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Exame de Tomografia já pode ser realizado em Coxim

Nesta semana a estimativa será de realizar 40 exames, sendo tomografias de crânio, abdômen, tórax, coluna, joelho, pelve, com ou sem contraste

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28 de maio de 2015

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Assessora de Imprensa

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Desde que Coxim assumiu a gestão plena dos seus serviços de Saúde, a tomografia é o primeiro serviço de alta complexidade habilitado para ser operacionalizado em nosso município. Logo que a atual administração assumiu, em 2013, o prefeito Aluizio São José  não do tem medido esforços para a implantação desse serviço.
Viabilizou  adequação de sala Hospital Regional de Coxim para esse fim, com o intuito de receber o equipamento de Tomografia para fazer os exames no próprio município. A tomografia é um exame de alta complexidade, portanto, um procedimento que demanda além de uma equipe preparada, um local para instalação que ofereça toda a infraestrutura necessária para a realização do mesmo.
Segundo informações do secretário municipal de Saúde Rogério Souto, o equipamento de tomografia computadorizada com capacidade de realização de aproximadamente 500 exames por mês.
Mais uma ótima notícia para a população de Coxim. Só essa semana está prevista a realização de 40 exames de tomografia computadorizada no Hospital Regional. Mais uma conquista fruto da parceria da prefeitura de Coxim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do governo do Estado.
Nesta semana a estimativa será de realizar 40 exames, sendo tomografias de crânio, abdômen, tórax, coluna, joelho, pelve, com ou sem contraste. Todos os exames serão realizados no Hospital Regional de Coxim, tendo solicitações e indicações feitas por médicos da rede pública de saúde (SUS), com autorização e agendamento da Secretaria Municipal de Saúde de Coxim.
O Hospital Regional de Coxim Dr. Álvaro Fontoura Silva é um hospital geral, cujos serviços são referência para os municípios da Microrregião de Coxim.
Segundo o Diretor Geral do HR, Marcelo César de A. Ferreira o Hospital possui 65 leitos (todos SUS) e presta atendimento de maneira humanizada, com acolhimento e classificação de risco conforme protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Todos os serviços são 100% contratualizados pelo SUS.  “Este hospital vem desenvolvendo seu trabalho de planejamento para aumentar sua capacidade assistencial e a qualidade na assistência prestada”, afirmou.
Conforme informações do Ministério da Saúde, em Mato Grosso do Sul existem sete cidades que oferecem o serviço de tomografia pelo SUS (Campo Grande, Três Lagoas, Dourados, Naviraí, Paranaíba, Ponta Porã e São Gabriel do Oeste), a cidade de Coxim será a oitava no Estado a oferecer o serviço pelo SUS.
“Nosso compromisso em oferecer acesso à saúde pública de qualidade é prioritário. Não medimos esforços para que os coxinenses possam receber o tratamento que precisam sem precisar se deslocar para Campo Grande. Agora temos, além da mamografia, que foi iniciado na segunda-feira (24) os exames, a tomografia computadorizada que poderá dar o diagnóstico preciso e em menor tempo. É mais uma conquista para nossa gente. Avança Coxim”, finalizou o prefeito Aluizio São José.
Na terça-feira (26), mais de dez funcionários receberam capacitação e treinamento, para a realização dos exames, dentre técnicos de radiologia, enfermagem, farmacêutica. Os primeiros a realizarem o exame foram o Alcides Siqueira e Erondina Autacina.
Além dos técnicos participaram deste primeiro dia de exames de tomografia o secretário Municipal de Saúde, Rogério Souto, o chefe de Gabinete, Thiago Evaristo de Paula Pinto (representando o prefeito Aluizio São José que está em Brasília); o diretor do Hospital Regional de Coxim, Marcelo César de A. Ferreira; o biomédico, Dr. Pedro Jacinto; o Instrutor de Radiologia do Hospital Regional de Campo Grande, Professor Alexandre Heitor e a coordenadora de Regulação (SUS), Elaine Rizzo.

Saúde

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

3 de junho de 2026

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

 

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Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.

Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.

A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.

Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.

Entre os mais comuns estão:

Dor muscular persistente em várias partes do corpo

Fadiga intensa

Sensação de cansaço ao acordar

Distúrbios do sono

Dores de cabeça frequentes

Rigidez muscular

Formigamentos

Ansiedade e depressão

Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".

Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.

Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.

Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.

Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.

O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.

Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.

Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.

Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.

Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.

Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.

Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.

Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.

 

Saúde

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

Boletim da SES também aponta 83 casos confirmados da doença em gestantes e dois óbitos em investigação.

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

2 de junho de 2026

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

 

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Mato Grosso do Sul já registrou 12.841 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 6.845 foram confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os dados constam no boletim epidemiológico referente à 21ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na segunda-feira (1º).

Segundo o levantamento, 21 mortes causadas pela doença foram confirmadas em municípios do Estado. Outros dois óbitos seguem em investigação.

Óbitos foram registrados em sete municípios

De acordo com a SES, os óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do SulDouradinaGuia Lopes da Laguna e Itaporã.

Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade.

O boletim também registra 83 casos confirmados de chikungunya em gestantes.

Dengue soma mais de 5 mil casos prováveis

Em relação à dengue, Mato Grosso do Sul contabiliza 5.134 casos prováveis da doença em 2026. Deste total, 1.184 foram confirmados.

Até o momento, não há mortes confirmadas por dengue no Estado, embora dois óbitos permaneçam em investigação.

Nos últimos 14 dias, os municípios de Ladário, Brasilândia, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Miranda e Corumbá registraram baixa incidência de casos confirmados da doença.

Mais de 223 mil doses contra dengue foram aplicadas

O boletim aponta ainda que 223.322 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas no público-alvo em Mato Grosso do Sul.

Segundo a SES, o Ministério da Saúde encaminhou ao Estado 241.030 doses do imunizante.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

Vacinação é destinada a crianças e adolescentes

A vacina é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, essa é a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento médico.