segunda, 15 de junho, 2026
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A greve dos funcionários da ECT (Empresa de Correios e Telégrafos) está trazendo à tona situações insólitas como a paralisação em Coxim onde apenas o gerente está atendendo a demanda. Somente os altos cargos (de confiança) recebem altos salários enquanto os demais estão defasados. A agência do município funciona, mas somente com um funcionário que é o gerente. A entrega opera com apenas 50% da capacidade e três carteiros. Já os atendentes pararam (100%) e não há previsão de retorno.
A data base para negociação de acordo coletivo entrou em vigor em 1º de agosto de 2017. No entanto a empresa não quis negociar. A ECT não respeitou o calendário e protelou as negociações e não quis fazer acordo com os trabalhadores. Ela veio negociar apenas dia 12/09 no entanto não foi uma negociação e sim ameaça de que todos os benefícios já adquiridos pelos funcionários seriam retirados. Deste modo, sem acordo e somente com retirada de direitos, os funcionários não tiveram alternativa a não ser entrarem em greve.
No dia 19/09 deflagrou a greve nacional, a categoria esta a 10 dias em greve, buscando melhorias e que a empresa não retire os seus beneficios já adquiridos.
Nós, trabalhadores dos correios, informamos á população que estamos em greve por tempo indeterminado. Entre os motivos estão:
- pela contratação de funcionários
- não a privatização
- pela não retirada de benefícios já adquiridos;
- pela manutenção de nosso plano de saúde;
- por um serviço de qualidade á população;
- contra a privatização do patrimônio público.
- pelo fim do assédio moral.
A ect – empresa brasileira de correios e telégrafos já foi uma ótima empresa para se trabalhar. Hoje, na atual conjuntura desta política autoritaria e abusiva, a empresa tem alegado deficit de milhões e alega que os beneficios pagos a seus funcionarios são os motivos dos desfalques e dividas apresentadas pela empresa.
Todos que acompanham a realidade dos correios sabem que a empresa não está nestas condições. A atual intenção da empresa é passar a ideia para a população de uma empresa quase falida, sucateada e que não gera lucro, para posterior privatização.
Nós funcionários nos sentimos constantemente lesados e ameaçados pela empresa e preocupados com esse cenário que os correios veem apresentando. Tudo mostra uma possível privatização, o que não sera bom nem para o funcionário nem para a população. Hoje nós funcionários trabalhamos em péssimas condições, com veículos sucateados, com sobrecarga de trabalho, com efetivo reduzido e ainda com ameaças constantes.
Em coxim há também déficit de funcionários, os veículos se encontram em péssimas condições, há sobre carga de trabalho e principalmente o autoritarismo da gerência local que tem prejudicado cada vez mais as atividades dos funcionários e os serviços prestados a população.
A população também sofre com isso com atraso de suas encomendas, correspondências, com a demora nos atendimentos e muitas vezes vão a agencia e não conseguem a solução de seus problemas, visto a falta de flexibilidade da gerencia local.
Hoje a greve atinge a nível nacional, 26 estados mais o distrito federal. E no estado de mato grosso do sul 42 municípios já aderiram a greve. Em coxim 100% do atendimento e 50% da distribuição se encontram parados por motivo de greve. A empresa mandou um funcionário de fora para cobrir a falta no atendimento o que não acontece em outros casos quando se há falta de funcionário.
Hoje todos os grevistas tiveram os dias parados descontados nos contra-cheques sem prévio aviso e nem proposta de acordo com a empresa. Os funcionários se sentem lesados pois greve é um direito do trabalhador e só é colocada em pauta quando todas as outras opções de acordo já foram esgotadas. Foi o que aconteceu com os funcionários que tentam constantes acordos com a empresa mas a mesma se recusa a negociar e insiste em atacá-los financeiramente.
Uma servidora teve cerca de R$ 600,00 descontados, mas há funcionários que perderam mais. Normalmente a empresa esperava acabar a greve pra negociar esses dias, coisa que não fez dessa vez. Já descontou como forma de pressionar os trabalhadores .
Obras-163
Motoristas que trafegam pela BR-163, em Mato Grosso do Sul, devem manter atenção redobrada devido às obras de manutenção e melhorias que seguem em andamento em...
13 de junho de 2026
Motoristas que trafegam pela BR-163, em Mato Grosso do Sul, devem manter atenção redobrada devido às obras de manutenção e melhorias que seguem em andamento em diversos trechos da rodovia.
As intervenções contam com a operação do sistema “pare e siga” em pontos onde há interdição parcial da pista. Nesses locais, o fluxo de veículos é alternado entre os sentidos, permitindo a execução dos serviços com mais segurança para trabalhadores e usuários da via.
A concessionária responsável reforça que os condutores respeitem a sinalização, reduzam a velocidade e mantenham distância segura dos demais veículos ao se aproximarem das áreas em obras. A medida é fundamental para evitar acidentes e garantir a fluidez do trânsito.
As melhorias fazem parte do cronograma contínuo de manutenção da BR-163, uma das principais rodovias de Mato Grosso do Sul, responsável pelo escoamento da produção e pela ligação entre diversas cidades do Estado.
Antes de viajar, os motoristas podem buscar informações atualizadas sobre as condições da rodovia e programar o deslocamento para evitar transtornos durante o percurso. A recomendação é dirigir com prudência e atenção, especialmente nos trechos sinalizados para obras.
Geral
Intervenções no trecho urbano vão ocorrer entre quarta e sexta, com pare-e-siga, fechamento de acessos e rotas alternativas.
10 de junho de 2026
A Motiva Pantanal fará obras de manutenção do pavimento na BR-163/MS, no trecho urbano de São Gabriel do Oeste, entre quarta (10) e sexta-feira (12), com operação de pare-e-siga, fechamento temporário de acessos e rotatórias, e orientação para uso de rotas alternativas.
Os serviços integram o programa permanente de manutenção da rodovia e têm como objetivo melhorar as condições de tráfego, com mais segurança, conforto e fluidez para os usuários.
Em caso de chuva, as obras poderão ser suspensas temporariamente por motivos de segurança. Durante o período de intervenção, equipes operacionais estarão no local para orientar motoristas e moradores.
No dia 10 de junho, das 6h30 às 16h30, os trabalhos ocorrerão entre os quilômetros 612,9 e 613,95 da BR-163/MS, logo após a Unidade Operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na entrada de São Gabriel do Oeste. Nesse trecho, o tráfego será controlado pelo sistema de pare-e-siga.
No dia 11 de junho, também das 6h30 às 16h30, as obras avançam para o trecho entre os quilômetros 613,9 e 615,1. Nessa etapa, serão fechadas temporariamente as rotatórias da Rua Filinto Muller com a Rua Joaquim H. R. Rosa e da Avenida Getúlio Vargas com a Rua Marechal Floriano.
Ficarão liberadas as rotatórias da Avenida Campo Grande e da Rua Marechal Floriano com a Rua João Evangelista Rosa, que poderão ser usadas como rotas alternativas para a travessia da rodovia.
Na etapa final, em 12 de junho, das 6h30 às 16h30, os trabalhos serão realizados entre os quilômetros 614,9 e 616,4. Nessa fase, estarão temporariamente fechadas as rotatórias da Avenida Campo Grande e da Rua Marechal Floriano com a Rua João Evangelista Rosa.
Os acessos pela Rua Filinto Muller, pela Rua Joaquim H. R. Rosa e pela Avenida Getúlio Vargas permanecerão liberados para a circulação dos veículos.
A Motiva Pantanal orienta os motoristas a redobrarem a atenção à sinalização, respeitarem os limites de velocidade e programarem os deslocamentos com antecedência.
Segundo a concessionária, as intervenções são necessárias para manter a qualidade da infraestrutura da BR-163/MS.