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5 melhores dicas para cuidar do corpo

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25 de outubro de 2024

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(https://mundo.addera.com.br/blog/saude-e-bem-estar)

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Isso é importante porque ele nos defende contra microrganismos que causam doenças. Obviamente, ele não é infalível e eventualmente algum germe pode invadir o nosso organismo e causar uma enfermidade¹.
Mas para evitar isso ao máximo, é essencial favorecer o balanço e a harmonia do sistema imunológico e de outras funções do seu corpo¹.
Quer descobrir como fazer isso? Confira as principais dicas de como cuidar bem do corpo.

1 - Praticar atividade física
Um dos pilares de uma vida saudável e que deve ser um dos seus focos na hora de pensar em como cuidar do corpo é a prática regular de exercício físico¹.
Isso traz como efeito:
• melhora da saúde cardiovascular
• redução da pressão arterial
• auxílio ao controle do peso corporal
• proteção contra várias doenças
• prevenção de infartos, AVC, cânceres, diabetes
• fortalecimento muscular
• melhora da resistência física
• aumento do bem-estar
• contribuição para o aumento da autoestima
• melhora da qualidade do sono
• redução do estresse.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2019, 44,8% da população brasileira não realizava o mínimo de exercícios físicos recomendados pela Organização Mundial de Saúde, que é de 150 a 300 minutos de atividade moderada ou de 75 a 150 minutos de atividade intensa por semana³.
Entre as atividades que você pode praticar no seu tempo livre estão caminhar, correr, nadar, dançar, fazer trilha, pedalar, subir escadas ou escolher algum esporte de sua preferência².

2 - Beber água
A água é vital para a preservação da nossa saúde, por isso devemos consumi-la constantemente4.
Entre as suas funções basilares podemos citar a manutenção da nossa temperatura corporal, por meio do suor e da absorção do calor produzido por processos metabólicos, além da participação na assimilação e no transporte de nutrientes por meio do plasma4.
A estimativa do consumo de água por dia varia de pessoa para pessoa, mas de acordo com a Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição o mínimo é de 2 litros para mulheres e 2,5 litros para homens, no caso de indivíduos sedentários4.

3 - Tomar sol
Outro grande aliado do nosso organismo é o sol, por isso ao pensar em como cuidar bem do corpo precisamos estar atentos à necessidade da exposição solar.
Isso porque aproximadamente 90% da vitamina D que absorvemos é em decorrência da síntese cutânea deste micronutriente quando tomamos sol5.
A vitamina D, por sua vez, possui diversas funções que incluem facilitar a absorção do cálcio no organismo e o consequente processo de metabolismo ósseo6.
Outra informação relevante é que a exposição solar também ajuda a diminuir as chances de desenvolver doenças como a depressão. Isso ocorre devido ao fato de que os raios solares atuam na produção da endorfina, um dos hormônios que trazem uma sensação de prazer7.
Por fim, a luz do sol também auxilia a regular o ciclo do sono, contribuindo na redução de episódios de insônia7.
Mas para se expor adequadamente ao sol, o indicado é usar um protetor solar de FPS no mínimo 30, aplicar a quantidade correta no corpo (uma colher de chá rasa para o rosto e três colheres de sopa para o corpo), de forma uniforme, e evitar a exposição das 10h às 16h7.

4 - Dormir bem
O sono adequado é fundamental na hora de cuidar do corpo, pois a falta dele afeta o nosso desempenho intelectual, o humor, a memória, o controle de peso corporal, reduz a imunidade e aumenta o risco de doenças como diabetes, hipertensão e depressão9.
Em média, os adultos precisam dormir oito horas por dia, podendo variar de sete a nove horas no total. O importante é que cada pessoa respeite as suas necessidades e os seus limites9.
Para te ajudar a cuidar do corpo por meio do descanso adequado, invista numa boa higiene do sono, com essas atitudes listadas pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia10:
• pratique atividade física, mas não antes de se deitar
• elimine luzes e barulhos durante a noite, sempre que possível
• adote uma rotina de horários para dormir e acordar
• não tire cochilos de mais de 45 minutos durante o dia
• evite ingerir cafeína ao menos 6 horas antes de dormir e álcool 4h
• evite uma alimentação &ldquopesada&rdquo, apimentada e doces por pelo menos 4h antes de dormir.

5 - Cuidar da alimentação
Assim como o exercício físico, uma dieta saudável pode contribuir para uma boa saúde em geral e um sistema imunológico mais eficaz¹.
De acordo com o Guia alimentar para a população brasileira, documento criado pelo Ministério da Saúde, há algumas dicas que você pode seguir para ter uma alimentação mais saudável. Entre elas estão8:
1. ter como base da alimentação os ingredientes in natura ou minimamente processados
2. contar com uma variedade de alimentos de todos os tipos, como grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes
3. utilizar pequenas quantidades de óleos, gorduras, sal e açúcar
4. evitar o consumo de alimentos ultraprocessados e limitar os processados
5. comer com regularidade e atenção em ambientes apropriados.
Para te ajudar ainda mais a cuidar do corpo por meio da comida, confira o infográfico &ldquoPrato: alimentação saudável&rdquo, criado por especialistas em nutrição da Harvard T.H. Chan School of Public Health
 

Saúde

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

3 de junho de 2026

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

 

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Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.

Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.

A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.

Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.

Entre os mais comuns estão:

Dor muscular persistente em várias partes do corpo

Fadiga intensa

Sensação de cansaço ao acordar

Distúrbios do sono

Dores de cabeça frequentes

Rigidez muscular

Formigamentos

Ansiedade e depressão

Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".

Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.

Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.

Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.

Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.

O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.

Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.

Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.

Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.

Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.

Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.

Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.

Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.

 

Saúde

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

Boletim da SES também aponta 83 casos confirmados da doença em gestantes e dois óbitos em investigação.

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

2 de junho de 2026

MS confirma 21 mortes por chikungunya em 2026; casos prováveis passam de 12,8 mil

 

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Mato Grosso do Sul já registrou 12.841 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 6.845 foram confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os dados constam no boletim epidemiológico referente à 21ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na segunda-feira (1º).

Segundo o levantamento, 21 mortes causadas pela doença foram confirmadas em municípios do Estado. Outros dois óbitos seguem em investigação.

Óbitos foram registrados em sete municípios

De acordo com a SES, os óbitos confirmados ocorreram nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do SulDouradinaGuia Lopes da Laguna e Itaporã.

Entre as vítimas, 12 possuíam algum tipo de comorbidade.

O boletim também registra 83 casos confirmados de chikungunya em gestantes.

Dengue soma mais de 5 mil casos prováveis

Em relação à dengue, Mato Grosso do Sul contabiliza 5.134 casos prováveis da doença em 2026. Deste total, 1.184 foram confirmados.

Até o momento, não há mortes confirmadas por dengue no Estado, embora dois óbitos permaneçam em investigação.

Nos últimos 14 dias, os municípios de Ladário, Brasilândia, Rio Verde de Mato Grosso, Jardim, Miranda e Corumbá registraram baixa incidência de casos confirmados da doença.

Mais de 223 mil doses contra dengue foram aplicadas

O boletim aponta ainda que 223.322 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas no público-alvo em Mato Grosso do Sul.

Segundo a SES, o Ministério da Saúde encaminhou ao Estado 241.030 doses do imunizante.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

Vacinação é destinada a crianças e adolescentes

A vacina é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, essa é a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

A SES reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento médico.