sábado, 25 de julho, 2026
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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE/MS), conselheiro Flávio Kayatt, recebeu, na manhã da última segunda-feira (17), a visita da senadora Tereza Cristina. O encontro teve um caráter institucional e reforçou o diálogo entre a Corte de Contas e o poder legislativo.
“Estou aqui para uma visita de cortesia ao novo presidente do Tribunal. Eu não pude vir à posse do conselheiro Flávio Kayatt, mas, agora que estou em Campo Grande, fiz questão de vir aqui trazer um abraço, me colocar à disposição e desejar sucesso nessa gestão frente à Corte de Contas do nosso Estado”, afirmou a senadora.
A reunião aconteceu na sede do Tribunal e contou também com a presença do vice-presidente do TCE/MS, conselheiro Jerson Domingos, do corregedor-geral, conselheiro Marcio Monteiro, e do conselheiro Marco Santullo.
Troca de ideias sobre gestão pública - Além da formalidade do encontro, a visita foi uma oportunidade para trocar ideias sobre temas que impactam a administração pública. “A senadora fez uma visita de cortesia para saudar a nova gestão e os conselheiros. Falamos um pouco sobre o cenário nacional, sobre temas importantes para o nosso país que, com certeza, ela traz a sua vivência e experiência, oferecendo um olhar estratégico sobre assuntos relevantes”, destacou o conselheiro Marcio Monteiro.
Tereza Cristina tem uma trajetória marcada pela atuação na agropecuária e na política. Como ex-ministra da Agricultura e atual senadora, acompanha de perto questões ligadas à economia, desenvolvimento sustentável e políticas públicas.
Durante o encontro, Kayatt e os demais conselheiros ressaltaram a importância do diálogo entre o Tribunal de Contas e os representantes do legislativo. A troca de informações entre esses setores contribui para aprimorar a fiscalização e o desenvolvimento de políticas mais eficientes.
Compromisso com a transparência - Flávio Kayatt assumiu recentemente a presidência do TCE-MS e tem o desafio de conduzir a instituição nos próximos anos. O Tribunal de Contas tem um papel essencial na fiscalização da administração pública, garantindo que os recursos públicos sejam usados corretamente.
A visita da senadora reforça a relevância do Tribunal e sua conexão com as lideranças políticas. Em tempos de desafios econômicos e administrativos, a interação entre os órgãos de fiscalização e o poder legislativo se torna ainda mais necessária.
“Queremos que o Tribunal continue sendo uma referência na fiscalização e no controle dos gastos públicos. Parcerias e diálogos com o legislativo são fundamentais para aprimorar esse trabalho”, afirmou Kayatt.
Diálogo entre instituições - Visitas institucionais como essa não apenas fortalecem os laços entre diferentes esferas do poder, mas também demonstram o interesse do legislativo em acompanhar e apoiar o trabalho dos órgãos de controle. Para o TCE-MS, encontros desse tipo são uma oportunidade de apresentar projetos, discutir desafios e manter um relacionamento próximo com lideranças políticas.
Eleições 2026
A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo...
24 de julho de 2026
A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.
O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.
Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.
A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.
A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.
A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.
Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.
Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.
Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.
Eleições 2026
A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em...
22 de julho de 2026
A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.
A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.
O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.
A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.
A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.
Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.
As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.
Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.