sábado, 20 de junho, 2026
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O avanço acelerado da chikungunya levou a prefeitura de Dourados a decretar situação de calamidade pública na saúde. A decisão foi oficializada ontem, segunda-feira (20) após a doença pressionar fortemente o sistema de atendimento do município.
De acordo com a administração municipal, o número de casos disparou e já ultrapassa 6 mil notificações prováveis, com alta taxa de confirmação, indicando ampla circulação do vírus. O aumento da demanda fez a rede de saúde operar acima da capacidade, com falta de leitos e dificuldade para atender pacientes, inclusive em estado mais grave.
O cenário se agravou ainda mais com o crescimento de outras doenças, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave, que também elevou as internações.
Inicialmente concentrada na reserva indígena, a chikungunya se espalhou por diversos bairros da cidade, ampliando a procura por unidades de saúde, hospitais e atendimentos de urgência.
Com o decreto, que terá validade de 90 dias, a prefeitura poderá adotar medidas emergenciais para conter a crise, como reforço no combate ao mosquito transmissor, reorganização dos atendimentos e contratações temporárias.
Entre as ações previstas, está o início da vacinação contra a doença, programado para os próximos dias, além da capacitação de profissionais de saúde para atuar no enfrentamento da epidemia.
Autoridades alertam que a situação é crítica e exige resposta rápida para evitar o colapso total do sistema de saúde.
Saude
A Secretaria Municipal de Saúde de Coxim informou que a vacina Pneumo 20 passou a integrar o calendário nacional de vacinação infantil do Sistema Único de...
19 de junho de 2026
A Secretaria Municipal de Saúde de Coxim informou que a vacina Pneumo 20 passou a integrar o calendário nacional de vacinação infantil do Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança amplia a proteção das crianças contra doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por infecções como pneumonia, meningite, otite e sepse.
Com a atualização, pais e responsáveis devem ficar atentos às novas orientações para garantir que as crianças recebam as doses conforme a idade e a situação vacinal.
De acordo com a Secretaria de Saúde de Coxim, o esquema de rotina contempla crianças de 2 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias, seguindo recomendações específicas para cada faixa etária e histórico de vacinação.
Para os bebês que iniciam a imunização aos 2 meses de idade, o calendário prevê duas doses no primeiro ano de vida e um reforço aos 12 meses. Já crianças que iniciaram o esquema com a vacina anterior ou que estão com a vacinação em atraso terão o cronograma ajustado conforme avaliação da equipe de saúde.
A orientação também contempla crianças entre 5 meses e 10 meses, aos 11 meses, e entre 12 meses e 4 anos, com esquemas diferenciados para quem já recebeu doses anteriormente ou ainda não iniciou a vacinação.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a substituição da vacina faz parte das atualizações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e representa um avanço na prevenção de doenças pneumocócicas, oferecendo cobertura contra um número maior de sorotipos da bactéria.
Os registros das doses serão realizados normalmente na caderneta de vacinação e nos sistemas oficiais do SUS, conforme o imunizante aplicado.
A Prefeitura de Coxim reforça que pais e responsáveis devem procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal das crianças e, se necessário, atualizar o esquema de imunização.
Quem deve receber a Pneumo 20?
A Secretaria de Saúde destaca que manter a vacinação em dia é uma das principais formas de prevenir doenças graves e garantir um desenvolvimento mais saudável para as crianças.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização, distribuição e uso de três lotes...
18 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização, distribuição e uso de três lotes de medicamentos após a identificação de problemas de qualidade que podem representar risco aos pacientes. A medida foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União e atinge um lote do antibiótico Polycid, da União Química, um lote de fosfato de clindamicina, da Hypofarma, e um lote de soro fisiológico da Equiplex. No caso do Polycid, a própria fabricante iniciou um recolhimento voluntário após identificar a presença de um fragmento de vidro dentro de um frasco-ampola íntegro do medicamento. Segundo a Anvisa, a medida atinge o lote 2519879 do produto, utilizado em aplicações injetáveis. Já a suspensão do lote 24101854 do fosfato de clindamicina, antibiótico injetável da Hypofarma, ocorreu após a confirmação de desvios de qualidade, incluindo solução com coloração amarelada, presença de corpos estranhos e precipitados dentro de ampolas lacradas. A agência também determinou o recolhimento do lote 2513588 da Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio Equiplex, utilizada para administração intravenosa. A resolução não detalha a natureza do desvio identificado, informando apenas que houve confirmação de não conformidade com as normas de fabricação. Em todos os casos, a Anvisa proibiu a comercialização, distribuição e uso dos lotes afetados e determinou seu recolhimento do mercado. A reportagem procurou a União Química, a Hypofarma e a Equiplex e aguarda posicionamento.