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Secretaria de Saúde muda de endereço em fevereiro e Policlínica de Coxim será ampliada

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27 de janeiro de 2026

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Glenda Melo

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A Secretaria Municipal de Saúde de Coxim passará a funcionar em um novo endereço a partir do mês de fevereiro. A estrutura será transferida para um prédio localizado na Rua Mário Bacha, em frente à Igreja Adna, antigo Centro de Saúde Dona Alzira. A mudança tem como principal objetivo centralizar serviços e permitir a ampliação da Policlínica Municipal.

Atualmente, a Secretaria funciona anexa à Policlínica, na Rua Santo Antônio, nº 398, Vila Santo Antônio. Com a mudança, o novo prédio também vai abrigar o Almoxarifado da Saúde, reunindo setores importantes em um único espaço e melhorando a organização dos serviços oferecidos à população. Até a conclusão da transferência, os atendimentos seguem normalmente no endereço atual.

Com a saída da Secretaria do espaço anexo, a área será incorporada à Policlínica, possibilitando a instalação de novas especialidades médicas e equipamentos, com atenção especial ao atendimento de mulheres e gestantes.

A secretária municipal de Saúde, Fernanda Berigo, explicou que a mudança acompanha o crescimento da demanda no município.

“Nós temos observado um aumento significativo na procura por atendimentos especializados. Essa reorganização nos permite ampliar as especialidades, melhorar a estrutura e oferecer mais conforto e qualidade no atendimento à população, especialmente às mulheres e gestantes”, destacou.

Entre os serviços que passam a ganhar espaço estão exames como eletrocardiograma, cardiotocografia e outras especialidades clínicas. A cardiotocografia é um exame importante no acompanhamento da gestação, permitindo monitorar os batimentos cardíacos do bebê, seus movimentos e as contrações uterinas, de forma segura e não invasiva.

O novo prédio da Secretaria também contará com sala de espera mais ampla e adequada, visando reduzir aglomerações e organizar melhor os atendimentos relacionados a consultas, exames e transporte de pacientes.

O prefeito Edilson Magro ressaltou que a mudança faz parte de um planejamento maior da administração municipal para otimizar o uso dos prédios públicos.

“Estamos reorganizando os espaços do município para garantir mais eficiência no atendimento e melhores condições de trabalho aos servidores. Já fizemos mudanças em vários setores e, agora, a Saúde também entra nesse processo, sempre pensando no benefício direto à população”, afirmou o prefeito.

Segundo a Prefeitura, a previsão é que a transferência seja realizada ao longo do mês de fevereiro, marcando uma nova etapa para a saúde pública de Coxim, com serviços mais integrados, estrutura ampliada e atendimento mais humanizado.

Saúde/Coxim

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A...

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

25 de julho de 2026

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

 

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Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A equipe do Serviço de Assistência Especializada (SAE) promove uma ação especial da campanha Julho Amarelo, voltada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce das hepatites virais.

A mobilização acontece até as 11h, na Praça João Ferreira de Albuquerque (antiga Concha Acústica), em sistema drive-thru, facilitando o acesso da população aos serviços oferecidos.

Durante a ação, os moradores podem realizar gratuitamente testes rápidos para hepatites B e C. Além dos exames, profissionais da saúde estão orientando a população sobre as formas de transmissão, medidas de prevenção e a importância do diagnóstico precoce.

O atendimento é realizado de forma rápida e sigilosa, permitindo que motoristas e pedestres participem da campanha sem necessidade de agendamento.

As hepatites virais costumam evoluir de forma silenciosa, fazendo com que muitas pessoas convivam com a doença sem apresentar sintomas por longos períodos. Por isso, os profissionais de saúde reforçam que a realização dos testes é uma das principais estratégias para identificar a infecção ainda nas fases iniciais.

Quando descoberta precocemente, a doença pode ser acompanhada e tratada, reduzindo significativamente o risco de complicações, como cirrose e câncer de fígado.

A ação integra a programação do Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre as hepatites virais em todo o país. Além da testagem, a campanha busca ampliar o acesso à informação e incentivar hábitos que ajudam a prevenir a transmissão dos vírus.

A Secretaria Municipal de Saúde convida os moradores que ainda não realizaram o exame a aproveitarem a iniciativa neste sábado. A participação é gratuita e representa uma oportunidade de cuidar da saúde e contribuir para o diagnóstico precoce da doença.

Saúde

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

24 de julho de 2026

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

 

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A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.

A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.

Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.

Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.

Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.

Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.

Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.

O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.

Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.

A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.

Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.

Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.

Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.