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Nova variante da Covid-19 acende alerta no Brasil e põe MS em estado de monitoramento

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14 de julho de 2025

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Glenda Melo / Diário do Estado

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Não temos um dia de paz queridos leitores Diário do Estado, tá puxado!!!!!!

Uma nova variante da Covid-19, batizada de Stratus (XFG), está mobilizando autoridades de saúde em todo o Brasil devido ao seu elevado potencial de transmissão. Até o momento, o Ministério da Saúde já confirmou dois casos em São Paulo e seis no Ceará, reacendendo o alerta para uma possível nova onda da doença no país. Cepa Stratus (XFG) tem alto poder de transmissão; casos já foram confirmados em São Paulo e Ceará

Embora Mato Grosso do Sul ainda não tenha registrado casos da nova cepa, os órgãos de saúde estaduais adotaram protocolos de vigilância ativa e passaram a monitorar hospitais, prontos-socorros e unidades de saúde em todos os municípios sul-mato-grossenses.

“Neste momento, não há motivo para pânico, mas é fundamental redobrar a atenção. A nova cepa apresenta alta transmissibilidade, e estamos acompanhando de perto qualquer alteração no número de casos ou no perfil dos atendimentos respiratórios”, informou, em nota, a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES-MS).

Identificada recentemente por pesquisadores em países da Europa e agora detectada no Brasil, a variante Stratus (XFG) chama atenção pela sua rapidez de propagação e por escapar parcialmente da resposta imunológica de pessoas já vacinadas ou previamente infectadas com outras variantes.

Apesar disso, ainda não há evidências conclusivas de que a cepa seja mais letal. Especialistas reforçam que as vacinas seguem sendo a principal arma contra formas graves da doença, e que manter o esquema vacinal atualizado é essencial.

Diante do cenário, o governo de Mato Grosso do Sul orientou todas as secretarias municipais de saúde de MS a reforçarem a testagem de casos suspeitos, além de priorizar o monitoramento de síndromes gripais e respiratórias nas unidades básicas e hospitais regionais.

A superintendência de vigilância da SES-MS também determinou uma revisão nos protocolos de isolamento e uso de máscaras em ambientes de risco, especialmente em hospitais, clínicas e instituições de longa permanência para idosos.

 

“Ainda não há casos em MS, mas é fundamental estarmos preparados para uma eventual chegada da variante. A vigilância precoce é o que pode evitar a disseminação descontrolada”, explicou um técnico da vigilância em saúde do estado.

As autoridades reforçam a importância de higienização frequente das mãos, evitar aglomerações em locais fechados, uso de máscaras em unidades de saúde e atualização da carteira vacinal, especialmente entre os grupos de risco como idosos, pessoas com comorbidades e imunossuprimidos.

A SES-MS também disponibilizou um canal para que unidades de saúde comuniquem aumento anormal no número de atendimentos respiratórios, o que pode indicar a circulação silenciosa da nova variante.

Casos confirmados da variante Stratus (XFG): 2 em São Paulo, 6 no Ceará

            Situação em MS: Sem casos até o momento, mas com monitoramento ativo

            Recomendações: Testagem em casos suspeitos, vacinação atualizada, atenção a sintomas gripais

A pandemia não acabou: mesmo com a queda nos números gerais, a vigilância constante e a responsabilidade coletiva seguem sendo fundamentais para proteger a saúde pública e evitar retrocessos.

Saúde/Coxim

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A...

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

25 de julho de 2026

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

 

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Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A equipe do Serviço de Assistência Especializada (SAE) promove uma ação especial da campanha Julho Amarelo, voltada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce das hepatites virais.

A mobilização acontece até as 11h, na Praça João Ferreira de Albuquerque (antiga Concha Acústica), em sistema drive-thru, facilitando o acesso da população aos serviços oferecidos.

Durante a ação, os moradores podem realizar gratuitamente testes rápidos para hepatites B e C. Além dos exames, profissionais da saúde estão orientando a população sobre as formas de transmissão, medidas de prevenção e a importância do diagnóstico precoce.

O atendimento é realizado de forma rápida e sigilosa, permitindo que motoristas e pedestres participem da campanha sem necessidade de agendamento.

As hepatites virais costumam evoluir de forma silenciosa, fazendo com que muitas pessoas convivam com a doença sem apresentar sintomas por longos períodos. Por isso, os profissionais de saúde reforçam que a realização dos testes é uma das principais estratégias para identificar a infecção ainda nas fases iniciais.

Quando descoberta precocemente, a doença pode ser acompanhada e tratada, reduzindo significativamente o risco de complicações, como cirrose e câncer de fígado.

A ação integra a programação do Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre as hepatites virais em todo o país. Além da testagem, a campanha busca ampliar o acesso à informação e incentivar hábitos que ajudam a prevenir a transmissão dos vírus.

A Secretaria Municipal de Saúde convida os moradores que ainda não realizaram o exame a aproveitarem a iniciativa neste sábado. A participação é gratuita e representa uma oportunidade de cuidar da saúde e contribuir para o diagnóstico precoce da doença.

Saúde

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

24 de julho de 2026

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

 

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A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.

A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.

Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.

Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.

Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.

Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.

Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.

O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.

Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.

A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.

Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.

Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.

Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.