sábado, 25 de julho, 2026
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LEGISLATIVO
A iniciativa tem como objetivo facilitar a quitação de multas aplicadas pela Corte de Contas a entes e agentes públicos, oferecendo condições especiais de pagamento
31 de julho de 2025
(Tania Sother/Secretaria de Comunicação)
Na última terça-feira, 29 de julho, a chefe de privacidade e encarregada de dados do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Ana Carla Leme Brum de Oliveira, apresentou ao presidente da Corte, conselheiro Flávio Kayatt, e aos demais conselheiros, o projeto “Proteção de Dados e Integridade Pública: Projeto de Apoio Técnico aos Jurisdicionados”, que tem como objetivo auxiliar municípios e demais entes jurisdicionados na implementação e adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Participaram da reunião o corregedor-geral do TCE-MS, conselheiro Marcio Monteiro, os conselheiros Waldir Neves, Célio Lima de Oliveira, Patrícia Sarmento dos Santos e Leandro Lobo Pimentel, além do procurador-geral do Ministério Público de Contas, João Antônio de Oliveira Martins Junior, o procurador substituto Matheus Henrique Pleutim de Miranda, e os chefes de gabinete Ricardo Koim, Alexandre Brandes e Maitê Arevalo Nunes da Cunha e o diretor de Tecnologia da Informação, José Augusto Alves Ferreira.
Durante a apresentação, Ana Carla destacou os principais objetivos do projeto: fomentar a cultura da proteção de dados, garantir conformidade com a legislação vigente e fortalecer a governança da informação no setor público.
“O propósito é orientar corretamente os gestores sobre como implementar a LGPD. A lei está em vigor desde 2018 e a fiscalização tem avançado. Vamos realizar diagnósticos, mapear riscos e indicar os caminhos para a conformidade”, explicou.
Desenvolvido pela Secretaria de Proteção de Dados (SEPROD) em conjunto com o Comitê Gestor de Proteção de Dados (COGPD), o projeto prevê ações até 2029, incluindo diagnósticos de conformidade, capacitações, campanhas educativas, desenvolvimento de ferramentas e criação de um Índice Estadual de Conformidade à LGPD. Também haverá reconhecimento de boas práticas por meio de premiações.
O procurador substituto Matheus Henrique elogiou a iniciativa, destacando o papel pedagógico do Tribunal. “O TCE tem se consolidado como um órgão orientador, e não apenas sancionador. Apoiar o bom gestor é fundamental.”
O presidente Flávio Kayatt reforçou o compromisso do Tribunal com a gestão pública eficiente e transparente. “Estamos ao lado do gestor que busca fazer o certo. Esse projeto fortalece a segurança e o respeito à privacidade do cidadão.”
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) estabelece regras para o tratamento de dados pessoais por empresas e órgãos públicos, com foco na proteção dos direitos fundamentais de liberdade, privacidade e livre desenvolvimento da personalidade. Aplicável aos setores público e privado, a LGPD exige que o tratamento de dados ocorra com transparência, segurança e responsabilidade, garantindo ao cidadão o controle sobre suas informações pessoais. (Tania Sother/Secretaria de Comunicação)
Eleições 2026
A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo...
24 de julho de 2026
A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.
O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.
Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.
A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.
A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.
A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.
Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.
Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.
Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.
Eleições 2026
A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em...
22 de julho de 2026
A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.
A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.
O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.
A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.
A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.
Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.
As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.
Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.