segunda, 15 de junho, 2026
(67) 99983-4015
No dia 1° de dezembro de 2019 o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China e, menos de três meses depois, a doença 'atravessou' o continente e teve o seu primeiro caso confirmado em Mato Grosso do Sul. Em 14 de março de 2020, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) confirmava, de uma vez, duas pessoas infectadas com a Covid-19 no Estado.
Quase dois anos depois do susto com os primeiros casos confirmados, MS registra meio milhão de infectados. O Painel Mais Saúde da SES registrou neste domingo (27) o total de 500.692 casos confirmados do vírus no Estado. O cenário, após os dois anos é outro: medidas flexíveis, possível fim da pandemia para uma endemia e o principal, o aumento da vacinação contra o vírus.
Conforme os registros da SES, MS tinha há um ano, 181 mil moradores confirmados com Covid e 3,3 mil mortes. De lá para cá, foram 319 mil contaminações e 6,7 mil pessoas que morreram.
É importante destacar que, há um ano, apenas os idosos com mais de 90 anos vacinavam e, atualmente, praticamente todos os moradores estão elegíveis para a vacinação.
Dois anos de contaminação, um ano de vacinaçãoNo dia 18 de janeiro de 2021, por volta das 15h10, o avião da FAB (Força Aérea Brasileira) pousava em Campo Grande trazendo esperança aos sul-mato-grossenses. Com 158.766 doses da Coronavac a bordo, começava ali o capítulo mais esperado da pandemia: o início da imunização contra o vírus que cruelmente tirava a vida de centenas de moradores.
O boletim epidemiológico de MS daquela segunda-feira, 18 de janeiro, registrava 2.686 óbitos da doença e de maneira emergencial, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), liberava a vacina do laboratório Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, para iniciar a campanha de imunização. Assim que as doses desembarcaram em Campo Grande, a SES iniciou de imediato a distribuição aos municípios.
No mesmo dia, as primeiras doses foram aplicadas no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul). Os primeiros a receberem a sonhada 'furadinha' no braço foram profissionais da saúde, uma idosa institucionalizada em asilo e uma senhora indígena: o médico Marcio Estevão Midom, de 44 anos; a indígena terena Domingas da Silva, de 91 anos; Maria Bezerra de Carvalho, de 84 anos, que vive no Asilo São João Bosco; e a auxiliar de enfermagem Sandra Maria de Lima.
Atualmente, MS tem 90% do total da meta vacinável, com mais de 5,3 milhões de doses aplicadas.
Fim da pandemia?Mato Grosso do Sul atingiu mais de 90% da meta vacinável, no dia 23 de fevereiro, e caminha para tratar a Covid-19 como uma doença endêmica, algo que inclusive já é discutido em outros estados brasileiros e países do exterior. Atualmente, o novo coronavírus é considerado uma pandemia, quando a doença é encontrada em mais de um continente, com transmissão comunitária.
“Nós tivemos a meta atingida e estamos discutindo com diversos gestores. Neste momento, temos especialistas apontando que doença deixará de ser pandêmica para endêmica, assim como é a influenza e outras doenças virais. Desta forma, a covid vai estar dentro do calendário de vacinas, como algo regular”, explicou ao Jornal Midiamax o titular da SES, Geraldo Resende.
De acordo com Resende, a “demanda decresceu substancialmente”, não só no Estado, mas, em todo o país, porém, o momento ainda é precoce para discutir a retirada de medidas restritivas, como a máscara e outras medidas de biossegurança.
Pandemia X endemiaUma pandemia é decretada quando o surto ou a epidemia passa a ser encontrado em mais de um continente e com transmissão comunitária, não sendo mais possível o rastreamento das pessoas infectadas. O mundo já registrou várias pandemias, como a Peste do Egito, Peste Negra e Gripe Espanhola.
Já a endemia é o nome dado a um fator que interfere negativamente na saúde de uma população, como uma doença que pode ser ou não contagiosa ou até mesmo violências que já se tornaram comuns em determinadas regiões. A endemia, no entanto, não está relacionada a uma questão quantitativa.
Uma doença endêmica é aquela que se manifesta com frequência em determinadas regiões, geralmente provocada por circunstâncias ou causas locais. Ou seja, a população convive constantemente com a doença. Um exemplo disso é a varicela que, em muitos países, tem casos registrados anualmente. Ou a malária, que em partes da África e do Brasil é uma infecção considerada endêmica.
Por aqui, ainda consideramos endêmicas doenças como a dengue e a febre-amarela, que provocam surtos em determinadas regiões todos os anos.
Obras-163
Motoristas que trafegam pela BR-163, em Mato Grosso do Sul, devem manter atenção redobrada devido às obras de manutenção e melhorias que seguem em andamento em...
13 de junho de 2026
Motoristas que trafegam pela BR-163, em Mato Grosso do Sul, devem manter atenção redobrada devido às obras de manutenção e melhorias que seguem em andamento em diversos trechos da rodovia.
As intervenções contam com a operação do sistema “pare e siga” em pontos onde há interdição parcial da pista. Nesses locais, o fluxo de veículos é alternado entre os sentidos, permitindo a execução dos serviços com mais segurança para trabalhadores e usuários da via.
A concessionária responsável reforça que os condutores respeitem a sinalização, reduzam a velocidade e mantenham distância segura dos demais veículos ao se aproximarem das áreas em obras. A medida é fundamental para evitar acidentes e garantir a fluidez do trânsito.
As melhorias fazem parte do cronograma contínuo de manutenção da BR-163, uma das principais rodovias de Mato Grosso do Sul, responsável pelo escoamento da produção e pela ligação entre diversas cidades do Estado.
Antes de viajar, os motoristas podem buscar informações atualizadas sobre as condições da rodovia e programar o deslocamento para evitar transtornos durante o percurso. A recomendação é dirigir com prudência e atenção, especialmente nos trechos sinalizados para obras.
Geral
Intervenções no trecho urbano vão ocorrer entre quarta e sexta, com pare-e-siga, fechamento de acessos e rotas alternativas.
10 de junho de 2026
A Motiva Pantanal fará obras de manutenção do pavimento na BR-163/MS, no trecho urbano de São Gabriel do Oeste, entre quarta (10) e sexta-feira (12), com operação de pare-e-siga, fechamento temporário de acessos e rotatórias, e orientação para uso de rotas alternativas.
Os serviços integram o programa permanente de manutenção da rodovia e têm como objetivo melhorar as condições de tráfego, com mais segurança, conforto e fluidez para os usuários.
Em caso de chuva, as obras poderão ser suspensas temporariamente por motivos de segurança. Durante o período de intervenção, equipes operacionais estarão no local para orientar motoristas e moradores.
No dia 10 de junho, das 6h30 às 16h30, os trabalhos ocorrerão entre os quilômetros 612,9 e 613,95 da BR-163/MS, logo após a Unidade Operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na entrada de São Gabriel do Oeste. Nesse trecho, o tráfego será controlado pelo sistema de pare-e-siga.
No dia 11 de junho, também das 6h30 às 16h30, as obras avançam para o trecho entre os quilômetros 613,9 e 615,1. Nessa etapa, serão fechadas temporariamente as rotatórias da Rua Filinto Muller com a Rua Joaquim H. R. Rosa e da Avenida Getúlio Vargas com a Rua Marechal Floriano.
Ficarão liberadas as rotatórias da Avenida Campo Grande e da Rua Marechal Floriano com a Rua João Evangelista Rosa, que poderão ser usadas como rotas alternativas para a travessia da rodovia.
Na etapa final, em 12 de junho, das 6h30 às 16h30, os trabalhos serão realizados entre os quilômetros 614,9 e 616,4. Nessa fase, estarão temporariamente fechadas as rotatórias da Avenida Campo Grande e da Rua Marechal Floriano com a Rua João Evangelista Rosa.
Os acessos pela Rua Filinto Muller, pela Rua Joaquim H. R. Rosa e pela Avenida Getúlio Vargas permanecerão liberados para a circulação dos veículos.
A Motiva Pantanal orienta os motoristas a redobrarem a atenção à sinalização, respeitarem os limites de velocidade e programarem os deslocamentos com antecedência.
Segundo a concessionária, as intervenções são necessárias para manter a qualidade da infraestrutura da BR-163/MS.