terça, 16 de junho, 2026
(67) 99983-4015
O Tribunal de Contas da União (TCU) instaurou um processo para acompanhar e fiscalizar a utilização dos recursos do Sistema de Valores a Receber (SVR), conhecido como "dinheiro esquecido" em bancos, dentro do programa Desenrola Brasil 2.0.
A apuração foi motivada por uma representação apresentada pelo Ministério Público junto ao TCU (MPTCU), que questiona a destinação desses valores ao Fundo Garantidor de Operações (FGO), mecanismo que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa.
O processo será relatado pelo ministro Walton Alencar Rodrigues. Até o momento, o TCU informou que ainda não há decisão ou documentos públicos sobre o caso.
Conforme a legislação do Desenrola 2.0, as instituições financeiras deveriam transferir, até o fim de 2025, parte dos recursos não resgatados pelos clientes ao FGO. Segundo o Ministério da Fazenda, o montante repassado chegou a R$ 5,7 bilhões.
O fundo funcionará como uma garantia para as operações de renegociação, cobrindo eventuais inadimplências de pessoas físicas e empresas que aderirem ao programa. Enquanto isso, o Ministério da Fazenda ainda não se manifestou oficialmente sobre a investigação aberta pelo TCU.
Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a manutenção da suspensão da comercialização de determinados lotes de produtos de...
15 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a manutenção da suspensão da comercialização de determinados lotes de produtos de limpeza da marca Ypê fabricados antes de março e abril de 2026. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União e atinge itens como desinfetantes, detergentes lava-louças e sabões para roupas produzidos pela Química Amparo.
A medida faz parte do acompanhamento realizado pelo órgão regulador após uma fiscalização identificar falhas no cumprimento das normas de boas práticas de fabricação na unidade industrial da empresa, localizada em Amparo (SP). Embora a fabricante tenha corrigido as irregularidades e obtido autorização para retomar as atividades das linhas de produção, os lotes fabricados antes das adequações continuam proibidos até a conclusão das avaliações técnicas.
De acordo com a Anvisa, a restrição vale para todos os lotes com final 1 de determinados produtos produzidos antes das datas estabelecidas pela agência.
Entre os itens afetados estão os desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê, fabricados antes de 1º de março de 2026. Também permanecem suspensos os lava-louças Ypê, nas versões Clear, Green, Toque Suave e Enzimas Ativas, produzidos antes da mesma data.
A decisão ainda alcança os lava-roupas líquidos e em pó das marcas Ypê e Tixan, fabricados antes de 1º de abril de 2026. A medida inclui diversas versões comercializadas no mercado, como Combate Mau Odor, Cuida das Roupas, Antibac, Coco e Baunilha, Green, Express, Power Act, Premium, Maciez, Primavera e Tradicional.
Segundo a agência, a suspensão foi motivada pelo descumprimento de requisitos previstos na Resolução RDC nº 47/2013, norma que estabelece critérios para garantir a qualidade e a segurança na fabricação de produtos saneantes. As irregularidades foram constatadas durante uma inspeção realizada entre os dias 27 e 30 de abril deste ano.
Apesar da manutenção da restrição aos lotes antigos, a Anvisa informou que as análises apresentadas pela empresa comprovaram que a produção realizada após as correções atende aos padrões exigidos. Por esse motivo, apenas os produtos fabricados antes das datas definidas permanecem proibidos de serem comercializados, distribuídos ou utilizados.
Consumidores que possuam produtos incluídos na restrição devem verificar a identificação do lote na embalagem e acompanhar as orientações divulgadas pela fabricante e pelos órgãos de vigilância sanitária.
Pagamento
Os trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos nascidos nos meses de julho e agosto passam a receber, nesta segunda-feira (15), uma nova parcela do abono salarial PIS/Pasep...
15 de junho de 2026
Os trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos nascidos nos meses de julho e agosto passam a receber, nesta segunda-feira (15), uma nova parcela do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base de 2024. O pagamento faz parte do calendário estabelecido pelo Governo Federal e beneficia milhões de brasileiros que atendem aos critérios do programa.
O valor do benefício pode chegar a um salário mínimo, sendo calculado de forma proporcional ao número de meses trabalhados com carteira assinada durante o ano-base. O dinheiro ficará disponível para saque até 30 de dezembro de 2026, prazo final para retirada dos recursos.
Para ter direito ao abono salarial, é necessário que o trabalhador tenha exercido atividade formal por pelo menos 30 dias em 2024, esteja inscrito no programa há, no mínimo, cinco anos e tenha recebido remuneração média mensal de até R$ 2.765,93 no período considerado.
Os trabalhadores da iniciativa privada recebem o benefício por meio do PIS, enquanto os servidores públicos têm acesso ao pagamento pelo Pasep, conforme o calendário oficial.
Quem deseja verificar se tem direito ao benefício, consultar o valor disponível ou conferir a data de pagamento pode utilizar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou acessar os serviços disponibilizados no portal do Governo Federal. As plataformas também permitem consultar eventuais valores de exercícios anteriores ainda disponíveis para saque.
O cronograma de pagamentos segue ao longo dos próximos meses, conforme o mês de nascimento dos beneficiários, garantindo a liberação gradual dos recursos previstos para o abono salarial de 2026.