quinta, 04 de junho, 2026
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A decisão sobre o futuro da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), provocará mudanças na estratégia do grupo governista, liderado por Eduardo Riedel (PP), Reinaldo Azambuja (PL) e Tereza Cristina (PP), em Mato Grosso do Sul
Hoje, a ministra é avaliada como a candidata mais forte fora do grupo que se intitula como de direita. Por isso, toda estratégia é pensada no sentido de impedir que ela fique com uma das duas vagas para o Senado.
A preocupação aumentou após o crescimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em pesquisas, o que levou o grupo a considerar a possibilidade de um crescimento e até vitória de Simone, por conta da divisão de votos, motivada pela possibilidade de escolha de dois nomes.
Com Simone na disputa, o grupo passou a considerar até a possibilidade de apoiar Capitão Contar (PRTB), que não é próximo a nenhuma das lideranças do bloco governista. A avaliação é de que seria melhor Contar, ainda que distante do grupo, a uma derrota para alguém próximo a Lula.
Se a ministra continuar no grupo, a ideia é fazer uma pesquisa e seguir o pragmatismo, ainda que o escolhido não seja o preferido da maioria. Todavia, sem Simone, o grupo poderia abrir margem para um risco, apostando em uma candidatura com chance de crescimento no decorrer da campanha.
Presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP) tem relação próxima com o Reinaldo, Tereza e Riedel e já está filiado a um partido do bloco, o que lhe coloca um passo à frente nesta disputa. Gianni Nogueira (PL) também tem como vantagem o fato de estar filiada ao PL, mas não tem uma relação tão próxima com lideranças estaduais. Ela precisaria contar com uma intervenção forte do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Capitão Contar não está na lista dos partidos aliados e também não tem preferência de lideranças do grupo. Ele precisaria pontuar muito bem para ser o escolhido. Nelsinho Trad está no PSD, que pode integrar o grupo e tem como vantagem a boa relação com as três lideranças que definirão o candidato do grupo.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.