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Governo bate o martelo e descarta volta do horário de verão em 2025, apesar de pressões internas

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14 de outubro de 2025

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Glenda Melo / Diário do Estado

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A informação foi confirmada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, hoje, terça-feira (14). Segundo ele, “não há qualquer previsão ou necessidade técnica que justifique a volta da medida neste momento”. Eu não sei vocês, mas eu gostei bastante dessa notícia.

A decisão põe fim a especulações que vinham circulando nos bastidores do Palácio do Planalto desde o primeiro semestre, quando integrantes da Frente Parlamentar Ambientalista e setores do turismo e comércio chegaram a sugerir a retomada da mudança nos relógios. A expectativa era de que a medida pudesse gerar ganhos econômicos indiretos e maior aproveitamento da luz natural.

De acordo com técnicos do Ministério de Minas e Energia e do Operador Nacional do Sistema (ONS) reforçaram, em reuniões recentes, que a estrutura energética atual  marcada por forte presença de fontes renováveis, como solar e eólica  não se beneficiaria do adiantamento dos relógios.

O horário de verão foi implementado pela primeira vez no Brasil em 1931 e, até 2018, vinha sendo adotado anualmente em estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A ideia era simples: adiantar os relógios em uma hora durante os meses mais quentes para aproveitar melhor a luz natural, reduzindo a demanda por energia no início da noite.

Por ora, os brasileiros podem manter os relógios como estão. Ao menos neste verão, nada de adiantar o ponteiro  e nada de polêmica.

 

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Alunos reclamam após ganharem iPhones usados como prêmio em concurso de redação da UFMS

Conforme edital, 25 estudantes do Ensino Médio com os melhores textos receberiam celulares doados pela Receita Federal

Alunos reclamam após ganharem iPhones usados como prêmio em concurso de redação da UFMS

16 de junho de 2026

Alunos reclamam após ganharem iPhones usados como prêmio em concurso de redação da UFMS

 

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Pais de alunos do Ensino Médio alegam ‘falcatrua’ em premiação do 1° Concurso de Redação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Conforme edital, autores dos 25 melhores textos com o tema ‘A Rota Bioceânica: desafios e oportunidades para Mato Grosso do Sul’receberiam celulares doados pela Receita Federal.

A questão apontada pelos familiares, contudo, é que os aparelhos não seriam novos e ‘de ultima geração’, como indicado em matéria da universidade. A entrega dos itens, que ocorreu nesta segunda-feira (15) em Campo Grande, gerou revolta entre os pais.

“O edital falava que os alunos que fossem ganharia um iPhone zero, está escrito assim no edital, ‘zero quilômetro de última geração’. Os telefones que foram entregues foram tudo telefone velho, telefone reformado, telefone com 87% de bateria, iPhone 11, ou seja, defraudaram os alunos”, comenta um dos responsáveis.

Além disso, outro ponto abordado pelos familiares seria a quebra de expectativa de alunos do interior de Mato Grosso do Sul. “Os alunos tudo defraudados, coitados, estudaram, fizeram a redação, ganharam. Alunos que vieram de Paranaíba, alunos que vieram de Paranhos, 400, 500, 600 quilômetros de distância, e foram enganados aqui na cidade de Campo Grande”.

O que diz a UFMS?

O Jornal Midiamax buscou um posicionamento da UFMS perante aos relatos de familiares. Confira a nota da universidade na íntegra:

‘O 1º Concurso de Redação da UFMS “A Rota Bioceânica: desafios e oportunidades para Mato Grosso do Sul” premiou as 25 melhores redações, conforme o item 3 do Edital nº 120/2026, com aparelhos Iphones doados pela Receita Federal, conforme ordem de classificação final.

Segue abaixo o resultado da redação: https://boletimoficial.ufms.br/publicacao?id=598810‘

1° Concurso de Redação da UFMS

Realizado pela UFMS com apoio do Senado Federal e da SED (Secretaria de Estado de Educação), o 1º Concurso de Redação da UFMS premiou os 25 melhores textos no tema ‘A Rota Bioceânica: desafios e oportunidades para Mato Grosso do Sul’. Na ocasião, poderiam participar alunos do Ensino Médio regularmente matriculados em unidades escolares vinculadas à SED-MS.

Conforme a UFMS, a competição tinha por objetivo valorizar o papel estratégico do estado na integração da América do Sul. Assim, a proposta visava estimular alunos sul-mato-grossenses a refletirem criticamente sobre os impactos da Rota Bioceânica e aproximá-los os do universo acadêmico.

Cada escola pôde encaminhar suas cinco melhores redações para representação na etapa estadual. Os trabalhos passaram por análises de uma comissão julgadora, avaliou critérios de Compreensão e pertinência do tema; Capacidade argumentativa; Originalidade e reflexão crítica; Coerência e estrutura textual; e Norma padrão da língua portuguesa.

Midiamax

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Imigrantes que moram em MS conseguem equivalência de Ensino Médio

O CEE/MS (Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul) reconheceu a equivalência de estudos de imigrantes residentes no Estado. A medida garante a...

Imigrantes que moram em MS conseguem equivalência de Ensino Médio

15 de junho de 2026

Imigrantes que moram em MS conseguem equivalência de Ensino Médio

 

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O CEE/MS (Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul) reconheceu a equivalência de estudos de imigrantes residentes no Estado. A medida garante a validação de diplomas obtidos no exterior como correspondentes ao Ensino Médio brasileiro.

As decisões constam em pareceres publicadas no DOE (Diário Oficial do Estado) e beneficiam cidadãos que concluíram a educação básica em países como Venezuela, Haiti, Angola, Espanha e Nigéria. Com isso, os imigrantes podem utilizar a certificação para ingressar em universidades, cursos técnicos e processos seletivos, além de comprovar a escolaridade exigida pelo mercado de trabalho formal.

Os processos foram analisados individualmente pela Câmara de Educação Básica do Conselho, que verificou a documentação escolar apresentada pelos requerentes e a compatibilidade dos estudos realizados no exterior com as exigências da legislação educacional brasileira.

Os diplomas avaliados foram emitidos por instituições de ensino e órgãos educacionais de diferentes países. Com o reconhecimento da equivalência, os estudantes passam a ter seus estudos oficialmente equiparados ao Ensino Médio nacional, o que assegura validade jurídica aos certificados em território brasileiro.

Além dos pedidos de equivalência, o Conselho também analisou processos relacionados à regularização da vida escolar de estudantes da rede estadual nos municípios de Três Lagoas e Jardim

Com a homologação dos pareceres, os imigrantes passam a contar com segurança jurídica para dar continuidade à formação educacional e ampliar as oportunidades de inserção profissional em Mato Grosso do Sul.