quinta, 04 de junho, 2026
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Ao lançarmos um rápido olhar em cada um dos elementos que a compõem a vestimenta do Homem Pantaneiro, vamos notar a diferença em seu jeito de falar, de andar, de se comportar, a riqueza da oralidade, porém o chapéu mereceria e merece um aprofundado estudo e nos traria resultados e conhecimentos maravilhosos com toda a certeza.
Por isso ao usarmos um chapéu hoje em dia, podemos perceber que ele não é somente mais um acessório que protege a cabeça das pessoas do sol escaldante de todos os dias, principalmente em Mato Grosso do Sul, onde os peões pantaneiros tradicionalmente, usam o artigo como parte natural do corpo na lida da vida rural.
Com o estilo country e o sertanejo universitária, este tipo de artigo pessoal tomou conta do país, fazendo com que os chapéus produzidos em Rio Verde de Mato Grosso-MS, ganhassem a simpatia de dezenas de duplas musicais, além é claro, de “fazer a cabeça” dos personagens e do público dos grandes encontros dos clubes de tiro de laço e nos espetáculos de rodeio realizados por todo o país.
Segundo Mariano Alcaras Filho, o Dudú, eles e sua família chegaram na cidade de Rio Verde de Mato Grosso-MS, em 2001, vindo de Poconé-MT, após uma rápida passagem por Aquidauana como vendedor, em Rio Verde, adquiriram uma pequena chácara e instalou a fábrica de chapéus Karandá, cujo nome/marca surgiu da opinião de um colaborador que associou a matéria prima da palmeira Carandá.
A inquietude e a visão empreendedora de Mariano o impulsionou a agregar valor ao chapéu que até então era pouco valorizado no mercado, comprou então um equipamento de uma antiga marca no interior de São Paulo, passando então a produzir novos modelos e numa escala mais industrial do que artesanal.
Atuando de forma sustentável, já que a palha utilizada como matéria prima evita o desmatamento da região nordeste do Brasil e a empresa busca também a valorização da cultura pantaneira. Atualmente os chapéus e outros produtos com a marca Karandá como facas, selaria, Cintos, Cantil e garrafa térmica encapado com couro, erva mate, bolsas e bonés são vendidos para outros Estados da Federação, entre eles, Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Acre, Roraima, Pará, Tocantins, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Piauí e Mato Grosso do Sul.
Além disso, a empresa também está colaborando com a ressocialização de internos de Mato Grosso do Sul, ao utilizar a mão de obra de internos, na fabricação e acabamento dos chapéus e outros itens da marca.
Crescimento
Inicialmente eram produzidas 200 unidades por mês, e atualmente a produção chega a 30 mil chapéus ao mês, e o faturamento, pulou de R$ 100 mil para R$ 800 mil. A fábrica hoje emprega cerca de 35 pessoas com 50 microempreendedores com distribuição terceirizada, num sistema inovativo de gestão administrativa. O modelo de chapéu mais comum é o chapéu de palha de carnaúba, cuja matéria prima vem do Maranhão e Ceará. É o tipo mais comum, usado principalmente entre os peões pantaneiros e produtores rurais da região.
empreendimento
Com mais de 168 mil microempreendedores individuais em atividade, Mato Grosso do Sul começa 2026 impulsionado por um segmento que gera renda, emprego e dinamiza a economia local. Para...
8 de janeiro de 2026
Com mais de 168 mil microempreendedores individuais em atividade, Mato Grosso do Sul começa 2026 impulsionado por um segmento que gera renda, emprego e dinamiza a economia local. Para garantir que esse contingente continue ativo e regular, o Sebrae/MS promove, entre os dias 12 e 30 de janeiro, o Mutirão do MEI, uma ação estadual voltada à orientação e regularização dos pequenos negócios.
A iniciativa reúne uma ampla rede de atendimento, com 85 pontos distribuídos em 59 municípios sul-mato-grossenses. Os serviços são oferecidos gratuitamente em unidades do Sebrae e também em espaços parceiros, como Salas do Empreendedor, associações comerciais e instituições de apoio ao empreendedorismo, facilitando o acesso em todas as regiões do Estado.
Durante o mutirão, os microempreendedores poderão resolver pendências fiscais, obter informações sobre débitos em atraso e receber orientações sobre como manter-se no Simples Nacional. Também estão disponíveis serviços como emissão de documentos, esclarecimento de dúvidas sobre obrigações anuais e apoio para evitar problemas que possam resultar no cancelamento do CNPJ.
De acordo com o Sebrae/MS, a proposta é atuar de forma preventiva, evitando que pequenos débitos ou falta de informação comprometam a continuidade dos negócios. Muitos MEIs dependem exclusivamente da atividade para sustentar suas famílias, o que torna a regularização uma etapa essencial para a segurança financeira e a permanência no mercado.
Além de auxiliar na parte burocrática, o Mutirão do MEI reforça a importância da formalização e do planejamento financeiro. A ação busca aproximar os empreendedores dos serviços de apoio disponíveis, estimulando a gestão responsável e o crescimento sustentável dos negócios locais.
Com atendimento concentrado ao longo do mês de janeiro, o mutirão se consolida como uma oportunidade estratégica para que os microempreendedores iniciem 2026 com a situação regularizada, mais organização e condições de seguir contribuindo para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul.
EVENTO
A maior expedição off-road do Pantanal já tem data marcada: nos dias 28 e 29 de novembro de 2025, Coxim será novamente ponto de encontro para aventureiros de todo o...
28 de novembro de 2025
A maior expedição off-road do Pantanal já tem data marcada: nos dias 28 e 29 de novembro de 2025, Coxim será novamente ponto de encontro para aventureiros de todo o estado e região, durante a 6ª edição do Coxim na Trilha/ Trilha Pantaneira, evento que une adrenalina, cultura local e preservação ambiental em um dos biomas mais ricos do mundo.
O carrossel oficial divulgado pela organização traz todas as informações para quem quer garantir vaga nesse passeio que já virou tradição. Com inscrições limitadas, os valores são de R$ 220,00 para adultos e R$ 110,00 para crianças de até 15 anos. A inscrição inclui festa de recepção com chopp liberado e churrasco, além do kit completo do evento, contendo camiseta, pulseira e adesivo que serão entregues na praça da concha no dia 28 das 14h às 22h.
O trajeto total tem aproximadamente 240 km (ida e volta), com nível moderado, perfeito para participantes com conhecimento básico em trilhas. A organização destaca que veículos 4x4 têm melhor desempenho, mas caminhonetes e SUVs 4x2 também conseguem completar o percurso em segurança.
As imagens divulgadas mostram veículos em meio a lama, água e estradas pantaneiras, reforçando a característica marcante da trilha: contato direto com o ambiente natural e seus desafios.
A cobertura fotográfica e de vídeo ficará a cargo de Evelyn Martins e Silas Ismael, que serão responsáveis por capturar os melhores momentos da aventura. A recomendação da organização é clara: prepare o sorriso e a pose, porque cada trecho rende imagens memoráveis.
Como parte essencial do evento, a organização reforça a importância do respeito ao Pantanal. Cada participante deve levar sacos para armazenar seu próprio lixo, recolhendo tudo o que for gerado durante o percurso e nas paradas.
“O Pantanal nos recebe de braços abertos, vamos retribuir com respeito”, destaca o aviso oficial.
Mais do que um passeio, o Coxim na Trilha é uma celebração da cultura pantaneira. A recepção com música, churrasco e integração entre participantes cria um clima familiar, unindo off-road, turismo e tradição regional.
Com expectativa de grande público e inscrições limitadas, a organização reforça que os interessados devem garantir sua vaga o quanto antes. O Coxim na Trilha 2025 promete ser uma das maiores edições já realizadas com muita poeira, lama, amizade e respeito ao Pantanal.