quarta, 17 de junho, 2026
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A Construtora Maksoud Rahe e Tecfasa Brasil Soluções em Eficiência Energética são as empresas que vão assumir o Aquário do Pantanal, em Campo Grande. Os dois avisos de contratação, que somam R$ 38,7 milhões, foram divulgados nesta segunda-feira (29) no Diário Oficial do Estado.
Sem licitação, as contratações só foram possíveis diante de um acordo do Executivo estadual com o MPMS (Ministério Público de MS) e TCE (Tribunal de Contas).
A primeira empresa vai tocar a obra principal de conclusão por R$ 27.569.534,83 e, a segunda, responsável por serviços remanescentes do sistema de suporte à vida do Aquário, terá um contrato de R$ 11.204.906,11.
As duas empresas constam com sede em Campo Grande, de acordo com pesquisa na internet. O prazo para o término da obra deve ser de dez meses após a assinatura do contrato, portanto ainda em 2018.
Esse valor estipulado no acordo, e que já está em caixa, prevê apenas as áreas abertas à visitação. Isso quer dizer que os laboratórios e demais setores de pesquisa devem demorar mais para ficarem prontos. Se fosse incluir todos os detalhes do projeto inicial, governo teria de desembolsar R$ 60 milhões.
Histórico - Inicialmente orçada em R$ 84 milhões, o Aquário já teve seu custo final estimado em cerca de R$ 230 milhões. A obra foi subempreitada em 2014 para a Proteco – investigada na Operação Lama Asfáltica – e, dois anos depois, reassumida pela EgelteEngenharia, a vencedora a licitação.
Depois de várias paralisações, o governo rompeu em 22 de novembro de 2017 o contrato com a Egelte, porque o valor inicial da obra já havia sido aditado em 25% (limite previsto em licitações). A segunda colocada na licitação, Travassos e Azevedo, recusou assumir o serviço.
O governo anunciou no fim de 2017 ter R$ 37 milhões para concluir o Aquário do Pantanal. Para não deixar o projeto inconcluso, o governo estadual adaptou o projeto original, cortando custos.
Geral
Conforme edital, 25 estudantes do Ensino Médio com os melhores textos receberiam celulares doados pela Receita Federal
16 de junho de 2026
Pais de alunos do Ensino Médio alegam ‘falcatrua’ em premiação do 1° Concurso de Redação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Conforme edital, autores dos 25 melhores textos com o tema ‘A Rota Bioceânica: desafios e oportunidades para Mato Grosso do Sul’receberiam celulares doados pela Receita Federal.
A questão apontada pelos familiares, contudo, é que os aparelhos não seriam novos e ‘de ultima geração’, como indicado em matéria da universidade. A entrega dos itens, que ocorreu nesta segunda-feira (15) em Campo Grande, gerou revolta entre os pais.
“O edital falava que os alunos que fossem ganharia um iPhone zero, está escrito assim no edital, ‘zero quilômetro de última geração’. Os telefones que foram entregues foram tudo telefone velho, telefone reformado, telefone com 87% de bateria, iPhone 11, ou seja, defraudaram os alunos”, comenta um dos responsáveis.
Além disso, outro ponto abordado pelos familiares seria a quebra de expectativa de alunos do interior de Mato Grosso do Sul. “Os alunos tudo defraudados, coitados, estudaram, fizeram a redação, ganharam. Alunos que vieram de Paranaíba, alunos que vieram de Paranhos, 400, 500, 600 quilômetros de distância, e foram enganados aqui na cidade de Campo Grande”.
O que diz a UFMS?
O Jornal Midiamax buscou um posicionamento da UFMS perante aos relatos de familiares. Confira a nota da universidade na íntegra:
‘O 1º Concurso de Redação da UFMS “A Rota Bioceânica: desafios e oportunidades para Mato Grosso do Sul” premiou as 25 melhores redações, conforme o item 3 do Edital nº 120/2026, com aparelhos Iphones doados pela Receita Federal, conforme ordem de classificação final.
Segue abaixo o resultado da redação: https://boletimoficial.ufms.br/publicacao?id=598810‘
1° Concurso de Redação da UFMS
Realizado pela UFMS com apoio do Senado Federal e da SED (Secretaria de Estado de Educação), o 1º Concurso de Redação da UFMS premiou os 25 melhores textos no tema ‘A Rota Bioceânica: desafios e oportunidades para Mato Grosso do Sul’. Na ocasião, poderiam participar alunos do Ensino Médio regularmente matriculados em unidades escolares vinculadas à SED-MS.
Conforme a UFMS, a competição tinha por objetivo valorizar o papel estratégico do estado na integração da América do Sul. Assim, a proposta visava estimular alunos sul-mato-grossenses a refletirem criticamente sobre os impactos da Rota Bioceânica e aproximá-los os do universo acadêmico.
Cada escola pôde encaminhar suas cinco melhores redações para representação na etapa estadual. Os trabalhos passaram por análises de uma comissão julgadora, avaliou critérios de Compreensão e pertinência do tema; Capacidade argumentativa; Originalidade e reflexão crítica; Coerência e estrutura textual; e Norma padrão da língua portuguesa.
Midiamax
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O CEE/MS (Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul) reconheceu a equivalência de estudos de imigrantes residentes no Estado. A medida garante a...
15 de junho de 2026
O CEE/MS (Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul) reconheceu a equivalência de estudos de imigrantes residentes no Estado. A medida garante a validação de diplomas obtidos no exterior como correspondentes ao Ensino Médio brasileiro.
As decisões constam em pareceres publicadas no DOE (Diário Oficial do Estado) e beneficiam cidadãos que concluíram a educação básica em países como Venezuela, Haiti, Angola, Espanha e Nigéria. Com isso, os imigrantes podem utilizar a certificação para ingressar em universidades, cursos técnicos e processos seletivos, além de comprovar a escolaridade exigida pelo mercado de trabalho formal.
Os processos foram analisados individualmente pela Câmara de Educação Básica do Conselho, que verificou a documentação escolar apresentada pelos requerentes e a compatibilidade dos estudos realizados no exterior com as exigências da legislação educacional brasileira.
Os diplomas avaliados foram emitidos por instituições de ensino e órgãos educacionais de diferentes países. Com o reconhecimento da equivalência, os estudantes passam a ter seus estudos oficialmente equiparados ao Ensino Médio nacional, o que assegura validade jurídica aos certificados em território brasileiro.
Além dos pedidos de equivalência, o Conselho também analisou processos relacionados à regularização da vida escolar de estudantes da rede estadual nos municípios de Três Lagoas e Jardim
Com a homologação dos pareceres, os imigrantes passam a contar com segurança jurídica para dar continuidade à formação educacional e ampliar as oportunidades de inserção profissional em Mato Grosso do Sul.