quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
• 3 ovos
• 1 xícara de açúcar
• 1 colher (sobremesa) de sal
• 2 envelopes de fermento granulado para pão
• 1 Kg de farinha de sêmola
• 500 ml de coalhada (obtém-se misturando o leite morno com o suco de meio limão siciliano)
• 250 ml de óleo
• 1 xícara extra de farinha (pode ser de trigo)
Recheio:• 400 g de filezinhos de peito de galinha
• 300 ml de água
• Sal a gosto
• 1 dente de alho
• ½ cebola em pedaços grandes
• ½ colher (sobremesa) de orégano
• ½ colher (sobremesa) de Mangerona
• 1 colher (sobremesa) de louro em pó
• 1 pitada de coentro em grãos, moídos
• 1 pitada de noz moscada em pó
• 1 pitada de pimenta do Reino moída na hora
• 300 ml de molho de tomates peneirado
• 1 a 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
Guarnição:• 200 g de catupiry
• ½ cebola pequena picada
• 2 gemas para pincelar a massa
modo de preparo Modo de fazerComece preparando a massa, pois ela terá de repousar para crescer. Misture os ingredientes secos numa tigela funda.
Amorne o leite (2 minutos no micro-ondas) e misture o suco de limão. Misture também o óleo e os ovos. Junte aos demais ingredientes. Misture com colher de pau e termine de misturar com as mãos. Sove a massa algumas vezes até ela estar homogênea e macia como um travesseiro fofo. Caso ainda esteja pegajosa, acrescente um pouco da farinha extra até que a massa se desprenda dos dedos. Polvilhe um pouco de farinha sobre a massa, cubra com papel filme e deixe crescer por 2 horas ou até dobrar de volume (em locais quentes, a massa cresce mais rápido).
Enquanto a massa cresce, prepare o recheio; Leve os filezinhos ao fogo, em panela de pressão, com a água temperada com sal, um dente de alho e meia cebola média. Conte 10 minutos depois de a panela começar a chiar. Retire do fogo, despressurize e abra a panela. Desfie os filezinhos (basta cutucá-los com a colher de pau). Junte o molho de tomates e os temperos. Acerte o sal, se necessário. Deixe refogar um pouco até secar parcialmente o caldo. Junte um punhado de farinha de trigo e mexa rapidamente para dar consistência ao recheio.
Montagem:Tome porções da massa e faça rolos com ela. Parta os rolos em fatias grossas de ± 1 cm de espessura. Amasse cada porção, novamente, para que fique homogênea e sem bolhas e abra em formato circular (não use rolo de massa). No centro do círculo, coloque uma porção generosa de recheio, um punhadinho de cebolas picadas e ± 2 cm de catupiry (corte uma das pontas da embalagem e use como bico de confeitar). Feche a massa como esfiha, ou quadrada ou triangular. Arrume em assadeira forrada com papel alumínio. Pincele-as com as gemas misturadas com um pouquinho de óleo e asse a 200°C por ± 20 minutos ou até dourarem. Retire do forno e deixe esfriar antes de retirar da assadeira.
Se desejar esfihas abertas, dobre as beiradas da massa como se fosse pizza com borda. Aplique o recheio no pratinho de massa que se formou e asse da mesma forma.
Aléx Viana
Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do...
14 de fevereiro de 2025
Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do mundo, com mais de 800 mil pessoas presas no sistema penitenciário.
A consequência desse punitivismo exacerbado está no crescente número de demandas judiciais nos Tribunais Superiores, para se ter uma ideia o STF julgou mais HCs nos últimos 15 anos do que nos 100 primeiros anos de sua existência. No ano 2000 o STF recebeu 970 HCs, já em 2023 recebeu 2.760. O STJ no ano 2000 recebeu 3.087, e, em 2023 recebeu 18.227 HCs. Portanto é inquestionável que a demanda dos Tribunais Superiores aumentou consideravelmente.
Esse aumento da demanda vem motivando muitas reclamações dos Ministros. Mas o problema não é a demanda em si, mas, sim, a causa dela. Não existe na nossa cultura jurídica uma cultura de respeito aos precedentes judiciais, vou além, não existe uma cultura de respeito a Constituição e ao Código de Processo Penal. Após 35 anos da promulgação da Constituição de 1988 ainda se discute nos Tribunais o direito da defesa ter acesso aos autos.
No Brasil os direitos e garantias fundamentais do ser humano não são respeitados, aqui se pratica uma prestação jurisdicional personalíssima, onde o juiz cria uma norma processual própria. Até as prerrogativas da advocacia são transgredidas todos os dias, inclusive pelo STF. Réu e Advogado são tratados como inimigos de Estado.
Mas qual a razão dessa cultura? Certamente a razão mais significativa é a aporofobia, o ódio do sistema em desfavor do pobre. É impossível visualizar os dados e não enxergar que a desigualdade social e a ignorância do povo são as maiores condicionantes da nossa situação atual.
A matéria penal mais tratada no âmbito jurisdicional é relacionada ao tráfico de drogas, nela podemos observar que somente 11,25% das prisões por tráfico advém de investigações prévias, 88,75% advém de prisão em flagrante, desse número 75% são realizados pela polícia militar, e, somente, 15,49% são realizados pela polícia civil. Em suma o sistema enxuga gelo através da polícia militar prendendo peão. (Sentenciando o tráfico: o papel dos juízes no grande encarceramento / Marcelo Semer. – 1.ed. – São Paulo : Trirant lo Blanch, 2019, p. 158/159)
Como o sistema penal mira somente o pobre, o que é inquestionável ao se observar os dados, vigora no país a ideia de que a vida do pobre não tem muito valor, é por isso que a regra em primeira e segunda instância é prender e deixar preso, é por isso que vigora a ideia de que os fins justificam os meios, em que os direitos e garantias fundamentais são relativizados em prol da punição.
É impossível não rememorar Victor Hugo em “O ÚLTIMO DIA DE UM CONDENADO”, que no prefácio se critica que a abolição da guilhotina ocorreu para salvar nobres, isto é, enquanto os guilhotinados eram pobres estava tudo bem: “Se a tivessem proposto, essa desejável abolição, não por conta de quatro ministros despencados das Tuileries em Vincennes, mas por conta do primeiro salteador vindo, por conta de um desses miseráveis que os senhores mal olham quando cruzam com eles na rua, a quem não dirigem a palavra, cujo convívio empoeirado evitam instintivamente, um desse miseráveis, cuja infância maltrapilha correu descalça por ruas lamacentas (...)”.
Assim, não há dúvida que estamos vivendo um choque entre a ideia classista e punitivista do andar de baixo e a ideia progressista do andar de cima. Enquanto o STJ e o STF não efetivamente solidificar a cultura de precedentes, vamos continuar nessa queda de braço, que as instâncias inferiores saem ganhando quando os ministros não deferem de plano a liminar, haja vista o tempo que leva o julgamento do mérito de um HC.
Bispo
No quinto domingo do Tempo Comum, a Diocese de Coxim viveu uma forte experiência vocacional. No Centro Emaús, local de retiro, formação e oração, aconteceu...
14 de fevereiro de 2025
No quinto domingo do Tempo Comum, a Diocese de Coxim viveu uma forte experiência vocacional. No Centro Emaús, local de retiro, formação e oração, aconteceu o Encontro Diocesano de Catequese, reunindo mais de 120 catequistas para um momento de aprendizado e preparação. Com alegria e fé, esses catequistas se fortaleceram espiritualmente para mais um ano de missão, especialmente no acompanhamento das crianças que iniciarão sua caminhada cristã.
Além desse encontro formativo, a diocese também celebrou vocações específicas ao ministério sacerdotal. Dois novos seminaristas, Matheus e Edgar, ingressaram no Seminário Propedêutico, em Dourados, dando o primeiro passo concreto em sua caminhada de discernimento. Já o seminarista Paulo Henrique recebeu a ordem do leitorado, um grau da ordem menor, fortalecendo ainda mais seu compromisso com a Igreja. Com a graça de Deus, vemos as vocações florescerem em nossa diocese, um sinal da presença amorosa do Pai que continua a chamar operários para sua messe.
A palavra “vocação” vem do latim vocatio, onis, que significa chamada ou convite. A vocação é um dom da graça divina, que se manifesta de forma sutil em nossos corações, como um sussurro do Senhor. No entanto, essa chamada exige uma resposta, um “sim” generoso e consciente. Embora a vocação seja uma iniciativa de Deus, cabe a cada um acolhê-la e cultivá-la com oração e discernimento. Como nos ensina a Lumen Gentium, “a vocação de todos os fiéis é um chamado à santidade dentro da Igreja”.
Muitas vezes, reduzimos a vocação apenas ao chamado sacerdotal, mas a Igreja nos ensina que há diversas vocações, todas essenciais para a edificação do Reino de Deus. Além da vocação presbiteral, temos a vida consagrada, o matrimônio e até mesmo os diversos ministérios leigos, como o serviço catequético. Cada um, segundo seu carisma, é chamado a testemunhar Cristo no mundo, respondendo ao chamado divino com generosidade e fidelidade.
Diante dessa riqueza vocacional, somos convidados a rezar pelas vocações e a incentivar aqueles que sentem o chamado de Deus. Assim como Jesus disse a Simão Pedro: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca” (Lc 5,4), somos desafiados a confiar na vontade do Senhor e responder ao Seu chamado com coragem. E, para aqueles que hesitam, vale lembrar as palavras de Cristo: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens” (Lc 5,10).
Que possamos, como comunidade de fé, ser um solo fértil onde as vocações possam germinar e dar frutos. Que a graça do Espírito Santo fortaleça todos os que disseram “sim” ao chamado do Senhor, para que possam servir com amor e dedicação na missão que lhes foi confiada.
TV Divino, Pastoral da Comunicação da Catedral São José