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INSS alerta para notícia falsa sobre corte de 800 mil benefícios

A informação tem sido veiculada de diversas formas e tem causado uma enxurrada de questionamentos

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23 de outubro de 2024

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(diariox)

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) emitiu uma nota desmentindo a informação de cortar 800 mil benefícios de idosos com mais de 60 anos de idade para "economizar".  A informação, segundo a entidade, tem sido veiculada de diversas formas e tem causado uma enxurrada de questionamentos de beneficiários. 
O INSS ainda esclareceu que o que está em andamento desde agosto passado é um programa de revisão de Benefício de Prestação Continuada (BPC) que não tem inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal e também aqueles beneficiários de BPC que estão há mais de 48 meses sem atualização de informações no CadÚnico.
"Importante destacar que o BPC não é um benefício previdenciário, ele é assistencial. O BPC é do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), o INSS apenas operacionaliza os pagamentos", diz a nota. 
O órgão explica que estão sendo chamadas 505.018 pessoas para realizarem inscrição no cadastro no Centro de Referência e Assistência Social (Cras) de cada município. Em um segundo momento, outras 517.571 pessoas que estão sem atualização cadastral nos últimos 48 meses serão avisadas sobre a necessidade de fazer atualização cadastral no Cras.
Também estão sendo chamados para revisão 680 mil segurados que estão em benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) por mais de 24 meses. O Departamento de Perícia Médica Federal, no entanto, tem capacidade para realizar 800 mil perícias. O que não quer dizer que cortará, indiscriminadamente, 800 mil benefícios.
Consulta - Para saber se está incluído na revisão do BPC, o cidadão pode checar diretamente no aplicativo ou site Meu INSS se o seu CPF está incluído na lista de cadastro ou atualização de informações junto ao Ministério de Desenvolvimento Social.
O BPC garante um salário mínimo por mês ao idoso com mais de 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade, mesmo que não tenha contribuído para a Previdência Social, que comprovem renda familiar per capta igual ou inferior a um quarto do salário mínimo.
Prazos - Na falta de comparecimento do beneficiário do BPC ao Cras do seu município, o pagamento será bloqueado em 30 dias a contar do envio da notificação. Somente serão suspensos os benefícios que forem comprovados o recebimento do aviso. 
Caso o pagamento seja bloqueado 30 dias após a notificação, os beneficiários podem ligar para a Central 135 e solicitar o desbloqueio. Com a ligação para o 135 o prazo de 45 ou 90 dias, a depender do município onde reside, começará a correr. Passado o tempo limite, o BPC será bloqueado.
Regras - Conforme as regras, caso o beneficiário não realize a inclusão ou atualização cadastral, a suspensão terá efeitos a partir do pagamento do mês subsequente ao final dos prazos estabelecidos (45 e 90 dias). 
No entanto, o beneficiário poderá solicitar ao INSS a reativação de seu benefício caso tenha realizado a inscrição ou atualização no Cadastro Único até o fim do prazo de suspensão.
Cuidado com golpe - O INSS alerta os segurados para terem cuidado e evitem cair em golpe: não será pedida biometria facial para os beneficiários do BPC, documentos ou servidores "uniformizados" farão visitas às casas dos beneficiários.
Somente será feito encaminhamento da pessoa para comparecer ao Centro de Referência e Assistência Social (Cras) de sua cidade. Os documentos deverão ser apresentados no Cras e não a terceiros.
Convocação - O INSS, desde 1º de agosto, está enviando mensagens push pelo Meu INSS para os beneficiários de BPC que não estão inscritos no CadÚnico. Os segurados que estão em auxílio-doença por um longo período também estão recebendo notificações. Alguns quando ligam para pedir prorrogação do benefício são encaminhados para agendar perícia presencial. 
Outros meios também são utilizados para entrar em contato. São eles: busca ativa (que é quando a Central de Atendimento 135 liga pelo número 11 21350135, carta pelos Correios, SMS, rede bancária (no extrato do pagamento) e, por fim, em edital.

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Casal em MS perde mais de R$ 60 mil em golpe do falso investimento pelo WhatsApp

Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude...

Casal em MS perde mais de R$ 60 mil em golpe do falso investimento pelo WhatsApp

28 de abril de 2026

Casal em MS perde mais de R$ 60 mil em golpe do falso investimento pelo WhatsApp

 

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Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude eletrônica.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, de 45 anos, e o namorado, de 42, contaram que entraram no grupo ainda em janeiro deste ano. O convite teria sido feito por conhecidos e levava para uma suposta empresa, administrada por uma pessoa com número de telefone internacional.

No grupo, os participantes eram incentivados a investir dinheiro com a promessa de retornos altos, acima do mercado. Para isso, precisavam fazer depósitos e cumprir tarefas simples, como assistir a vídeos curtos e avaliar conteúdos, o que supostamente gerava ganhos dentro de uma plataforma.

O casal afirmou que permaneceu por mais de seis meses no esquema e chegou a realizar saques no início, o que aumentou a confiança na plataforma. Durante esse período, fizeram vários depósitos, de forma semanal e mensal.

No entanto, nesta semana, o aplicativo saiu do ar e todo o saldo desapareceu. Além disso, os administradores do grupo pararam de responder mensagens e limitaram a comunicação apenas a eles. A pessoa que se identificava como responsável também não foi mais encontrada.

A mulher relatou que fez transferências a partir de março, somando cerca de R$ 16,1 mil, por meio de diferentes bancos. Já o namorado disse que perdeu aproximadamente R$ 44,8 mil, incluindo valores enviados de contas pessoais e também de uma conta empresarial da irmã.

Ao perceberem que não conseguiam mais acessar o dinheiro nem contato com os responsáveis, eles concluíram que se tratava de um golpe e procuraram a polícia.

O caso será investigado.

g1 MS

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Fraude envolvendo venda de gado leva empresária a perder R$ 60 mil em Rio Verde de Mato Grosso

Caso foi registrado como estelionato na Depac do Centro de Mato Grosso do Sul, envolvendo negociação por telefone e WhatsApp.

Fraude envolvendo venda de gado leva empresária a perder R$ 60 mil em Rio Verde de Mato Grosso

23 de janeiro de 2026

Fraude envolvendo venda de gado leva empresária a perder R$ 60 mil em Rio Verde de Mato Grosso

 

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Uma empresária de 30 anos foi vítima de um golpe envolvendo a venda de 30 cabeças de gado em Rio Verde de Mato Grosso, resultando em um prejuízo de R$ 60 mil. A negociação foi realizada por telefone e WhatsApp, e o suspeito não entregou os animais após o pagamento.

Detalhes da negociação e o golpe

De acordo com o registro na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, a vítima recebeu, em 15 de janeiro, contatos de um homem que se apresentou como vendedor de gado, alegando que as 30 cabeças, totalizando aproximadamente 280 arrobas, estavam em confinamento na cidade de Rio Verde de Mato Grosso, a cerca de 203 quilômetros de Campo Grande. O valor total da negociação era de R$ 114 mil, dividido entre entrada e pagamento no momento do abate.

Documentos falsos e pressão pelo pagamento

Para dar credibilidade à operação, o suspeito enviou imagens de documentos falsificados da fazenda e utilizou a pressão para que a empresária efetuasse o pagamento inicial. Ela também forneceu contato de uma transportadora responsável pelo transporte do gado até um frigorífico, e, ao confirmar o deslocamento, realizou uma transferência bancária de R$ 60 mil.

Desaparecimento do golpista e prejuízo

Após o pagamento, o suspeito deixou de responder às mensagens, não enviou a nota fiscal do gado e desapareceu. O motorista da transportadora informou que foi orientado a aguardar em um posto de combustíveis, mas a documentação nunca foi providenciada, evidenciando a fraude. A vítima possui registros das conversas e do comprovante de transferência e pretende representar criminalmente contra os envolvidos.