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Prefeitura de Rio Verde realizou mutirão de atendimento de saúde na Colônia São Luiz

A prefeitura de Rio Verde de Mato Grosso-MS, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nos dias 26 e 27, um mutirão de atendimento de saúde na Colônia São Luiz, comunidade rural do município obedecendo a um novo cronograma de atendimento junto à população rural.

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30 de janeiro de 2019

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Victor Currales

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A prefeitura de Rio Verde de Mato Grosso-MS, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nos dias 26 e 27, um mutirão de atendimento de saúde na Colônia São Luiz, comunidade rural do município obedecendo a um novo cronograma de atendimento junto à população rural.
A ação faz parte do “Projeto Pantanal – Saúde em Ação”, comandada pelo Secretário Municipal de Saúde, Dr. José Odorico de Oliveira Almeida e visa valorizar a cidadania, oferecer assistência à população da zona rural.
A ação contou com serviços como consultas médicas, consultas de enfermagem, atendimento com dentista, aferição da pressão arterial, glicemia capilar, testes rápidos de Hepatite B, Sífilis e HIV, coleta de sangue para sorologia de leishmaniose, busca e captura de barbeiro, exames de prevenção câncer de colo e mamas, além da entrega de medicamentos.
Os atendimentos tiveram início na manhã do sábado (26) e se estenderam até as 15h00 do domingo (27), finalizando com o torneio de futebol que mobilizou toda a região, transformando o evento numa grande festa.
Estiveram envolvidos com os trabalhos um médico, duas dentistas, uma veterinária, enfermeiras Padrão, técnicas de enfermagem, coordenadores de setor como a imunologia, controle de vetores, administrativos e uma agente comunitária local.
Centenas de pessoas estiveram presentes no “Projeto Pantanal – Saúde em Ação”, que tem como finalidade garantir a universalização e acesso aos serviços públicos de saúde tanto na zona urbana quanto na zona rural de Rio Verde com estratégias preventivas numa restruturação administrativa para superar o desafio das desigualdades de acesso.
Mais do que os atendimentos, a ação está levando a saúde para mais perto do cidadão, resgatando a cidadania e os diretos básicos de saúde, bem estar e lazer. Para a Enfermeira e Coordenadora de Programas e Educação em Saúde, Maria José Camargo, é preciso continuar com o projeto no sentido de promover o cuidado para as pessoas da zona rural com a qualidade que está sendo executado. “Ouvi relatos por exemplo, de mulheres que não faziam exames preventivos há mais de 5 anos por falta de oportunidade e isso nos deixa felizes com o resultado alcançado com esta ação, muitas pessoas foram atendidas e saíram satisfeitas com o atendimento e isto é o que importa.” Comentou satisfeita Maria José.
Outro importante trabalho realizado na ação, foi a da odontologia que apesar da dificuldade em se transportar cadeira odontológica, compressor e outros equipamentos inerentes para o Pantanal, foram atendidas pacientes de todas as idades, gestantes e até mesmo pessoas que nunca tinham recebimento atendimento odontológico e nem eram usuários do SUS-Sistema único de Saúde. “Foi uma ação muito gratificante e desafiadora, pois grande parte dos pacientes tem dificuldades para se deslocarem até Rio Verde”, contou-nos a Cirurgiã Dentista Elisclay Helian Silva.
A população de forma geral agradeceu ao prefeito Mario Kruger e ao secretário de Saúde, José Odorico de Oliveira Almeida, especialmente para a Senhora Juracy da Costa de 83 anos e há 43, moradora do local que elogiou a retomada dos atendimentos de Saúde na Colônia, levando-se em conta que a comunidade estava precisando disso. “Há bastante tempo estávamos aguardando este benefício. Temos, então, a partir de agora, uma alternativa para o tratamento da nossa saúde”, aqui mesmo destacou ela.
Além de atividades de saúde, realizados por equipe multidisciplinar, foram ofertadas ainda várias atividades para as crianças, como música, momentos de descontração, pula-pula, algodão doce, pirulitos entre outros serviços.
Segundo a Secretaria de Saúde, as ações devem ser continuadas e a pretensão é de identificar nas áreas urbanas e rurais dos ESFs, o que cada local necessita no quesito da saúde, de maneira a desenvolver ações nessas áreas de forma contínua e programada.
Para o secretário de Saúde José Odorico de Oliveira Almeida (Zezinho), este tipo de ação é de grande importância “É uma ação de extrema importância, levando em conta as dificuldades que a população rural tem de ir até a cidade em busca de atendimento médico. Por isso, sensibilizados a com essa situação e com a apoio do prefeito Mario Kruger realizamos essas demandas como Projeto Pantanal que pretendemos levar a outras comunidades rurais do município”, salientou o secretário, agradecendo sobretudo a disposição e empenho de toda a equipe para a realização do evento.
O prefeito Mario Kruger (PSC), esteve acompanhando toda a ação e falou da importância da mesma. “Destaco ser de muita relevância essas ações nas comunidades rurais para que o produtor ou o cidadão que mora no local, saiba o quanto é importante fazer a prevenção e cuidar da saúde. Estamos felizes de ver a adesão da população neste projeto e já estamos programando a vinda de profissionais em Saúde pelo uma vez por mês para atender a população da Colônia São Luiz”, afirmou o prefeito Mario Kruger.
Participaram do evento o Além do Prefeito Mario Kruger, o Secretário Municipal de Saúde, José Odorico de Oliveira Almeida, a Assessora Especial de Esporte Jéssica Vaz, O Coordenador da equipe RVMS FUTSAL, João Paulo Mota Caetano, que coordenou o torneio de futebol Socyet, Vereador Vitor Hugo Wormsbeker e a equipe do Creas e Coordenadoria de Políticas Públicas da Mulher, disponibilizadas pela Secretária Municipal de Assistência Social e Vice-Prefeita Dinalvinha Gomes Viana, que prestigiaram a ação e levaram informações à população da localidade e grande parte da população do local. 

Saúde

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

3 de junho de 2026

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

 

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Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.

Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.

A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.

Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.

Entre os mais comuns estão:

Dor muscular persistente em várias partes do corpo

Fadiga intensa

Sensação de cansaço ao acordar

Distúrbios do sono

Dores de cabeça frequentes

Rigidez muscular

Formigamentos

Ansiedade e depressão

Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".

Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.

Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.

Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.

Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.

O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.

Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.

Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.

Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.

Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.

Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.

Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.

Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.

 

Saúde

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

Boletim da SES também aponta 83 casos confirmados da doença em gestantes e dois óbitos em investigação.

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

2 de junho de 2026

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

 

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Mato Grosso do Sul já registrou 12.841 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 6.845 foram confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os dados constam no boletim epidemiológico referente à 21ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na segunda-feira (1º).

Segundo o levantamento, 21 mortes causadas pela doença foram confirmadas em municípios do Estado. Outros dois óbitos seguem em investigação.

Óbitos foram registrados em sete municípios

De acordo com a SES, os óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do SulDouradinaGuia Lopes da Laguna e Itaporã.

Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade.

O boletim também registra 83 casos confirmados de chikungunya em gestantes.

Dengue soma mais de 5 mil casos prováveis

Em relação à dengue, Mato Grosso do Sul contabiliza 5.134 casos prováveis da doença em 2026. Deste total, 1.184 foram confirmados.

Até o momento, não há mortes confirmadas por dengue no Estado, embora dois óbitos permaneçam em investigação.

Nos últimos 14 dias, os municípios de Ladário, Brasilândia, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Miranda e Corumbá registraram baixa incidência de casos confirmados da doença.

Mais de 223 mil doses contra dengue foram aplicadas

O boletim aponta ainda que 223.322 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas no público-alvo em Mato Grosso do Sul.

Segundo a SES, o Ministério da Saúde encaminhou ao Estado 241.030 doses do imunizante.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

Vacinação é destinada a crianças e adolescentes

A vacina é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, essa é a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento médico.