sábado, 25 de julho, 2026
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O ex-governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, esteve em Brasília para participar de uma reunião da executiva nacional do Partido Liberal (PL), que marcou o avanço das articulações políticas voltadas à corrida presidencial.
O encontro reuniu lideranças de diferentes estados com o objetivo de estruturar os primeiros passos da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro. A proposta central foi alinhar estratégias e fortalecer a conexão entre as direções estaduais e a coordenação nacional da sigla.
De acordo com Azambuja, a reunião teve foco na construção de uma atuação integrada em todo o país. Ele destacou a importância de envolver todas as regiões no planejamento político, garantindo que as demandas locais sejam contempladas dentro do projeto nacional.
Entre as definições, ficou estabelecido que cada estado deverá indicar representantes para atuar como elo direto com a equipe central da campanha, especialmente nas áreas jurídica e de comunicação. A iniciativa busca dar mais unidade às ações e evitar divergências no discurso e na condução das estratégias eleitorais.
Outro ponto discutido foi a produção de conteúdo voltado à campanha. A ideia é promover gravações conjuntas entre o pré-candidato à Presidência e lideranças estaduais, abordando temas específicos de cada região. No caso de Mato Grosso do Sul, deverão ser priorizadas pautas alinhadas às necessidades locais.
A reunião também contou com a presença da ex-ministra Maria Cláudia Bucchianeri, que ficará responsável pela coordenação jurídica da campanha, além do marqueteiro Duda Lima. Entre os assuntos debatidos, estiveram os desafios relacionados ao uso de tecnologias digitais e a disseminação de informações falsas durante o período eleitoral.
Segundo Azambuja, a integração entre as equipes jurídicas nacional e estaduais será essencial para enfrentar esse cenário, garantindo agilidade na identificação de conteúdos irregulares e na adoção de medidas legais.
Além das estratégias eleitorais, também foram discutidos temas internos do partido, como o fortalecimento da militância, a organização das estruturas regionais e o processo de formação das chapas. Ainda em fase inicial, a definição dos nomes que disputarão cargos majoritários deve avançar nos próximos meses.
Pré-candidato ao Senado, Azambuja afirmou que o partido segue em período de filiações e que a composição das chapas deve ganhar forma a partir de julho. Ele também mencionou que a construção das candidaturas será feita em conjunto com a direção nacional da legenda.
Sobre a possibilidade de uma visita de Flávio Bolsonaro ao Estado, ainda não há confirmação oficial. No entanto, a expectativa é de que, após o período de filiações, o senador intensifique sua agenda pelo país, incluindo Mato Grosso do Sul.
Durante o encontro, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, destacou a atuação de Azambuja dentro da legenda, ressaltando sua importância na articulação política do partido em nível estadual e nacional.
Eleições 2026
A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo...
24 de julho de 2026
A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.
O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.
Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.
A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.
A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.
A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.
Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.
Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.
Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.
Eleições 2026
A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em...
22 de julho de 2026
A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.
A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.
O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.
A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.
A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.
Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.
As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.
Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.