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SAMU de Coxim registra 80 atendimentos em novembro de 2025

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7 de dezembro de 2025

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Glenda Melo

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Coxim, em Mato Grosso do Sul, realizou 80 ocorrências durante o mês de novembro de 2025, conforme levantamento oficial do setor. Os dados confirmam o papel essencial da equipe no atendimento rápido a situações de emergência em diferentes áreas da saúde, com predominância de casos clínicos. 

Do total de atendimentos, 47 foram ocorrências clínicas, principal demanda enfrentada pelas equipes. Além disso, o mês registrou 7 ocorrências com vítimas de acidentes de trânsito, 5 atendimentos pediátricos, 5 casos de agressão física, 2 ocorrências obstétricas e 1 atendimento psiquiátrico. Ainda constam no relatório uma recusa de atendimento e um paciente removido por terceiros. Outras 5 chamadas foram canceladas (QTA) após a verificação da situação. 

Em relação a casos envolvendo armas ou acidentes com animais peçonhentos, não houve registros de ocorrências por arma de fogo, arma branca, intoxicações por medicamentos ou produtos químicos, nem acidentes com animais. Entre os traumas, foram contabilizados 3 casos de queda da própria altura e 1 queda de bicicleta, sem registros de quedas de locais elevados. 

O boletim também aponta dois óbitos em ambiente clínico atendidos pela equipe e duas ocorrências na zona rural, reforçando a cobertura do serviço tanto na área urbana quanto em regiões mais afastadas do município. 

Quanto aos horários de maior demanda, o período noturno concentrou o maior número de atendimentos, com 31 registros, seguido da manhã, com 30 ocorrências, e da tarde, com 19. A totalidade das chamadas foi realizada pelo telefone 192. Dos locais de ocorrência, 15 atendimentos aconteceram em vias públicas, enquanto não houve registros em escolas ou postos de saúde. 

O gerente municipal do SAMU em Coxim, Denilson Moreira Lopes, destacou a dedicação das equipes e a importância do serviço para a população. “Cada atendimento representa um esforço conjunto de profissionais preparados para agir com rapidez e precisão, muitas vezes em situações críticas. Nosso compromisso é garantir que o socorro chegue no menor tempo possível, salvando vidas e reduzindo sequelas”, afirmou. 

Denilson também ressaltou a necessidade de prevenção para diminuir a demanda por chamadas de emergência. “Grande parte das ocorrências poderia ser evitada com mais conscientização no trânsito, combate à violência e cuidado com a saúde diária. Investir em prevenção é tão importante quanto manter nossas equipes prontas para atender”, completou. 

A análise dos dados evidencia a importância do SAMU no suporte emergencial à população de Coxim, especialmente em atendimentos clínicos e em situações envolvendo acidentes de trânsito e violência, reforçando a necessidade de ações contínuas voltadas à educação, segurança e promoção da saúde no município. 

Saúde/Coxim

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A...

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

25 de julho de 2026

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

 

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Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A equipe do Serviço de Assistência Especializada (SAE) promove uma ação especial da campanha Julho Amarelo, voltada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce das hepatites virais.

A mobilização acontece até as 11h, na Praça João Ferreira de Albuquerque (antiga Concha Acústica), em sistema drive-thru, facilitando o acesso da população aos serviços oferecidos.

Durante a ação, os moradores podem realizar gratuitamente testes rápidos para hepatites B e C. Além dos exames, profissionais da saúde estão orientando a população sobre as formas de transmissão, medidas de prevenção e a importância do diagnóstico precoce.

O atendimento é realizado de forma rápida e sigilosa, permitindo que motoristas e pedestres participem da campanha sem necessidade de agendamento.

As hepatites virais costumam evoluir de forma silenciosa, fazendo com que muitas pessoas convivam com a doença sem apresentar sintomas por longos períodos. Por isso, os profissionais de saúde reforçam que a realização dos testes é uma das principais estratégias para identificar a infecção ainda nas fases iniciais.

Quando descoberta precocemente, a doença pode ser acompanhada e tratada, reduzindo significativamente o risco de complicações, como cirrose e câncer de fígado.

A ação integra a programação do Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre as hepatites virais em todo o país. Além da testagem, a campanha busca ampliar o acesso à informação e incentivar hábitos que ajudam a prevenir a transmissão dos vírus.

A Secretaria Municipal de Saúde convida os moradores que ainda não realizaram o exame a aproveitarem a iniciativa neste sábado. A participação é gratuita e representa uma oportunidade de cuidar da saúde e contribuir para o diagnóstico precoce da doença.

Saúde

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

24 de julho de 2026

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

 

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A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.

A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.

Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.

Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.

Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.

Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.

Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.

O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.

Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.

A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.

Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.

Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.

Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.