quinta, 04 de junho, 2026
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Saúde
A redução média de preços chegou a 12%, e a lista inclui também medicamentos para prevenção de AVC; enfarto, tratamento de depressão; de disfunção erétil (impotência); antiinflamatórios, entre outros
23 de julho de 2014
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou na segunda-feira (21) uma nova lista com mais 174 remédios mais baratos por causa da isenção da cobrança de PIS e de Cofins. A redução média de preços chegou a 12%, e a lista inclui também medicamentos para prevenção de AVC; enfarto, tratamento de depressão; de disfunção erétil (impotência); antiinflamatórios, entre outros. Com a inclusão destes medicamentos a lista soma agora 1.645 produtos isentos do pagamento dos dois tributos.
A lista de preços dos remédios com desconto é renovada a cada mês, com valores máximos que o comércio pode cobrar. Ao elaborá-la, o Ministério da Saúde e a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) privilegiaram os medicamentos que são indicados para patologias crônicas e degenerativas, além dos usados em programas de saúde do governo e por políticas públicas do setor.
Segundo informações repassadas pela Anvisa, hoje já estão na lista dos isentos de PIS e Cofins praticamente todos os medicamentos que trazem na caixa tarja vermelha ou preta. Com isso, foram reduzidos os gastos, entre outros, com tratamento de doenças como artrite reumatóide; câncer de mama; leucemia; hepatite C; doença de Gaucher e a prevenção da reprodução do HIV.
De acordo com o Ministério da Saúde, a relação contempla atualmente 75,4% dos medicamentos vendidos em todo o país. A lista de remédios isentos da cobrança de PIS e Confins foi criada pelo Ministério da Saúde em 2001 e a última atualização havia sido feita em 2007.
Confira a lista:
Categoria I - Medicamentos monodroga identificados com tarja vermelha ou preta
ITEM-SUBSTÂNCIA
1 - A-ABATACEPTE
13 - A-ACETATO DE DEGARELIX
44 - A-ÁCIDO TIÓCTICO
53 - A-AFLIBERCEPTE
54 - A-ALBINTERFERONA ALFA-2B
58 - A-ALFACORIFOLITROPINA
65 - A-ALFALGLICOSIDASE
69 - A-ALFATALIGLUCERASE
69 - B-ALFAVELAGLUCERASE
87 - A-ANIDULAFUNGINA
93 - A-APIXABANA
106 - A-AXITINIBE
109 - A-AZTREONAM LISINA
112 - A-BELATACEPTE
112 - B-BENDAMUSTINA
125 - A-BETAEPOETINA-METOXIPOLIETILENOGLICOL
133 - A-BINODENOSONA
135 - A-BOCEPREVIR
153 - A-CABAZITAXEL
157 - A-CAMBENDAZOL
164 - A-CARBONATO DE LANTÂNIO
165 - A-CARBONATO DE SEVELAMER
168 - A-CASOPITANTO
169 - A-CEDIRANIBE
171 - A-CEFALEXINA
172 - A-CEFALOTINA
189 - A-CERTOLIZUMABE PEGOL
209 - A-CITRATO DE CLOMIFENO
218 - A-CLOFARABINA
237 - A-CLORIDRATO DE AMINOLEVULINATO DE HEXILA
265 - A-CLORIDRATO DE CLORDIAZEPÓXIDO
267 - A-CLORIDRATO DE COLESEVELAM
280 - A-CLORIDRATO DE DRONEDARONA
331 - A-CLORIDRATO DE PAZOPANIBE
338 - A-CLORIDRATO DE PROTAMINA
391 - A-DAPAGLIFLOZINA
392 - A-DAPTOMICINA
392 - B-DARUNAVIR
392 - C-DASATINIBE
395 - A-DECITABINA
400 - A-DENOSUMABE
433 - A-DIMEBOLINA
442 - A-DITOSILATO DE LAPATINIBE
445 - A-DOXERCALCIFEROL
449 - A-DUTASTERIDA
480 - A-ETEXILATO DE DABIGATRANA
481 - A-ETODOLACO
481 - B-ETOFAMIDA
486 - A-ETOSSUXIMIDA
486 - B-ETRAVIRINA
511 - A-FIBRINOGÊNIO
511 - B-FIGITIMUMABE
521 - A-FLURAZEPAM
524 - A-FLUVASTATINA SÓDICA
529 - A-FOSAPREPITANTO DIMEGLUMINA
543 - A-FOSINOPRIL SÓDICO
570 - A-GENTAMICINA
581 - A-GOLIMUMABE
585 - A-HEMIFUMARATO DE ALISQUIRENO
598 - A-HIDROGENOTARTARATO DE RIVASTIGMINA
598 - B-HIDROMORFONA
607 - A-IMIPRAMINA
607 - B-IMIQUIMODE
648 - A-IPILIMUMABE
657 - A-IXABEPILONA
666 - A-LAROMUSTINA
667 - A-LAROTAXEL
696 - A-LUCINACTANTO
698 - A-MALEATO DE ASENAPINA
699 - A-MALEATO DE ERGOMETRINA
700 - A-MALEATO DE INDACATEROL
717 - A-MEPESUCCINATO DE OMACETAXINA
738 - A-MESTEROLONA
777 - A-NAPROXINODE
777 - B-NATALIZUMABE
783 - A-NICLOSAMIDA
786 - A-NILOTINIBE
790 - A-NIMORAZOL
790 - B-NIMOTUZUMABE
821 - A-PALIFERMINA
821 - B-PALIPERIDONA
842 - A-PERTUZUMABE
842 - B-PIMECROLIMO
850 - A-PIRFENIDONA
854 - A-PIRVÍNIO
854 - B-PIXANTRONA
855 - A-PLERIXAFOR
855 - B-POSOCONAZOL
856 - A-PRASUGREL
874 - A-PROTRIPLINA
877 - A-RALTEGRAVIR
894 - A-RIVAROXABANA
903 - A-SAXAGLIPTINA
904 - A-SERTINDOL
906 - A-SIPULEUCEL-T
907 - A-SITAXSENTANA SÓDICA
930 - A-SUCCINATO DE DESVENLAFAXINA
931 - A-SUCCINATO DE LOXAPINA
936 - A-SUGAMADEX SÓDICO
959 - A-SULFATO DE POLIMIXINA B
967 - A-SULOPENEM
973 - A-TADALAFILA
975 - A-TANEZUMABE
979 - A-TARTARATO DE VARENICLINA
981 - A-TELBIVUDINA
988 - A-TENSIROLIMO
994 - A-TETROFOSMINA
1000 - A-TICAGRELOR
1010 - A-TIPRANAVIR
1011 - A-TOCILIZUMABE
1024 - A-TREMELIMUMABE
1039 - A-USTEQUINUMABE
1042 - A-VACINA CONTRA CÓLERA
1043 - A-VACINA CONTRA FEBRE TIFÓIDE
1056 - A-VACINA CONTRA VARICELA ZÓSTER
1069 - A-VANCOMICINA
1069 - B-VANDETANIBE
1072 - A-VICVIROC
1081 - A-ZANAMIVIR
1081 - B-ZIBOTENTANA
1084 - A-ZUCLOPENTIXOL
Categoria II - Medicamentos em associações identificados com tarja vermelha ou preta
ITEM-SUBSTÂNCIA
16 - A-ACETATO DE PREDNISOLONA + GATIFLOXACINO
19 - A-ÁCIDO ACETIL SALICÍLICO + BISSULFATO DE CLOPIDOGREL
21 - A-ÁCIDO ACETILSALICÍLICO + SINVASTATINA
26 - A-ÁCIDO FENOFÍBRICO + ROSUVASTATINA CÁLCIA
26 - B-ÁCIDO NICOTÍNICO + LAROPIPRANTO
34 - A-ALFAPEGINTERFERONA 2A + RIBAVIRINA
34 - B-ALFAPEGINTERFERONA 2B + RIBAVIRINA
43 - A-AMOXICILINA + LEVOFLOXACINO + LANSOPRAZOL
51 - A-ARGININA + CEFEPIMA
57 - A-ATORVASTATINA + NIACINA
66 - A-BESILATO DE ANLODIPINO + HIDROCLOROTIAZIDA + IRBESARTANA
66 - B-BESILATO DE ANLODIPINO + HIDROCLOROTIAZIDA + VALSARTANA
66 - C-BESILATO DE ANLODIPINO + HEMIFUMARATO DE ALISQUIRENO
66 - D-BESILATO DE ANLODIPINO + IRBESARTANA
68 - A-BESILATO DE ANLODIPINO + OLMESARTANA MEDOXOMILA
71 - A-BIMATOPROSTA + MALEATO DE TIMOLOL + TARTARATO DE BRIMONIDINA
71 - B-BIMATOPROSTA + MALEATO DE TIMOLOL
78 - A-CAMBENDAZOL + MEBENDAZOL
78 - B-CANDESARTANA CILEXETILA + FELODIPINO
83 - A-CARBONATO DE CÁLCIO + COLECALCIFEROL + RISEDRONATO SÓDICO
89 - A-CIANOCOBALAMINA + CLORIDRATO DE PIRIDOXINA + CLORIDRATO DE TIAMINA + DICLOFENACO SÓDICO
90 - A-CIANOCOBALAMINA + CLORIDRATO DE PIRIDOXINA + NITRATO DE TIAMINA
113 - A-CLORIDRATO DE ADIFENINA + CLORIDRATO DE PROMETAZINA + DIPIRONA SÓDICA
131 - A-CLORIDRATO DE LIDOCAÍNA + HEMITARTARATO DE EPINEFRINA
140 - A-CLORIDRATO DE METFORMINA + CLORIDRATO DE PIOGLITAZONA
140 - B-CLORIDRATO DE METFORMINA + FOSFATO DE SITAGLIPTINA
143 - A-CLORIDRATO DE METFORMINA + NATEGLINIDA
143 - B-CLORIDRATO DE METFORMINA + SAXAGLIPTINA
144 - A-CLORIDRATO DE MOXIFLOXACINO + FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA
172 - A-DIMETICONA + METILBROMETO DE HOMATROPINA
174 - A-DIPROPIONATO DE BECLOMETASONA + FUMARATO DE FORMOTEROL
181 - A-ESOMEPRAZOL MAGNÉSIO + NAPROXENO
205 - A-FELODIPINO + SUCCINATO DE METOPROLOL
205 - B-FIBRINOGÊNIO HUMANO + TROMBINA HUMANA
212 - A-GLIMEPIRIDA + MALEATO DE ROSIGLITAZONA
213 - A-HEMIFUMARATO DE ALISQUIRENO + HIDROCLOROTIAZIDA
239 - A-LAMIVUDINA + SULFATO DE ABACAVIR
249 - A-MALEATO DE TIMOLOL + TRAVOPROSTA
249 - B-MEBENDAZOL + TIABENDAZOL
253 - A-NAPROXENO SÓDICO + SUCCINATO DE SUMATRIPTANA
253 - B-NEOMICINA + TIABENDAZOL
257 - A-PROPOFOL + REMIFENTANILA
257 - B-RIFAMPICINA + TEICOPLANINA
284 - A-VACINA CONTRA GRIPE, TÉTANO E MENINGITE
288 - A-VACINA CONTRA PNEUMONIA
Categoria III - Substâncias para Medicamentos utilizados em Nutrição Parenteral, Hemodiálise
e Diálise Peritoneal, Substitutos do Plasma e Expansores Plasmáticos, identificados com tarja vermelha.
ITEM-SUBSTÂNCIA
11 - A-ÁCIDO CÍTRICO
14 - A-ÁCIDO MÁLICO
43 - A-COCARBOXILASE
53 - A-FOSFATO DE TIAMINA
81 - A-PIRIDOXINA
84 - A-RIBOFLAVINA
92 - A-TIAMINA
93 - A-TOCOFEROL
Saúde
Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...
3 de junho de 2026
Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.
Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.
A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.
Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.
A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.
Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.
Entre os mais comuns estão:
Dor muscular persistente em várias partes do corpo
Fadiga intensa
Sensação de cansaço ao acordar
Distúrbios do sono
Dores de cabeça frequentes
Rigidez muscular
Formigamentos
Ansiedade e depressão
Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".
Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.
Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.
Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.
Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.
O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.
Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.
Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.
Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.
Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.
Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.
Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.
Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.
Saúde
Boletim da SES também aponta 83 casos confirmados da doença em gestantes e dois óbitos em investigação.
2 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul já registrou 12.841 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 6.845 foram confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os dados constam no boletim epidemiológico referente à 21ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na segunda-feira (1º).
Segundo o levantamento, 21 mortes causadas pela doença foram confirmadas em municípios do Estado. Outros dois óbitos seguem em investigação.
De acordo com a SES, os óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna e Itaporã.
Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade.
O boletim também registra 83 casos confirmados de chikungunya em gestantes.
Em relação à dengue, Mato Grosso do Sul contabiliza 5.134 casos prováveis da doença em 2026. Deste total, 1.184 foram confirmados.
Até o momento, não há mortes confirmadas por dengue no Estado, embora dois óbitos permaneçam em investigação.
Nos últimos 14 dias, os municípios de Ladário, Brasilândia, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Miranda e Corumbá registraram baixa incidência de casos confirmados da doença.
O boletim aponta ainda que 223.322 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas no público-alvo em Mato Grosso do Sul.
Segundo a SES, o Ministério da Saúde encaminhou ao Estado 241.030 doses do imunizante.
O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.
A vacina é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, essa é a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.
A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento médico.