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SUPERAÇÃO

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Camila Jara vence câncer após duas cirurgias e inicia tratamento com iodoterapia

Deputada federal de 30 anos celebra retirada total de tumores da tireoide e segue otimista com tratamento pós-operatório

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29 de maio de 2025

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(Por Karol Peralta - MS Pantanal News)

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A deputada federal Camila Jara, de 30 anos, deu um passo decisivo em sua jornada contra o câncer de tireoide. Após passar por duas cirurgias nos últimos meses, ela celebrou a retirada total dos tumores malignos e agora inicia a fase de iodoterapia, parte importante para garantir a remissão completa da doença.
A primeira cirurgia ocorreu em março, para remover um nódulo da glândula tireoide. Com o resultado dos exames apontando dois nódulos malignos, Camila precisou passar por uma tireoidectomia total, incluindo a remoção da glândula e dos linfonodos. A segunda operação foi realizada com sucesso no último dia 12 e resultou na extração completa das células cancerígenas.
“Vencemos a primeira batalha”, afirma Camila
Em nota divulgada por sua equipe, Camila agradeceu o carinho que recebeu durante o tratamento.
“Passei por duas cirurgias e posso dizer com confiança: o poder da oração, as mensagens positivas e o rigor técnico dos profissionais de saúde são uma combinação poderosa. Sei que ainda há uma jornada pela frente, mas o câncer foi retirado. Estou me recuperando bem, graças ao apoio da minha família e de todos que torceram por mim.”
Agora em casa, a deputada segue em recuperação pós-operatória, com acompanhamento médico constante. A próxima etapa será a iodoterapia, prevista para durar até o final do ano.
Esperança, política e vida
Mesmo diante de um diagnóstico difícil, Camila reforça seu compromisso com a política e a transformação social.
“Essa doença me ensinou muito sobre a vida, os limites e a força que temos. Saí do hospital mais apaixonada pela vida e grata por poder me dedicar a transformar a realidade que vivemos. Não vejo a hora de voltar para as ruas. Estou cheia de esperança e pronta para viver com ainda mais intensidade.”
Sobre o câncer de tireoide
O câncer de tireoide é mais comum em mulheres e, quando diagnosticado precocemente, tem altas taxas de cura. Os principais sintomas incluem nódulos no pescoço, rouquidão, dificuldade para engolir e alterações hormonais. O tratamento pode envolver cirurgia, uso de hormônios e iodoterapia.
Uma história de superação e força
A trajetória de Camila Jara é um exemplo de como a fé, o apoio coletivo e a ciência caminham juntos na luta contra o câncer. A deputada, que já se destacou por sua atuação jovem e progressista, agora carrega mais uma bandeira: a da superação e cuidado com a saúde da mulher. (Por Karol Peralta - MS Pantanal News)

Saúde/Coxim

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A...

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

25 de julho de 2026

Moradores de Coxim ainda podem aproveitar ação gratuita de testagem para hepatites neste sábado

 

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Quem passar pela região da praça da Concha em Coxim na manhã deste sábado (25) terá a oportunidade de cuidar da saúde de forma rápida e gratuita. A equipe do Serviço de Assistência Especializada (SAE) promove uma ação especial da campanha Julho Amarelo, voltada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce das hepatites virais.

A mobilização acontece até as 11h, na Praça João Ferreira de Albuquerque (antiga Concha Acústica), em sistema drive-thru, facilitando o acesso da população aos serviços oferecidos.

Durante a ação, os moradores podem realizar gratuitamente testes rápidos para hepatites B e C. Além dos exames, profissionais da saúde estão orientando a população sobre as formas de transmissão, medidas de prevenção e a importância do diagnóstico precoce.

O atendimento é realizado de forma rápida e sigilosa, permitindo que motoristas e pedestres participem da campanha sem necessidade de agendamento.

As hepatites virais costumam evoluir de forma silenciosa, fazendo com que muitas pessoas convivam com a doença sem apresentar sintomas por longos períodos. Por isso, os profissionais de saúde reforçam que a realização dos testes é uma das principais estratégias para identificar a infecção ainda nas fases iniciais.

Quando descoberta precocemente, a doença pode ser acompanhada e tratada, reduzindo significativamente o risco de complicações, como cirrose e câncer de fígado.

A ação integra a programação do Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre as hepatites virais em todo o país. Além da testagem, a campanha busca ampliar o acesso à informação e incentivar hábitos que ajudam a prevenir a transmissão dos vírus.

A Secretaria Municipal de Saúde convida os moradores que ainda não realizaram o exame a aproveitarem a iniciativa neste sábado. A participação é gratuita e representa uma oportunidade de cuidar da saúde e contribuir para o diagnóstico precoce da doença.

Saúde

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

24 de julho de 2026

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

 

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A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.

A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.

Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.

Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.

Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.

Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.

Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.

O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.

Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.

A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.

Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.

Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.

Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.