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10 frutas que emagrecem

Uma boa estratégia para emagrecer e perder barriga é comer diariamente frutas que emagrecem, como morango, pêra e melancia porque estas frutas contém menos calorias que o corpo precisa gastar na sua digestão e também contém fibras e outras propriedades que ajudam o corpo a emagrecer. Confira, então uma lista para fazer uma salada de frutas com 10 frutas capazes de ajudar a emagrecer mais rápido:

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10 de novembro de 2017

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Tua Saúde

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1. Morango (45 calorias em 100 g)

O morango ajuda a emagrecer pois contém calorias negativas e além disso, é rica em ferro e em vitamina C, sendo um bom anti-inflamatório natural.

2. Banana (entre 87 e 120 calorias)

Rica em triptofano, tira o desejo de comer doces, sacia a fome. O numero de calorias depende do tipo e do tamanho da banana. A banana, quando consumida antes de malhar, diminui ainda o risco de cãibras, por ser rica em potássio. Ela também é ótima para o café da manhã, pois diminui a fome ao longo do dia. A banana assada no forno ou no micro-ondas com alguns cravos da índia constitui uma ótima sobremesa. 

3. Maçã (81 calorias em 170 g)

A maçã ajuda a emagrecer pois é rica em antioxidantes, regula os níveis de colesterol e de triglicerídeos e ajuda na digestão. A maçã assada com canela ou cravo da índia contém poucas calorias, é deliciosa e é uma sobremesa muito nutritiva.

4. Pêra (em média 85 calorias por unidade)

A pera ajuda a emagrecer porque é rica em fibras, que ajudam a melhorar o trânsito intestinal e tirar a fome. Ela ainda ajuda a regular os níveis de colesterol no sangue. Peras assadas com canela também são uma ótima sobremesa que, além de deliciosa, ajuda a emagrecer.

5. Melancia (24 calorias em 100 g)

Contém calorias negativas e é diurética, auxiliando no combate ao inchaço. Também ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Ela abaixa a pressão e é considerada um alimento afrodisíaco.

6. Kiwi (46 calorias em 100 g)

Dentre os benefícios do Kiwi, estão o combate à prisão de ventre e a capacidade de saciar o apetite, ele também é rico em vitamina C, e é diurético.

7. Mamão (85 calorias em 100 g)

Diurético e rico em fibras, facilita a eliminação das fezes e combate a barriga inchada. O mamão é bom para ajudar no controle da diabetes e aliviar os sintomas da gastrite. Uma fatia de mamão picado com 1 potinho de iogurte natural é uma ótima opção para o lanche da manhã.

8. Limão (22 calorias por unidade)

É diurético, rico em vitamina C e um potente antioxidante, que elimina as toxinas e deixa a pele mais viçosa. Tomar uma xícara de chá da casca de limão diariamente é uma ótima forma de consumir o limão sem açúcar e aproveitar todos os seus benefícios.

O limão também ajuda a reduzir o colesterol e o açúcar no sangue. Saiba mais em: 

9. Tangerina (38 calorias por 100 g)

A tangerina ajuda a emagrecer porque é rica em água e fibras, além de ser pouco calórica. Essa fruta é rica em vitamina C, o que ajuda na absorção do ferro no intestino e fortalece o sistema imune, e as suas fibras melhoram o trânsito intestinal, reduzem a absorção de gordura e ajudam a controlar a glicemia. 

10. Abacaxi (52 calorias em 100 g)

O abacaxi ajuda a emagrecer pois é rico em água e em vitamina C. O abacaxi combate a retenção de líquidos e deixa a cintura mais fina. Quem não gosta do sabor ácido do abacaxi pode experimentar o abacaxi assado no forno com canela em pau.

Recomenda-se comer 1 fruta à cada refeição, ou no mínimo 2 frutas diferentes por dia, além de seguir uma dieta hipocalórica e associar a prática regular de exercícios físicos à rotina, para conseguir emagrecer mais rápido.

 

Saúde

SUS amplia proteção infantil com nova vacina contra pneumonia e meningite

  As crianças brasileiras contarão com uma proteção mais abrangente contra doenças causadas pela bactéria pneumococo. A partir deste...

SUS amplia proteção infantil com nova vacina contra pneumonia e meningite

4 de junho de 2026

SUS amplia proteção infantil com nova vacina contra pneumonia e meningite

 

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As crianças brasileiras contarão com uma proteção mais abrangente contra doenças causadas pela bactéria pneumococo. A partir deste mês, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer a vacina Pneumocócica 20-valente (Pneumo 20) para o público infantil de até cinco anos de idade, reforçando a prevenção contra infecções que podem provocar complicações graves.

A nova vacina chega para ampliar a cobertura contra diferentes variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por enfermidades como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otites. Essas doenças representam uma das principais causas de internações hospitalares na infância e podem deixar sequelas permanentes ou até levar à morte em casos mais severos.

De acordo com o Ministério da Saúde, a principal vantagem do novo imunizante está na capacidade de proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria. A atualização da vacina busca acompanhar o perfil das cepas que mais circulam atualmente e que estão associadas aos casos mais graves da doença.

Além de reduzir o risco de infecções pulmonares e neurológicas, a vacina também auxilia na prevenção de quadros de otite média, uma inflamação frequente entre crianças pequenas que, quando não tratada adequadamente, pode comprometer a audição.

A incorporação da Pneumo 20 ao calendário vacinal faz parte da estratégia do governo federal para fortalecer a imunização infantil e diminuir a incidência de doenças evitáveis. As primeiras doses já começaram a ser distribuídas para os estados, que serão responsáveis pelo repasse aos municípios.

A expectativa é que as aplicações sejam iniciadas nas unidades básicas de saúde ainda neste mês, conforme a chegada dos imunizantes em cada região. Pais e responsáveis devem ficar atentos aos comunicados das secretarias municipais de saúde para acompanhar o cronograma de vacinação.

Especialistas reforçam que manter a caderneta de vacinação atualizada é uma das formas mais eficazes de proteger as crianças contra doenças potencialmente graves, contribuindo também para a redução da circulação de agentes infecciosos na população.

Saúde

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a...

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

3 de junho de 2026

Fibromialgia: a doença invisível que causa dores intensas e afeta milhões de brasileiros

 

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Dor constante, cansaço extremo, noites mal dormidas e dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. Esses são alguns dos desafios enfrentados por quem convive com a fibromialgia, uma síndrome crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e que ainda é cercada por dúvidas e preconceitos.

Considerada uma doença de difícil diagnóstico, a fibromialgia não provoca deformidades ou alterações visíveis no corpo, mas seus impactos podem ser profundos, comprometendo a qualidade de vida, o desempenho profissional e até mesmo a saúde emocional dos pacientes.

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculares generalizadas e persistentes em diversas regiões do corpo. A condição está relacionada a alterações no sistema nervoso central, que passa a interpretar estímulos de maneira diferente, aumentando a sensibilidade à dor.

Embora a causa exata ainda não seja totalmente conhecida pela ciência, especialistas acreditam que fatores genéticos, emocionais e ambientais podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Situações de estresse intenso, traumas físicos ou psicológicos, infecções e alterações hormonais também são apontadas como possíveis desencadeadores.

A síndrome pode atingir homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais frequente entre mulheres adultas, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos.

Apesar de a dor generalizada ser o principal sinal da fibromialgia, a doença apresenta diversos outros sintomas que podem variar de intensidade entre os pacientes.

Entre os mais comuns estão:

Dor muscular persistente em várias partes do corpo

Fadiga intensa

Sensação de cansaço ao acordar

Distúrbios do sono

Dores de cabeça frequentes

Rigidez muscular

Formigamentos

Ansiedade e depressão

Problemas de memória e concentração, conhecidos como "névoa mental".

Em muitos casos, os pacientes relatam dificuldades para trabalhar, estudar ou manter uma rotina normal devido ao desconforto constante provocado pela síndrome.

Uma das principais dificuldades enfrentadas pelos portadores de fibromialgia é o diagnóstico. Como a doença não aparece em exames laboratoriais ou de imagem, o reconhecimento depende principalmente da avaliação clínica realizada por médicos especialistas.

Muitas pessoas passam anos procurando respostas para suas dores até receberem o diagnóstico correto, o que pode atrasar o início do tratamento e aumentar o sofrimento físico e emocional.

Embora a fibromialgia não tenha cura, existem tratamentos capazes de controlar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes.

O acompanhamento geralmente envolve uma combinação de medicamentos, fisioterapia, exercícios físicos regulares, acompanhamento psicológico e mudanças nos hábitos de vida. A prática de atividades físicas supervisionadas é considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir dores e melhorar o condicionamento físico.

Além do tratamento médico, o apoio familiar e a compreensão da sociedade são fundamentais para que os pacientes consigam lidar com as limitações impostas pela doença.

Uma das dúvidas mais frequentes entre os pacientes diz respeito aos direitos previdenciários. O diagnóstico de fibromialgia, por si só, não garante aposentadoria automática pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No entanto, quando a doença provoca limitações severas e impede a pessoa de exercer suas atividades profissionais, o segurado pode ter acesso a benefícios previdenciários.

Nos casos em que a incapacidade é temporária, pode ser concedido o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. Já quando a perícia médica conclui que a pessoa está permanentemente incapacitada para o trabalho e não pode ser reabilitada para outra função, pode ser concedida a aposentadoria por incapacidade permanente.

Recentemente, avanços na legislação brasileira também passaram a reconhecer a fibromialgia como condição passível de enquadramento como deficiência em determinadas situações, desde que uma avaliação especializada comprove limitações significativas na vida do paciente.

Apesar de afetar milhões de pessoas, a fibromialgia ainda é considerada uma doença invisível. Como seus sintomas nem sempre são perceptíveis para quem está ao redor, muitos pacientes enfrentam incompreensão e preconceito.

Especialistas destacam que ampliar o conhecimento sobre a síndrome é essencial para promover diagnósticos mais rápidos, tratamentos adequados e maior acolhimento às pessoas que convivem diariamente com dores e limitações causadas pela doença.

Reconhecer a fibromialgia como um problema de saúde real é um passo importante para garantir qualidade de vida, acesso ao tratamento e respeito aos direitos dos pacientes.