quinta, 04 de junho, 2026
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Uma empresária de 30 anos foi vítima de um golpe envolvendo a venda de 30 cabeças de gado em Rio Verde de Mato Grosso, resultando em um prejuízo de R$ 60 mil. A negociação foi realizada por telefone e WhatsApp, e o suspeito não entregou os animais após o pagamento.
De acordo com o registro na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, a vítima recebeu, em 15 de janeiro, contatos de um homem que se apresentou como vendedor de gado, alegando que as 30 cabeças, totalizando aproximadamente 280 arrobas, estavam em confinamento na cidade de Rio Verde de Mato Grosso, a cerca de 203 quilômetros de Campo Grande. O valor total da negociação era de R$ 114 mil, dividido entre entrada e pagamento no momento do abate.
Para dar credibilidade à operação, o suspeito enviou imagens de documentos falsificados da fazenda e utilizou a pressão para que a empresária efetuasse o pagamento inicial. Ela também forneceu contato de uma transportadora responsável pelo transporte do gado até um frigorífico, e, ao confirmar o deslocamento, realizou uma transferência bancária de R$ 60 mil.
Após o pagamento, o suspeito deixou de responder às mensagens, não enviou a nota fiscal do gado e desapareceu. O motorista da transportadora informou que foi orientado a aguardar em um posto de combustíveis, mas a documentação nunca foi providenciada, evidenciando a fraude. A vítima possui registros das conversas e do comprovante de transferência e pretende representar criminalmente contra os envolvidos.
Golpe
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude...
28 de abril de 2026
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude eletrônica.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, de 45 anos, e o namorado, de 42, contaram que entraram no grupo ainda em janeiro deste ano. O convite teria sido feito por conhecidos e levava para uma suposta empresa, administrada por uma pessoa com número de telefone internacional.
No grupo, os participantes eram incentivados a investir dinheiro com a promessa de retornos altos, acima do mercado. Para isso, precisavam fazer depósitos e cumprir tarefas simples, como assistir a vídeos curtos e avaliar conteúdos, o que supostamente gerava ganhos dentro de uma plataforma.
O casal afirmou que permaneceu por mais de seis meses no esquema e chegou a realizar saques no início, o que aumentou a confiança na plataforma. Durante esse período, fizeram vários depósitos, de forma semanal e mensal.
No entanto, nesta semana, o aplicativo saiu do ar e todo o saldo desapareceu. Além disso, os administradores do grupo pararam de responder mensagens e limitaram a comunicação apenas a eles. A pessoa que se identificava como responsável também não foi mais encontrada.
A mulher relatou que fez transferências a partir de março, somando cerca de R$ 16,1 mil, por meio de diferentes bancos. Já o namorado disse que perdeu aproximadamente R$ 44,8 mil, incluindo valores enviados de contas pessoais e também de uma conta empresarial da irmã.
Ao perceberem que não conseguiam mais acessar o dinheiro nem contato com os responsáveis, eles concluíram que se tratava de um golpe e procuraram a polícia.
O caso será investigado.
g1 MS
Alerta
Um golpe aplicado no comércio de carnes em Campo Grande nesta semana serve de alerta direto para produtores rurais, comerciantes e empresários de Coxim e de toda a região norte...
22 de janeiro de 2026
Um golpe aplicado no comércio de carnes em Campo Grande nesta semana serve de alerta direto para produtores rurais, comerciantes e empresários de Coxim e de toda a região norte de Mato Grosso do Sul, onde a atividade pecuária é uma das principais forças da economia local.
No caso registrado na Capital, uma empresária sofreu prejuízo de R$ 60 mil após cair em uma negociação falsa envolvendo a venda de gado. O contato inicial foi feito por aplicativo de mensagens, com uma proposta aparentemente vantajosa: um lote de fêmeas negociado por valor elevado, acompanhado de documentos e imagens que davam aparência de legalidade à transação.
Para reforçar a confiança, o criminoso apresentou supostos registros rurais e passou a se comunicar diretamente com o motorista da transportadora contratada pela vítima. A movimentação do caminhão até o local indicado criou a falsa impressão de que o embarque dos animais realmente ocorreria. Convencida de que tudo estava em andamento, a empresária realizou a transferência da primeira parcela do negócio.
Após o envio do comprovante, o contato foi interrompido. Nenhuma nota fiscal foi emitida e o gado nunca existiu.
Em Coxim, Pedro Gomes, Sonora, Rio Verde e municípios vizinhos, onde a compra e venda de animais é rotina, situações como essa podem se repetir se não houver cautela. Golpistas têm utilizado estratégias cada vez mais sofisticadas, explorando a confiança, a pressa nas negociações e o uso de documentos falsificados para enganar vítimas.
Autoridades reforçam a importância de confirmar presencialmente a existência do gado, verificar a autenticidade de documentos junto aos órgãos competentes e desconfiar de pedidos de pagamento antecipado, especialmente quando feitos por meio de contas jurídicas desconhecidas.
O caso segue sob investigação policial, com foco na identificação dos responsáveis e no rastreamento do destino do dinheiro transferido. Enquanto isso, o episódio serve como um sinal de alerta: no campo ou na cidade, cautela é tão importante quanto fechar um bom negócio. Desconfiar faz bem para não ter prejuízo na hora dos negócios.