quinta, 04 de junho, 2026
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Ter frases motivacionais por perto, fazer as pazes com o espelho e adotar a postura corporal de super homem são algumas estratégias para aumentar a autoestima rápido.
A autoestima é a capacidade que temos de gostar de nós mesmos, de nos sentir bem, feliz e confiante mesmo quando nada está bem ao nosso redor porque sabemos o nosso valor.
Mas essa autoestima pode ficar diminuída ao terminar um relacionamento, após uma discussão, e principalmente durante uma depressão. Por isso, indicamos aqui alguns passos práticos que poderá seguir no dia-a-dia para aumentar sua autoestima:
1. Ter sempre uma frase motivacional por perto
Você pode escrever uma frase estimulante como &39;Eu quero, posso e consigo.&39; ou &39;Deus ajuda quem cedo madruga.&39;, e colar no espelho do banheiro, na porta da geladeira ou no computador, por exemplo. Ler esse tipo de frase em voz alta é uma boa forma de ouvir sua própria voz, encontrando o encorajamento necessário para seguir em frente.
2. Criar um balde de palavras de afirmação
Uma boa dica para aumentar a autoestima é anotar em pedacinhos de papel suas qualidades e objetivos de vida, principalmente os que já foram alcançados. Você pode anotar coisas como:
Sou feliz por não estar sozinho; Sei desenhar muito bem; Sou uma pessoa dedicada e esforçada; Já consegui aprender a ler e a escrever, posso muito mais; Já sei cozinhar alguma coisa; Gosto muito das minhas unhas, cor do cabelo ou dos olhos, por exemplo.
Coloque estes pedacinhos de papel dentro de um frasco e leia um destes sempre que se sentir triste e cabisbaixo. Dentro deste frasco também podem ser colocadas frases que podem te estimular a seguir em frente, fotos de bons momentos e de suas vitórias pessoais.
3. Fazer atividades que gosta
Fazer atividades, como ir para academia, aprender a dançar, cantar ou tocar um instrumento musical, aumentam a segurança e proporcionam o convívio social, sendo uma boa desculpa para sair de casa, se vestir melhor e se sentir bem consigo mesmo.
4. Adotar a postura do super homem
Neste vídeo explicamos diretinho como adotar essa postura e porque ela dá certo:
5. Cuidar da saúde
Se alimentar bem, comendo alimentos saudáveis e fazer algum tipo de atividade física também é uma boa forma de aprender a gostar mais de si mesmo e do que vê no espelho. Prefira frutas ao invés de doces e pão ao invés de biscoitos recheados. Troque as comidas gorduras ou fritas por algo mais nutritivo, em pouco tempo você deve começar a se sentir melhor e com mais disposição.
6. Fazer as pazes com o espelho
Sempre que se olhar no espelho procure focar sua atenção nas suas características positivas, sem perder tempo com os aspectos negativos da sua imagem. Se realmente não estiver satisfeito com o que vê no espelho ao acordar, você pode dizer &39;Eu consigo melhorar&39; e depois de tomar banho e se vestir, voltar ao espelho e dizer &39;Eu sabia, que conseguia, já estou muito melhor agora.&39;
7. Vestir sua roupa preferida
Quando precisar sair de casa e não estiver muito feliz com sua imagem, vista a roupa que te faça sentir realmente bem. Isso pode beneficiar sua autoestima porque a aparência exterior é capaz de mudar nosso interior.
Além disso tudo é preciso aprender a sorrir, até de si mesmo, porque o bom humor tira o peso dos nossos ombros e nos faz seguir em frente com força, coragem e fé. Fazer algo de bom por outra pessoa ou pela sociedade também ajuda a melhorar a autoestima porque podemos nos sentir valorizados e importantes. Existem várias formas de ajudar o outro, seja sendo uma ajuda para atravessar a rua ou sendo voluntário em alguma causa.
Ao seguir este tipo de estratégia diariamente, a pessoa deve se sentir melhor à cada dia, e cada vez deve ser mais fácil colocar cada uma dessas atitudes em prática.
Saúde
As crianças brasileiras contarão com uma proteção mais abrangente contra doenças causadas pela bactéria pneumococo. A partir deste...
4 de junho de 2026
As crianças brasileiras contarão com uma proteção mais abrangente contra doenças causadas pela bactéria pneumococo. A partir deste mês, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer a vacina Pneumocócica 20-valente (Pneumo 20) para o público infantil de até cinco anos de idade, reforçando a prevenção contra infecções que podem provocar complicações graves.
A nova vacina chega para ampliar a cobertura contra diferentes variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por enfermidades como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otites. Essas doenças representam uma das principais causas de internações hospitalares na infância e podem deixar sequelas permanentes ou até levar à morte em casos mais severos.
De acordo com o Ministério da Saúde, a principal vantagem do novo imunizante está na capacidade de proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria. A atualização da vacina busca acompanhar o perfil das cepas que mais circulam atualmente e que estão associadas aos casos mais graves da doença.
Além de reduzir o risco de infecções pulmonares e neurológicas, a vacina também auxilia na prevenção de quadros de otite média, uma inflamação frequente entre crianças pequenas que, quando não tratada adequadamente, pode comprometer a audição.
A incorporação da Pneumo 20 ao calendário vacinal faz parte da estratégia do governo federal para fortalecer a imunização infantil e diminuir a incidência de doenças evitáveis. As primeiras doses já começaram a ser distribuídas para os estados, que serão responsáveis pelo repasse aos municípios.
A expectativa é que as aplicações sejam iniciadas nas unidades básicas de saúde ainda neste mês, conforme a chegada dos imunizantes em cada região. Pais e responsáveis devem ficar atentos aos comunicados das secretarias municipais de saúde para acompanhar o cronograma de vacinação.
Especialistas reforçam que manter a caderneta de vacinação atualizada é uma das formas mais eficazes de proteger as crianças contra doenças potencialmente graves, contribuindo também para a redução da circulação de agentes infecciosos na população.
Saúde
Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...
3 de junho de 2026
Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.
Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.
A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.
Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.
A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.
Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.
Entre os mais comuns estão:
Dor muscular persistente em várias partes do corpo
Fadiga intensa
Sensação de cansaço ao acordar
Distúrbios do sono
Dores de cabeça frequentes
Rigidez muscular
Formigamentos
Ansiedade e depressão
Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".
Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.
Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.
Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.
Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.
O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.
Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.
Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.
Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.
Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.
Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.
Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.
Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.