quinta, 04 de junho, 2026
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A túnica que teria sido usada por Jesus Cristo antes de ser crucificado foi recentemente restaurada na França e está sendo excepcionalmente exibida na basílica Saint-Denys de Argenteuil, nos arredores de Paris, atraindo milhares de visitantes.
A peça de roupa é considerada pela Igreja Católica uma das maiores relíquias do cristianismo, ao lado do sudário de Oviedo e do lençol de Turim, que teria envolvido o corpo de Jesus no sepulcro.
A Santa Túnica, como é chamada a vestimenta que teria sido usada por Cristo no caminho para a cruz, pertence a França há 1,2 mil anos.
A imperatriz Irene de Constantinopla (atual Istambul, na Turquia) teria oferecido, no início do século 9, a peça de presente ao rei francês Carlos Magno, que a doou ao clero de Argenteuil.
A Santa Túnica só é exibida ao público (cerimônia conhecida como "ostentação") a cada 50 anos.
Após ter sido mostrada em 1984, a próxima vez seria apenas em 2034. Mas, em razão do recente restauro da peça e das comemorações dos 150 anos da basílica de Argenteuil, a Igreja decidiu antecipar o evento.
Em tempos normais, ela é conservada enrolada como um relicário. Apenas um pequeno pedaço de tecido pode ser visto através de um vidro.
A vestimenta é composta por mais de 20 fragmentos de tecido marrom. Em um restauro anterior, eles haviam sido costurados em um suporte de cetim claro que estava muito deteriorado.
O restauro atual consistiu em retirar os fragmentos da peça original e recosturá-los sobre um tecido mais escuro e mais grosso.
"Constatamos que, com um fundo mais escuro, os buracos da roupa ficam menos visíveis. Dessa maneira, foi possível dar maior coerência, em termos visuais, à túnica", afirma a restauradora de antiguidades Claire Beugnot, que já restaurou várias peças de tecidos para o museu do Louvre.
Coxim
A Sexta-feira Santa é vivida com fé, tradição e respeito pelos moradores de Coxim, que nesta sexta-feira dedicam o dia à reflexão e às...
3 de abril de 2026
A Sexta-feira Santa é vivida com fé, tradição e respeito pelos moradores de Coxim, que nesta sexta-feira dedicam o dia à reflexão e às manifestações religiosas que marcam a data.
Desde as primeiras horas da manhã, igrejas da cidade recebem fiéis para celebrações que recordam a crucificação e morte de Jesus Cristo. A programação inclui momentos de oração, leitura da Paixão de Cristo e, em algumas comunidades, encenações que emocionam e reforçam o significado espiritual da data.
Em Coxim, a Sexta-feira Santa mantém tradições que atravessam gerações. Muitas famílias seguem o costume de não consumir carne vermelha, optando por refeições simples, geralmente à base de peixe, como forma de respeito e penitência. O clima na cidade é de silêncio e introspecção, contrastando com a rotina agitada dos dias comuns.
As procissões também fazem parte da programação em bairros e paróquias, reunindo fiéis em caminhadas de fé pelas ruas da cidade. Esses momentos reforçam o sentimento de união e espiritualidade entre os moradores, que mantêm viva a essência da Semana Santa.
Além do aspecto religioso, o feriado altera o funcionamento da cidade. Órgãos públicos e parte do comércio permanecem fechados, enquanto serviços essenciais seguem normalmente, garantindo o atendimento à população.
Para os coxinenses, a Sexta-feira Santa vai além de um simples feriado. É um dia de renovação espiritual, reflexão sobre valores como amor, fé e solidariedade, e de fortalecimento das tradições que fazem parte da identidade cultural do município.
Religião
Um encontro especial e cheio de significado marcou a trajetória do padre Micael e também tocou o coração de muitos fiéis de Coxim. O sacerdote esteve recentemente...
31 de mar�o de 2026
Um encontro especial e cheio de significado marcou a trajetória do padre Micael e também tocou o coração de muitos fiéis de Coxim. O sacerdote esteve recentemente com o Papa Leão durante passagem pelo Principado de Mônaco.
Atualmente residindo na Suíça, padre Micael segue sua missão religiosa fora do Brasil, mas sua história continua profundamente ligada a Coxim, onde atuou por muitos anos e construiu uma forte relação com a comunidade católica local.
Conhecido pelo carisma e proximidade com os fiéis, o padre Micael é sempre lembrado em Coxim por suas qualidades marcantes: generosidade, empatia, gentileza, educação e bom humor. Mesmo distante, ele não esconde o carinho e o amor que sente pela cidade, mantendo viva a conexão com a comunidade que tanto fez parte de sua caminhada.
Sua atuação deixou marcas importantes no município, seja por meio de celebrações, ações sociais ou pelo acolhimento às pessoas em momentos difíceis. Até hoje, muitos moradores destacam a saudade deixada após sua partida.
O encontro com o Papa Leão representa não apenas um momento pessoal significativo na vida do sacerdote, mas também um motivo de orgulho para aqueles que acompanharam sua trajetória em Coxim.
Para os fiéis, ver o padre Micael vivendo novas experiências em sua missão, sem jamais esquecer de Coxim reforça o sentimento de gratidão, admiração e saudade que permanece forte na cidade.