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Os erros mais comuns no uso de máscaras; saiba como usar corretamente

O Ministério da Saúde recomenda desde o início de abril, o uso de máscaras para diminuir o risco de contaminação pelo novo coronavírus (Covid-19). Podem ser como tecido, costurados em casa ou como descartáveis. Já como cirúrgicas, devem permanecer restritas a médicos e profissionais de enfermagem. As informações são do portal Bem Estar. 

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4 de maio de 2020

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Correio do Estado

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O Ministério da Saúde recomenda desde o início de abril, o uso de máscaras para diminuir o risco de contaminação pelo novo coronavírus (Covid-19). Podem ser como tecido, costurados em casa ou como descartáveis. Já como cirúrgicas, devem permanecer restritas a médicos e profissionais de enfermagem. As informações são do portal Bem Estar. 

É importante que todos usem a máscara da forma correta: cobrando completamente o nariz e a boca, sem os lados laterais. Segundo infectologistas, manuscrito ou descartar o equipamento de forma errada pode aumentar o risco de contaminação.

Entenda quais são os cuidados necessários ao usar máscara:

Não deixe o nariz ou a boca expor

A máscara funciona como uma barreira: quem já está contaminado não vai espalhar gotículas com vírus ao falar, jogar ou espirrar, por exemplo. E aqueles que usam também usam uma proteção no rosto para que as mucosas da boca e o nariz não entrem em contato com as contaminações.

Em resumo, portanto, uma função da máscara é cobrir como "portas de entrada e saída" de vírus no organismo. Daí vem a importância de nunca esquecer os lábios e como narinas expostos.

Para que a proteção seja eficaz, o ideal é que oculte o nariz inteiro e desça até o queixo, de modo que não sejam formados por vãos por onde as partículas podem entrar. O equipamento não se move pelo rosto - vai moldar-se a ele.

“Quem usa óculos sabe que é incômodo, porque as lentes embaçam. Mas não tem jeito. Se descermos o tecido para o meio do nariz, a fixação não será perfeita ”, afirma Celso Granato, infectologista e diretor clínico do Grupo Fleury.

Ele mencionou que alguns modelos têm um arame flexível por dentro, que devem ficar abaixo da região entre as sobrancelhas. É mais uma forma de moldar a máscara ao rosto.

Não use máscaras largas para o seu rosto

No caso de máscaras de tecido, os artesãos costumam perguntar se são usados ​​por adultos ou crianças, apenas para fabricar com tamanho adequado.

Mesmo assim, é possível que o equipamento fique largo nas laterais do rosto. O infectologista Jean Gorinchteyn, do Hospital Emílio Ribas, recomenda que seja feito um nó nos elásticos ou na corda.

“A vedação precisa ficar completa. Mas é importante que o ajuste seja feito ainda em casa, com as mãos limpas. Não adianta fazer a adaptação no transporte público. Além de uma pessoa ficar exposta ao vírus enquanto mexe na máscara, vai usar sem higienização correta ”, diz.

Não canse uma máscara e deixe-a no queixo

Para tirar uma máscara por pouco tempo - para beber água, por exemplo -, não puxe para o queixo. Primeiramente, porque, ao fazer isso, você pode colocar parte do tecido, que pode estar contaminado. O ideal é tocar nas cordinhas ou no elástico.

Além disso, existe o risco de uma máscara se inverter, ao ser retirado do eixo e posicionado novamente no rosto. “Uma parte externa, que pode estar com vírus, pode virar para dentro e ficar em contato com a pele, apenas na área das mucosas. Ocorreria a contaminação ”, explica Jean.

Não apoie a máscara em mesas.

Quando for fazer uma pausa para uma refeição, por exemplo, poderá colocar uma máscara sobre uma mesa: a superfície pode estar contaminada. “Ainda mais em ambientes de uso comum, como cafeterias de empresas, há risco de contágio. O ideal é guardar uma máscara em um saquinho limpo ”, explica Granato.

Caso seja um intervalo rápido, canse uma máscara de trás para frente, toque apenas nos elásticos e segure-a (sempre evitar encostar em parte do tecido). Depois, recoloque-a, também pelos elásticos.

Não encoste na máscara, só nos elásticos

Conforme explicado acima, deve evitar tocar na parte de tecido da máscara. Suponha que você esteja em um transporte público e que esteja contaminado, sem usar o equipamento de proteção, a uma curta distância. Um rosto externo de sua máscara captura com gotículas que capturam ou vírus.

Se você tocar nessa parte, seja para ajeitar ou tecido ou tirar / colocar uma máscara, contamine suas mãos. Ao usar os olhos, pode contrair uma doença. Ou, se você encontrar outros objetos, espalhará o vírus e poderá infectar outras pessoas.

Lave bem como mãos antes e depois de colocar e tirar uma máscara.

Use água e sabão ou álcool gel para higienizar como mãos sempre que colocar, ou tirar uma máscara. Veja o passo a passo:

Ao descartar uma máscara, coloque-a em um saco.

Se sua máscara for descartável, coloque-a sempre dentro de um saco (papel ou plástico) antes de correr na lixeira. Isso evita que alguém, ao coletar o lixo, encontre uma máscara contaminada e se infecte.

Troque a máscara de 2 em 2 horas

As máscaras devem ser trocadas com frequência: duas em duas horas ou sempre que ficarem úmidas. Se você atirar ou espirrar, por exemplo, lave bem como mãos, tire o equipamento da forma correta e envie-a para um saco (se for para um tecido, lave-a). Higienize como mãos novamente e coloque uma nova máscara.

Como máscaras de tecido devem ser higienizadas com água e sabão. Outra opção é selecionar o molho por cerca de 20 minutos, em uma solução com 10 ml de água sanitária e meio litro de água. Se você quiser, pode usar um ferro quente para reforçar a esterilização.

E atenção: não misture uma máscara com demais peças de roupa. Lave-a personalizadas.

Saúde

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

3 de junho de 2026

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

 

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Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.

Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.

A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.

Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.

Entre os mais comuns estão:

Dor muscular persistente em várias partes do corpo

Fadiga intensa

Sensação de cansaço ao acordar

Distúrbios do sono

Dores de cabeça frequentes

Rigidez muscular

Formigamentos

Ansiedade e depressão

Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".

Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.

Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.

Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.

Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.

O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.

Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.

Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.

Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.

Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.

Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.

Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.

Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.

 

Saúde

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

Boletim da SES também aponta 83 casos confirmados da doença em gestantes e dois óbitos em investigação.

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

2 de junho de 2026

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

 

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Mato Grosso do Sul já registrou 12.841 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 6.845 foram confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os dados constam no boletim epidemiológico referente à 21ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na segunda-feira (1º).

Segundo o levantamento, 21 mortes causadas pela doença foram confirmadas em municípios do Estado. Outros dois óbitos seguem em investigação.

Óbitos foram registrados em sete municípios

De acordo com a SES, os óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do SulDouradinaGuia Lopes da Laguna e Itaporã.

Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade.

O boletim também registra 83 casos confirmados de chikungunya em gestantes.

Dengue soma mais de 5 mil casos prováveis

Em relação à dengue, Mato Grosso do Sul contabiliza 5.134 casos prováveis da doença em 2026. Deste total, 1.184 foram confirmados.

Até o momento, não há mortes confirmadas por dengue no Estado, embora dois óbitos permaneçam em investigação.

Nos últimos 14 dias, os municípios de Ladário, Brasilândia, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Miranda e Corumbá registraram baixa incidência de casos confirmados da doença.

Mais de 223 mil doses contra dengue foram aplicadas

O boletim aponta ainda que 223.322 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas no público-alvo em Mato Grosso do Sul.

Segundo a SES, o Ministério da Saúde encaminhou ao Estado 241.030 doses do imunizante.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

Vacinação é destinada a crianças e adolescentes

A vacina é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, essa é a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento médico.