quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Covid-19

A+ A-

SES confirma mais 3 mortes e total de vítimas do coronavírus chega a 75 em MS

No boletim de domingo (28), o número de mortes anunciado foi 72

Icone Calendário

29 de junho de 2020

Icone Autor

Midiamax

Continue Lendo...

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) confirmou domingo (28) o registro de mais três óbitos por Covid-19 em em Mato Grosso do Sul. Com os novos números, o Estado já alcança 75 vítimas da doença, sendo 8 em Campo Grande e 22 em Dourados.

De acordo com a SES, a 73ª vítima era um homem, de 71 anos, residente de Corumbá e sofria de hipertensão. Estava internado na Santa Casa de Corumbá desde 14 e junho e faleceu na noite de 27 de junho. Diagnóstico positivo para COVID-19 através de teste rápido.

A 74ª vítima era uma mulher de 88 anos, residente de Corumbá e era hipertensa. Notificada em 12 de junho. Estava internada desde 13 de junho na Santa Casa de Corumbá. Faleceu na madrugada deste domingo, 28 de junho.

A 75ª vítima era um homem, de 64 anos, morador de Dourados. Ele sofria de hipertensão e obesidade. Início dos sintomas em 02 de junho. Estava internado desde 06 de junho em Hospital privado de Dourados e foi notificado no mesmo dia. Diagnóstico positivo para COVID-19 em 11 de junho. Faleceu na madrugada deste domingo, 28 de junho.

Com a 75ª confirmação, o mês de junho já acumula 55 óbitos oficiais registrados em junho, contra 11 em maio, 8 em abril e apenas um em março. A macrorregião com maior número de casos segue sendo Dourados, sede representativa de 33 municípios daquela região, com 45 registros. A macrorregião de Campo Grande apresenta 12 óbitos, seguida por Três Lagoas (9) e Corumbá (9).

Segundo a SES, conforme o município de residência das vítimas, os óbitos estão distribuídos da seguinte maneira:

  • 22 em Dourados (um óbito ocorrido em TO)
  • 8 em Campo Grande
  • 5 em Três Lagoas
  • 9 em Corumbá
  • 4 em Itaporã
  • 3 em Ponta Porã
  • 2 em Batayporã
  • 2 em Brasilândia
  • 2 em Fátima do Sul
  • 2 em Guia Lopes da Laguna
  • 2 em Paranaíba
  • 2 em Rio Brilhante
  • 2 em Vicentina (um no Estado de SP)
  • 1 em Amambai
  • 1 em Anastácio
  • 1 em Douradina
  • 1 em Deodápolis
  • 1 em Glória de Dourados
  • 1 em Iguatemi
  • 1 em Itaquirai
  • 1 em Naviraí
  • 1 em Nova Andradina
  • 1 em Sidrolândia
  • Saúde

    Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

    Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...

    Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

    3 de junho de 2026

    Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

     

    Continue Lendo...

    Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.

    Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.

    A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

    Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.

    A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.

    Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.

    Entre os mais comuns estão:

    Dor muscular persistente em várias partes do corpo

    Fadiga intensa

    Sensação de cansaço ao acordar

    Distúrbios do sono

    Dores de cabeça frequentes

    Rigidez muscular

    Formigamentos

    Ansiedade e depressão

    Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".

    Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.

    Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.

    Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.

    Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.

    O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.

    Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.

    Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.

    Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.

    Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.

    Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.

    Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.

    Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.

     

    Saúde

    MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

    Boletim da SES também aponta 83 casos confirmados da doença em gestantes e dois óbitos em investigação.

    MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

    2 de junho de 2026

    MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

     

    Continue Lendo...

    Mato Grosso do Sul já registrou 12.841 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 6.845 foram confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os dados constam no boletim epidemiológico referente à 21ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na segunda-feira (1º).

    Segundo o levantamento, 21 mortes causadas pela doença foram confirmadas em municípios do Estado. Outros dois óbitos seguem em investigação.

    Óbitos foram registrados em sete municípios

    De acordo com a SES, os óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do SulDouradinaGuia Lopes da Laguna e Itaporã.

    Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade.

    O boletim também registra 83 casos confirmados de chikungunya em gestantes.

    Dengue soma mais de 5 mil casos prováveis

    Em relação à dengue, Mato Grosso do Sul contabiliza 5.134 casos prováveis da doença em 2026. Deste total, 1.184 foram confirmados.

    Até o momento, não há mortes confirmadas por dengue no Estado, embora dois óbitos permaneçam em investigação.

    Nos últimos 14 dias, os municípios de Ladário, Brasilândia, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Miranda e Corumbá registraram baixa incidência de casos confirmados da doença.

    Mais de 223 mil doses contra dengue foram aplicadas

    O boletim aponta ainda que 223.322 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas no público-alvo em Mato Grosso do Sul.

    Segundo a SES, o Ministério da Saúde encaminhou ao Estado 241.030 doses do imunizante.

    O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

    Vacinação é destinada a crianças e adolescentes

    A vacina é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

    De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, essa é a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

    A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento médico.