quinta, 04 de junho, 2026
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Golpe
A carta de cobrança, com linguagem técnica, está sendo comunicada através de celulares clonados das vítimas e dá um prazo de 24h para a realização do pagamento de custas processuais e posteriormente promete o arquivamento do processo.
31 de março de 2023
Ana Flávia Dorsa
Cidadãos presos no dia 08 e 09 de janeiro durante atos em Brasília que resultou na depredação da Esplanada dos Ministérios e outros que estavam acampados em frente ao Quartel General do Exército, estão recebendo um golpe via aplicativo de whatsapp com uma cobrança teoricamente assinada por um ministro do Supremo Tribunal Federal, porém, sem nome identificado.
A carta de cobrança, com linguagem técnica, está sendo comunicada através de celulares clonados das vítimas e dá um prazo de 24h para a realização do pagamento de custas processuais e posteriormente promete o arquivamento do processo. O pagamento é direcionado para um pix de um CPF. O documento não tem número de processo e possui outras falhas em sua redação.
De alguma forma, os bandidos acessaram o nome dos envolvidos e de seus advogados, bem como seus contatos telefônicos, e estão aplicando este golpe. Autoridades alertam para o não pagamento e a observação atenciosa de qualquer comunicado. Por decisão judicial, as vítimas não podem dar entrevistas e não falaram com nossa redação.
Golpe
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude...
28 de abril de 2026
Um casal procurou a delegacia após perder mais de R$ 60 mil em um golpe aplicado por meio de um grupo de WhatsApp, em Campo Grande. O caso foi registrado como estelionato e fraude eletrônica.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, de 45 anos, e o namorado, de 42, contaram que entraram no grupo ainda em janeiro deste ano. O convite teria sido feito por conhecidos e levava para uma suposta empresa, administrada por uma pessoa com número de telefone internacional.
No grupo, os participantes eram incentivados a investir dinheiro com a promessa de retornos altos, acima do mercado. Para isso, precisavam fazer depósitos e cumprir tarefas simples, como assistir a vídeos curtos e avaliar conteúdos, o que supostamente gerava ganhos dentro de uma plataforma.
O casal afirmou que permaneceu por mais de seis meses no esquema e chegou a realizar saques no início, o que aumentou a confiança na plataforma. Durante esse período, fizeram vários depósitos, de forma semanal e mensal.
No entanto, nesta semana, o aplicativo saiu do ar e todo o saldo desapareceu. Além disso, os administradores do grupo pararam de responder mensagens e limitaram a comunicação apenas a eles. A pessoa que se identificava como responsável também não foi mais encontrada.
A mulher relatou que fez transferências a partir de março, somando cerca de R$ 16,1 mil, por meio de diferentes bancos. Já o namorado disse que perdeu aproximadamente R$ 44,8 mil, incluindo valores enviados de contas pessoais e também de uma conta empresarial da irmã.
Ao perceberem que não conseguiam mais acessar o dinheiro nem contato com os responsáveis, eles concluíram que se tratava de um golpe e procuraram a polícia.
O caso será investigado.
g1 MS
Golpe
Caso foi registrado como estelionato na Depac do Centro de Mato Grosso do Sul, envolvendo negociação por telefone e WhatsApp.
23 de janeiro de 2026
Uma empresária de 30 anos foi vítima de um golpe envolvendo a venda de 30 cabeças de gado em Rio Verde de Mato Grosso, resultando em um prejuízo de R$ 60 mil. A negociação foi realizada por telefone e WhatsApp, e o suspeito não entregou os animais após o pagamento.
De acordo com o registro na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, a vítima recebeu, em 15 de janeiro, contatos de um homem que se apresentou como vendedor de gado, alegando que as 30 cabeças, totalizando aproximadamente 280 arrobas, estavam em confinamento na cidade de Rio Verde de Mato Grosso, a cerca de 203 quilômetros de Campo Grande. O valor total da negociação era de R$ 114 mil, dividido entre entrada e pagamento no momento do abate.
Para dar credibilidade à operação, o suspeito enviou imagens de documentos falsificados da fazenda e utilizou a pressão para que a empresária efetuasse o pagamento inicial. Ela também forneceu contato de uma transportadora responsável pelo transporte do gado até um frigorífico, e, ao confirmar o deslocamento, realizou uma transferência bancária de R$ 60 mil.
Após o pagamento, o suspeito deixou de responder às mensagens, não enviou a nota fiscal do gado e desapareceu. O motorista da transportadora informou que foi orientado a aguardar em um posto de combustíveis, mas a documentação nunca foi providenciada, evidenciando a fraude. A vítima possui registros das conversas e do comprovante de transferência e pretende representar criminalmente contra os envolvidos.