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Vacinação contra a Covid-19

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MS recebe mais 32 mil doses da vacina contra Covid-19 e já prepara a distribuição aos municípios

A quarta remessa com 32 mil doses de vacina contra a Covid-19 chegou a Mato Grosso do Sul por volta das 14h30, no Aeroporto Internacional de Campo Grande. Com este novo repasse, o Estado chega a 222 mil doses enviadas pelo Ministério da Saúde, para a vacinação em 79 cidades.

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8 de fevereiro de 2021

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Comunicação Governo MS

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A quarta remessa com 32 mil doses de vacina contra a Covid-19 chegou a Mato Grosso do Sul por volta das 14h30, no Aeroporto Internacional de Campo Grande. Com este novo repasse, o Estado chega a 222 mil doses enviadas pelo Ministério da Saúde, para a vacinação em 79 cidades.

A nova remessa com doses do imunizante Coronavac, produzidas pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, chegou em voo comercial e já foi encaminhada para Secretaria Estadual de Saúde (SES), sob escolta da Polícia Federal, onde vai ficar armazenada, para depois ser distribuída aos municípios, a partir das 5h da manhã da segunda-feira (08).

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, destacou que a chegada das novas doses é mais um reforço na imunização da população e que o governo estadual está fazendo todos os esforços para que o Estado aumente o número de vacinados e assim conter a disseminação da doença.

Este novo lote vai seguir para os 79 municípios, sendo destinados para idosos acima de 80 anos e profissionais de saúde. “É mais um reforço para imunização para cuidarmos da nossa população. Nós estamos preparados para fazer a distribuição das doses na mesma velocidade das outras remessas e assim contribuir para imunização, que nesta fase estão os idosos e profissionais de saúde”, descreveu.

O Estado inclusive foi destaque nacional na rapidez como fez a distribuição das doses aos 79 municípios, nas primeiras remessas, dispondo de logística eficiente para que as vacinas estivessem à disposição da população. “Desta vez não será diferente e a distribuição já deve começar nesta madrugada de domingo para segunda e assim estar amanhã nas cidades”, informou o secretário.

Na primeira remessa com 158 mil doses que chegaram ao Estado, a distribuição foi em tempo recorde, chegando aos 79 municípios em menos de 24 horas. Em uma logística normal duraria duas semanas, no entanto o governo estadual conseguiu levar os imunizantes em menos de um dia. Este trabalho eficiente colocou Mato Grosso do Sul no primeiro lugar do País na distribuição das vacinas.

Rapidez

Governador Reinaldo quer agilidade na entrega aos municípios para que imunização seja mais rápida

O governador Reinaldo Azambuja declarou que tem pressa na imunização da população do Estado, para que mais pessoas fiquem imunes a doença e assim se reduza o número de mortes e função do coronavírus. “Tenho pressa para imunizar rápido a população. Quero acelerar a base vacinal no Estado e com isso diminuir o número de pessoas infectadas e salvar vidas”.

Também reafirmou que o governo estadual tem a disposição R$ 100 milhões disponíveis para a compra de vacinas contra covid-19. “O Estado está aberto para comprar qualquer vacina que tenha registro dos organismos internacionais e também da Anvisa. O problema é que não existe vacina disponível para ser vendida a nenhum estado brasileiro”, ponderou.

Enquanto trabalha para ampliar a vacinação no Estado, o governador Reinaldo Azambuja também segue com medidas de combate e prevenção contra o vírus, como a prorrogação por mais 15 dias do “toque de recolher”, que se estende das 22h até às   em todas as cidades do Estado.

Ainda reforça a necessidade da população continuar realizando as medidas de prevenção, como distanciamento social, uso de máscaras, higienização das mãos e  não participar de aglomerações. Desde o começo da pandemia em março do ano passado, o governador trabalha em conjunto com os prefeitos e autoridades sanitárias, para evitar o aumento da doença.

Vacinas

Mais 32 mil doses da CoronaVac foram entregues neste domingo (Saul Schramm)

Com a chegada da quarta remessa com 32 mil doses, Mato Grosso do Sul já recebeu 222 mil (vacinas), em quatro carregamentos enviados pelo Ministério da Saúde. A primeira (remessa) chegou no dia 18 de janeiro, com um lote de 158,7 mil doses da vacina Coronavac.

O segundo lote desembarcou no Estado em 24 de janeiro, com 22 mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford. Já o terceiro lote foi chegar ao Estado em 25 de janeiro, em um reforço de mais 10,2 mil doses da Coronavac. O governo de Mato Grosso do Sul trabalha para conseguir com mais rapidez a vinda dos imunizantes.

Além da distribuição das vacinas, Mato Grosso do Sul também é destaque nacional na aplicação dos imunizantes, estando entre os primeiros colocados em todo País na vacinação, quando é feita a contagem proporcional. No último levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), por meio do “Vacinômetro”, mostra que já foram aplicadas no Estado 71.688 doses de vacinas, o que representa o índice de 2,55% da população do Estado.

Saúde

SUS amplia proteção infantil com nova vacina contra pneumonia e meningite

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SUS amplia proteção infantil com nova vacina contra pneumonia e meningite

4 de junho de 2026

SUS amplia proteção infantil com nova vacina contra pneumonia e meningite

 

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As crianças brasileiras contarão com uma proteção mais abrangente contra doenças causadas pela bactéria pneumococo. A partir deste mês, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer a vacina Pneumocócica 20-valente (Pneumo 20) para o público infantil de até cinco anos de idade, reforçando a prevenção contra infecções que podem provocar complicações graves.

A nova vacina chega para ampliar a cobertura contra diferentes variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por enfermidades como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otites. Essas doenças representam uma das principais causas de internações hospitalares na infância e podem deixar sequelas permanentes ou até levar à morte em casos mais severos.

De acordo com o Ministério da Saúde, a principal vantagem do novo imunizante está na capacidade de proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria. A atualização da vacina busca acompanhar o perfil das cepas que mais circulam atualmente e que estão associadas aos casos mais graves da doença.

Além de reduzir o risco de infecções pulmonares e neurológicas, a vacina também auxilia na prevenção de quadros de otite média, uma inflamação frequente entre crianças pequenas que, quando não tratada adequadamente, pode comprometer a audição.

A incorporação da Pneumo 20 ao calendário vacinal faz parte da estratégia do governo federal para fortalecer a imunização infantil e diminuir a incidência de doenças evitáveis. As primeiras doses já começaram a ser distribuídas para os estados, que serão responsáveis pelo repasse aos municípios.

A expectativa é que as aplicações sejam iniciadas nas unidades básicas de saúde ainda neste mês, conforme a chegada dos imunizantes em cada região. Pais e responsáveis devem ficar atentos aos comunicados das secretarias municipais de saúde para acompanhar o cronograma de vacinação.

Especialistas reforçam que manter a caderneta de vacinação atualizada é uma das formas mais eficazes de proteger as crianças contra doenças potencialmente graves, contribuindo também para a redução da circulação de agentes infecciosos na população.

Saúde

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

3 de junho de 2026

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

 

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Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.

Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.

A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.

Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.

Entre os mais comuns estão:

Dor muscular persistente em várias partes do corpo

Fadiga intensa

Sensação de cansaço ao acordar

Distúrbios do sono

Dores de cabeça frequentes

Rigidez muscular

Formigamentos

Ansiedade e depressão

Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".

Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.

Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.

Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.

Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.

O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.

Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.

Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.

Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.

Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.

Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.

Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.

Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.