastoral da Comunicação da Catedral São José