sexta, 19 de junho, 2026
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A Secretaria Municipal de Saúde de Coxim informou que a vacina Pneumo 20 passou a integrar o calendário nacional de vacinação infantil do Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança amplia a proteção das crianças contra doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por infecções como pneumonia, meningite, otite e sepse.
Com a atualização, pais e responsáveis devem ficar atentos às novas orientações para garantir que as crianças recebam as doses conforme a idade e a situação vacinal.
De acordo com a Secretaria de Saúde de Coxim, o esquema de rotina contempla crianças de 2 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias, seguindo recomendações específicas para cada faixa etária e histórico de vacinação.
Para os bebês que iniciam a imunização aos 2 meses de idade, o calendário prevê duas doses no primeiro ano de vida e um reforço aos 12 meses. Já crianças que iniciaram o esquema com a vacina anterior ou que estão com a vacinação em atraso terão o cronograma ajustado conforme avaliação da equipe de saúde.
A orientação também contempla crianças entre 5 meses e 10 meses, aos 11 meses, e entre 12 meses e 4 anos, com esquemas diferenciados para quem já recebeu doses anteriormente ou ainda não iniciou a vacinação.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a substituição da vacina faz parte das atualizações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e representa um avanço na prevenção de doenças pneumocócicas, oferecendo cobertura contra um número maior de sorotipos da bactéria.
Os registros das doses serão realizados normalmente na caderneta de vacinação e nos sistemas oficiais do SUS, conforme o imunizante aplicado.
A Prefeitura de Coxim reforça que pais e responsáveis devem procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal das crianças e, se necessário, atualizar o esquema de imunização.
Quem deve receber a Pneumo 20?
A Secretaria de Saúde destaca que manter a vacinação em dia é uma das principais formas de prevenir doenças graves e garantir um desenvolvimento mais saudável para as crianças.
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização, distribuição e uso de três lotes...
18 de junho de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização, distribuição e uso de três lotes de medicamentos após a identificação de problemas de qualidade que podem representar risco aos pacientes. A medida foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União e atinge um lote do antibiótico Polycid, da União Química, um lote de fosfato de clindamicina, da Hypofarma, e um lote de soro fisiológico da Equiplex. No caso do Polycid, a própria fabricante iniciou um recolhimento voluntário após identificar a presença de um fragmento de vidro dentro de um frasco-ampola íntegro do medicamento. Segundo a Anvisa, a medida atinge o lote 2519879 do produto, utilizado em aplicações injetáveis. Já a suspensão do lote 24101854 do fosfato de clindamicina, antibiótico injetável da Hypofarma, ocorreu após a confirmação de desvios de qualidade, incluindo solução com coloração amarelada, presença de corpos estranhos e precipitados dentro de ampolas lacradas. A agência também determinou o recolhimento do lote 2513588 da Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio Equiplex, utilizada para administração intravenosa. A resolução não detalha a natureza do desvio identificado, informando apenas que houve confirmação de não conformidade com as normas de fabricação. Em todos os casos, a Anvisa proibiu a comercialização, distribuição e uso dos lotes afetados e determinou seu recolhimento do mercado. A reportagem procurou a União Química, a Hypofarma e a Equiplex e aguarda posicionamento.
Saúde
Estado já soma 11 casos da doença em 2026, com seis óbitos
17 de junho de 2026
A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo registrou mais um caso de febre amarela no estado. O paciente é um homem, de 55 anos, sem histórico de vacinação e que vive na cidade de Lagoinha, na região do Vale do Paraíba, que concentra 82% dos casos da doença neste ano.

Com isso, o estado de São Paulo já soma 11 casos de febre amarela em 2026, com seis óbitos. Desse total de casos registrados, nove ocorreram na região do Vale do Paraíba, com cinco mortes. Nenhuma dessas pessoas que tiveram confirmação para febre amarela tinha histórico de vacinação.
Em todo o ano passado, o estado confirmou 57 casos de febre amarela, com 35 óbitos.
Por causa desse cenário, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo intensificou o alerta para a vacinação contra a doença. A imunização é recomendada para toda a população e está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o estado.
“A vacina contra a febre amarela é segura, eficaz e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde dos 645 municípios paulistas. Desde 2019, a imunização é recomendada para toda a população do estado. Por isso, a orientação é que quem ainda não se vacinou procure uma UBS, especialmente antes de viagens para áreas de mata ou regiões com circulação do vírus”, explica Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo.
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A vacina deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da exposição ao risco.
Quem deve tomar a vacina contra a febre amarela:
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus, transmitido pela picada de um mosquito silvestre, que vive em zona de mata. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa.
Um indicador da presença desses mosquitos transmissores é a morte de macacos, que também sofrem com altos índices de mortalidade quando contaminados. Por isso, o avistamento de macacos mortos deve ser informado às equipes de saúde do município.
Os sintomas iniciais da febre amarela são febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.
A doença pode ser prevenida por meio de vacina, que está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).