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Paralização dos caminhoneiros começa afetar comércio de Rio Verde

Hortifrúti, gás de cozinha e sal já está em falta em vários comércios

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30 de maio de 2018

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Rio Verde MS

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Com a greve dos caminhoneiros no décimo dia, o fluxo de mercadorias pelas estradas segue incerto. Mesmo os pequenos abastecimentos, garantidos por caminhões menores que fazem trajetos da capital para Rio Verde, também estão ameaçados com a demora na reposição dos estoques.
A escassez de produtos, principalmente hortifrutigranjeiros, já está comprometida em muitos supermercados de Rio Verde e  já esta em falta.
Preços altos e algumas gôndolas vazias já são vistas nos supermercados.
A situação é reflexo da queda de movimento das Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul (Ceasa), principal entreposto de alimentos.
Também esta faltando gás de cozinha em todo o país e em Rio Verde não é diferente. O fechamento de uma produtora no interior de São Paulo, aliado as dificuldades com transporte provocaram um desabastecimento em vários estados brasileiros, sem previsão de terminar.
O presidente do Simperga/MS (Sindicato das revendedores de GLP) Vilson de Lima, confirma que não há botijão disponível para venda na maioria das distribuidoras.
Em Rio Verde, a maioria dos comerciantes trabalham com pouco capital de giro, contam com a mercadoria para comprar e revender.
Outros distribuidores também afirmam que está faltando gás para revenda. Em Rio Verde, a situação se repete e os estoques do botijão de 13 quilos de gás GLP estão vazios e não se encontra mais nas revendas.
Ao certo, ninguém explica os motivos que levaram a atual situação, mas afirmam que além da falta do gás haverá consequências sérias no preço. No início do mês a Petrobras informou que o valor será reajustado todo dia 5.
No caso dos hortifrutigranjeiros não está chegando nada. A oferta de hortifrutigranjeiros em vários mercados, é zero para vários produtos. De acordo com o presidente da Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados (Amas), Edmilson Veratti, não está havendo abastecimentos nos estabelecimentos. “Os estoques estão diminuindo diariamente”. Segundo ele, os itens estão ficando nas indústrias e o escoamento da produção ainda está parado.
Vários  caminhões seguiam parados na Ceasa, em Campo Grande, e o fim da paralisação ainda era uma incógnita após o anúncio pelo governo federal de novas medidas. A principal delas é a redução do preço do diesel em R$ 0,46 nas bombas por 60 dias e a isenção do pagamento de pedágio para eixos suspensos de caminhões vazios.
O governo federal atribui a indefinição ao fato de não haver liderança no movimento e por isso a desmobilização é mais difícil.

Queda na 
arrecadação
As informações das agências fazendárias são alarmantes, porque não entram e nem saem caminhões de Mato Grosso do Sul. Muitos deles estão carregados nos frigoríficos e não conseguem chegar ao destino. Assim como os transportadores de grãos do Estado. O quadro é de paralisação do agronegócio por causa da greve.
Há ainda a preocupação do abastecimento com combustíveis, produtos alimentícios, hospitalares e outros gêneros para atender a população. O Governador Reinaldo Azambuja ofereceu apoio logístico do Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) e da Polícia Militar para garantir o transporte em segurança desses produtos para Capital e interior.
De acordo com o presidente da Fiems, Sérgio Longen, além do prejuízo diário de R$ 100 milhões no setor industrial, o Estado de MS deve deixar de arrecadar pelo menos metade da receita de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O comércio também sofre com a parasalição: no fim de semana, o movimento dos centros comerciais da Capital caíram em 60%. E todas exportações do Estado também foram suspensas. “Os empresários já estão alertando que não terão dinheiro para pagar impostos e salários dos funcionários”, reforça Longen. “Não adianta o Governo achar que vai receber [o ICMS], porque não vai”.

 

empreendimento

Mutirão do MEI mobiliza Mato Grosso do Sul e fortalece pequenos negócios no início de 2026

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Com mais de 168 mil microempreendedores individuais em atividade, Mato Grosso do Sul começa 2026 impulsionado por um segmento que gera renda, emprego e dinamiza a economia local. Para garantir que esse contingente continue ativo e regular, o Sebrae/MS promove, entre os dias 12 e 30 de janeiro, o Mutirão do MEI, uma ação estadual voltada à orientação e regularização dos pequenos negócios.

A iniciativa reúne uma ampla rede de atendimento, com 85 pontos distribuídos em 59 municípios sul-mato-grossenses. Os serviços são oferecidos gratuitamente em unidades do Sebrae e também em espaços parceiros, como Salas do Empreendedor, associações comerciais e instituições de apoio ao empreendedorismo, facilitando o acesso em todas as regiões do Estado.

Durante o mutirão, os microempreendedores poderão resolver pendências fiscais, obter informações sobre débitos em atraso e receber orientações sobre como manter-se no Simples Nacional. Também estão disponíveis serviços como emissão de documentos, esclarecimento de dúvidas sobre obrigações anuais e apoio para evitar problemas que possam resultar no cancelamento do CNPJ.

De acordo com o Sebrae/MS, a proposta é atuar de forma preventiva, evitando que pequenos débitos ou falta de informação comprometam a continuidade dos negócios. Muitos MEIs dependem exclusivamente da atividade para sustentar suas famílias, o que torna a regularização uma etapa essencial para a segurança financeira e a permanência no mercado.

Além de auxiliar na parte burocrática, o Mutirão do MEI reforça a importância da formalização e do planejamento financeiro. A ação busca aproximar os empreendedores dos serviços de apoio disponíveis, estimulando a gestão responsável e o crescimento sustentável dos negócios locais.

Com atendimento concentrado ao longo do mês de janeiro, o mutirão se consolida como uma oportunidade estratégica para que os microempreendedores iniciem 2026 com a situação regularizada, mais organização e condições de seguir contribuindo para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul.

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Coxim na Trilha 2025: aventura, tradição pantaneira e responsabilidade ambiental

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A maior expedição off-road do Pantanal já tem data marcada: nos dias 28 e 29 de novembro de 2025, Coxim será novamente ponto de encontro para aventureiros de todo o estado e região, durante a 6ª edição do Coxim na Trilha/ Trilha Pantaneira, evento que une adrenalina, cultura local e preservação ambiental em um dos biomas mais ricos do mundo.
O carrossel oficial divulgado pela organização traz todas as informações para quem quer garantir vaga nesse passeio que já virou tradição. Com inscrições limitadas, os valores são de R$ 220,00 para adultos e R$ 110,00 para crianças de até 15 anos. A inscrição inclui festa de recepção com chopp liberado e churrasco, além do kit completo do evento, contendo camiseta, pulseira e adesivo que serão entregues na praça da concha no dia 28 das 14h às 22h.


O trajeto total tem aproximadamente 240 km (ida e volta), com nível moderado, perfeito para participantes com conhecimento básico em trilhas. A organização destaca que veículos 4x4 têm melhor desempenho, mas caminhonetes e SUVs 4x2 também conseguem completar o percurso em segurança.
As imagens divulgadas mostram veículos em meio a lama, água e estradas pantaneiras, reforçando a característica marcante da trilha: contato direto com o ambiente natural e seus desafios.


A cobertura fotográfica e de vídeo ficará a cargo de Evelyn Martins e Silas Ismael, que serão responsáveis por capturar os melhores momentos da aventura. A recomendação da organização é clara: prepare o sorriso e a pose, porque cada trecho rende imagens memoráveis.
Como parte essencial do evento, a organização reforça a importância do respeito ao Pantanal. Cada participante deve levar sacos para armazenar seu próprio lixo, recolhendo tudo o que for gerado durante o percurso e nas paradas.


“O Pantanal nos recebe de braços abertos, vamos retribuir com respeito”, destaca o aviso oficial.


Mais do que um passeio, o Coxim na Trilha é uma celebração da cultura pantaneira. A recepção com música, churrasco e integração entre participantes cria um clima familiar, unindo off-road, turismo e tradição regional.
Com expectativa de grande público e inscrições limitadas, a organização reforça que os interessados devem garantir sua vaga o quanto antes. O Coxim na Trilha 2025 promete ser uma das maiores edições já realizadas com muita poeira, lama, amizade e respeito ao Pantanal.