quinta, 04 de junho, 2026
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Golpe
A Polícia Civil alerta para a prática cada vez mais comum de golpes por mensagens, onde criminosos se passam por familiares ou conhecidos para ludibriar as vítimas.
18 de janeiro de 2024
(Maikon Leal)
Na manhã desta terça-feira, por volta das 11h49min, uma mulher de 59 anos, compareceu à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Coxim para relatar um golpe financeiro que resultou em um prejuízo de R$ 2.100,00. A vítima, recebeu uma mensagem via WhatsApp de número onde constava o perfil com foto e nome da sua filha, solicitando uma quantia em dinheiro.
Acreditando estar em uma conversa legítima com sua filha, a vítima efetuou um PIX no valor de R$ 2.100,00 para a conta desconhecida, vinculada à instituição Pagseguro internet.
A situação tomou um rumo desconfiado quando, após a transação, a pessoa que se passava pela filha solicitou mais dinheiro. Diante da estranheza da solicitação, a vítima decidiu ligar para sua filha verdadeira, momento em que descobriu que não estava conversando com ela e que o número de telefone usado para o pedido de dinheiro era diferente do da filha.
A Polícia Civil alerta para a prática cada vez mais comum de golpes por mensagens, onde criminosos se passam por familiares ou conhecidos para ludibriar as vítimas. A utilização de informações pessoais, como o perfil da filha da vítima e o conhecimento sobre a família, aumenta a sofisticação desse tipo de golpe.
A investigação está em andamento para rastrear a origem do número e identificar os responsáveis pela fraude. A Polícia Civil registrou o caso como estelionato e orienta a população a manter a cautela ao receber mensagens financeiras, verificar a identidade da pessoa solicitante e, em casos de dúvida, entrar em contato diretamente com o suposto remetente por meio de canais conhecidos.
Golpe
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude...
28 de abril de 2026
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude eletrônica.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, de 45 anos, e o namorado, de 42, contaram que entraram no grupo ainda em janeiro deste ano. O convite teria sido feito por conhecidos e levava para uma suposta empresa, administrada por uma pessoa com número de telefone internacional.
No grupo, os participantes eram incentivados a investir dinheiro com a promessa de retornos altos, acima do mercado. Para isso, precisavam fazer depósitos e cumprir tarefas simples, como assistir a vídeos curtos e avaliar conteúdos, o que supostamente gerava ganhos dentro de uma plataforma.
O casal afirmou que permaneceu por mais de seis meses no esquema e chegou a realizar saques no início, o que aumentou a confiança na plataforma. Durante esse período, fizeram vários depósitos, de forma semanal e mensal.
No entanto, nesta semana, o aplicativo saiu do ar e todo o saldo desapareceu. Além disso, os administradores do grupo pararam de responder mensagens e limitaram a comunicação apenas a eles. A pessoa que se identificava como responsável também não foi mais encontrada.
A mulher relatou que fez transferências a partir de março, somando cerca de R$ 16,1 mil, por meio de diferentes bancos. Já o namorado disse que perdeu aproximadamente R$ 44,8 mil, incluindo valores enviados de contas pessoais e também de uma conta empresarial da irmã.
Ao perceberem que não conseguiam mais acessar o dinheiro nem contato com os responsáveis, eles concluíram que se tratava de um golpe e procuraram a polícia.
O caso será investigado.
g1 MS
Golpe
Caso foi registrado como estelionato na Depac do Centro de Mato Grosso do Sul, envolvendo negociação por telefone e WhatsApp.
23 de janeiro de 2026
Uma empresária de 30 anos foi vítima de um golpe envolvendo a venda de 30 cabeças de gado em Rio Verde de Mato Grosso, resultando em um prejuízo de R$ 60 mil. A negociação foi realizada por telefone e WhatsApp, e o suspeito não entregou os animais após o pagamento.
De acordo com o registro na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, a vítima recebeu, em 15 de janeiro, contatos de um homem que se apresentou como vendedor de gado, alegando que as 30 cabeças, totalizando aproximadamente 280 arrobas, estavam em confinamento na cidade de Rio Verde de Mato Grosso, a cerca de 203 quilômetros de Campo Grande. O valor total da negociação era de R$ 114 mil, dividido entre entrada e pagamento no momento do abate.
Para dar credibilidade à operação, o suspeito enviou imagens de documentos falsificados da fazenda e utilizou a pressão para que a empresária efetuasse o pagamento inicial. Ela também forneceu contato de uma transportadora responsável pelo transporte do gado até um frigorífico, e, ao confirmar o deslocamento, realizou uma transferência bancária de R$ 60 mil.
Após o pagamento, o suspeito deixou de responder às mensagens, não enviou a nota fiscal do gado e desapareceu. O motorista da transportadora informou que foi orientado a aguardar em um posto de combustíveis, mas a documentação nunca foi providenciada, evidenciando a fraude. A vítima possui registros das conversas e do comprovante de transferência e pretende representar criminalmente contra os envolvidos.