sábado, 25 de julho, 2026
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O deputado estadual Antonio Vaz (Republicanos) e sua equipe estavam em São Paulo para participar do 5º módulo do curso "FRB Mobiliza Comunicação e Liderança", promovido pela Fundação Republicana Brasileira (FRB). Ele planejava retornar a Campo Grande quando, na segunda-feira, dia 8 de setembro, sentiu uma dor no peito e procurou atendimento na UPA, por acreditar que fosse algo simples. No entanto, o quadro foi se agravando e, após exames, o resultado divulgado por volta das 19h30 confirmou um infarto.
Foi acionado o convênio, que providenciou uma ambulância para transferi-lo da UPA. A ambulância chegou por volta das 22h30, e após os procedimentos de transferência, partiu da UPA por volta das 23h, chegando ao hospital em São Paulo por volta da 1h. Uma equipe médica já aguardava sua chegada, e ele foi encaminhado diretamente para a UTI.
No início, ele não sentia mais dores. No entanto, entre as 2h30 e 3h da madrugada de terça-feira, voltou a sentir uma nova dor no peito. O médico realizou um eletrocardiograma e administrou medicação para aliviar a dor, confirmando novamente o infarto. Na terça-feira, por volta das 8h30, o deputado foi submetido a um cateterismo. O médico informou sobre a presença de obstruções em duas veias, indicando a necessidade de uma cirurgia. Apesar da gravidade da situação, o médico ressaltou a boa condição do coração do deputado, indicando que a cirurgia poderia ser bem-sucedida.
Havia, porém, um fator a ser considerado: ele havia recebido um anticoagulante na UPA, o qual visa afinar o sangue e que havia sido crucial para salvá-lo. A recomendação médica era aguardar um período de quatro a sete dias para que o medicamento fosse completamente eliminado do organismo, a fim de evitar o risco de hemorragia durante a cirurgia.
Após o almoço, por volta das 14h, o deputado voltou a sentir fortes dores no peito. A medicação não aliviava a dor, que se tornou intensa e persistente. Diante disso, a equipe médica preparou tudo para a cirurgia e chamou os cirurgiões.
O cirurgião avaliou a situação e indicou a necessidade de uma cirurgia imediata, pois o quadro do paciente se agravava. A decisão foi então tomada pelo deputado, com apoio da família, de prosseguir com a cirurgia.
A cirurgia teve início poucos minutos após a decisão. O procedimento teve duração de oito horas, terminando às 2h da manhã. A cirurgia transcorreu sem intercorrências, e o deputado teve uma recuperação favorável, com o apoio espiritual e a oração de todos.
Atualmente, a recuperação tem sido considerada excelente pela equipe médica. O deputado está reagindo muito bem, surpreendendo positivamente os profissionais de saúde, e deve receber alta entre terça e quarta-feira da próxima semana. Ele agradece a todos pelas orações, mensagens e demonstrações de carinho, e reforça que em breve estará de volta às suas atividades presenciais, enquanto segue acompanhando virtualmente os compromissos do mandato.
Fabio Souza/Assessoria de Comunicação
Saúde/Coxim
Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A...
25 de julho de 2026
Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A equipe do Serviço de Assistência Especializada (SAE) promove uma ação especial da campanha Julho Amarelo, voltada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce das hepatites virais.
A mobilização acontece até as 11h, na Praça João Ferreira de Albuquerque (antiga Concha Acústica), em sistema drive-thru, facilitando o acesso da população aos serviços oferecidos.
Durante a ação, os moradores podem realizar gratuitamente testes rápidos para hepatites B e C. Além dos exames, profissionais da saúde estão orientando a população sobre as formas de transmissão, medidas de prevenção e a importância do diagnóstico precoce.
O atendimento é realizado de forma rápida e sigilosa, permitindo que motoristas e pedestres participem da campanha sem necessidade de agendamento.
As hepatites virais costumam evoluir de forma silenciosa, fazendo com que muitas pessoas convivam com a doença sem apresentar sintomas por longos períodos. Por isso, os profissionais de saúde reforçam que a realização dos testes é uma das principais estratégias para identificar a infecção ainda nas fases iniciais.
Quando descoberta precocemente, a doença pode ser acompanhada e tratada, reduzindo significativamente o risco de complicações, como cirrose e câncer de fígado.
A ação integra a programação do Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre as hepatites virais em todo o país. Além da testagem, a campanha busca ampliar o acesso à informação e incentivar hábitos que ajudam a prevenir a transmissão dos vírus.
A Secretaria Municipal de Saúde convida os moradores que ainda não realizaram o exame a aproveitarem a iniciativa neste sábado. A participação é gratuita e representa uma oportunidade de cuidar da saúde e contribuir para o diagnóstico precoce da doença.
Saúde
A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...
24 de julho de 2026
A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.
A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.
Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.
Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.
Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.
Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.
Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.
O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.
Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.
A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.
Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.
Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.
O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.
Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.
A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.