quinta, 04 de junho, 2026
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A maioria dos deputados estaduais de Mato Grosso do Sul é candidata à reeleição nas eleições deste ano. Dos 24 parlamentares, apenas três devem entrar na disputa por vagas na Câmara Federal: Mara Caseiro (PSDB), Neno Razuk (PL) e Roberto Hashioka (União Brasil).
Do PSDB, vão para a reeleição: Jamilson Name, Lia Nogueira, Paulo Corrêa, Pedro Caravina e Zé Teixeira. Do partido, apenas Mara Caseiro deve sair candidata à Câmara dos Deputados. Entre os citados, apenas Lia e Caravina devem permanecer no ninho tucano.
Já do MDB, os três parlamentares tentarão mais quatro anos na Alems. São eles: Junior Mochi, Marcio Fernandes e Renato Câmara. Fernandes mostra insatisfação com a sigla e pode deixar o MDB e tentar a reeleição em “nova casa”.
Do PT, os deputados estaduais são Gleice Jane, Pedro Kemp e Zeca. Os três pretendem disputar a reeleição.
Ainda, no PL, estão filiados Coronel David, João Henrique Catan e Neno Razuk. Catan pode disputar o Governo de MS, mas talvez não no PL. Já Razuk é pré-candidato a deputado federal.
O PP tem dois parlamentares: Gerson Claro, presidente da Casa de Leis, e Londres Machado, o deputado brasileiro que detém o recorde de vitórias eleitorais consecutivas no Brasil, tendo sido reeleito desde 1971. Claro já demonstrou vontade de disputar o Senado Federal, mas deixou claro que isso vai depender de conversas no partido.
Lídio Lopes e Lucas de Lima estão sem partido. Os dois devem definir uma nova sigla na janela partidária, em abril do próximo ano, para disputarem a reeleição.
Pedrossian Neto (PSD), Paulo Duarte (PSB), Antônio Vaz (Republicanos) e Rinaldo Modesto (Podemos) também são pré-candidatos à reeleição. Roberto Hashioka (União Brasil) pode ser candidato a deputado federal. Assim, ele abrirá espaço para a esposa, Dione Hashioka (União Brasil), tentar uma vaga na Alems.
Duarte já afirmou que deixará o PSB. Ele confirmou apoio a Riedel, mas o partido apoiará outro candidato. Modesto também deve sair da sua atual sigla e se filiar ao União Brasil, comandado pela irmã, Rose Modesto.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.