quinta, 04 de junho, 2026
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Para ampliar o número de doadores de sangue e conscientizar a população sobre a importância desse gesto solidário, o estado de Mato Grosso do Sul conta agora com uma nova legislação que institui ações permanentes de educação e informação sobre a doação de sangue.
A Lei 6.397/2025, de autoria do deputado estadual Junior Mochi (MDB), foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14) e estabelece diretrizes para campanhas de esclarecimento e sensibilização da sociedade, envolvendo tanto o setor público quanto a iniciativa privada.
Entre as medidas previstas, estão:
• Campanhas informativas para combater mitos, medos e tabus relacionados à doação de sangue;
• Distribuição de materiais educativos em escolas, unidades de saúde e espaços públicos;
• Projetos pedagógicos sobre o tema em instituições de ensino;
• Palestras, oficinas e eventos organizados em parceria com hemocentros e profissionais da área da saúde.
A lei também determina a ampla divulgação dos direitos dos doadores, como:
Atendimento prioritário em serviços públicos;
Dispensa do trabalho nos dias em que realizarem a doação, conforme já previsto na legislação trabalhista.
Para garantir a eficácia das ações, o poder público poderá firmar convênios com empresas privadas e organizações da sociedade civil, ampliando o alcance das campanhas e incentivando a participação da população.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil enfrenta dificuldades para manter os estoques dos bancos de sangue em níveis ideais. Em Mato Grosso do Sul, campanhas pontuais ajudam a suprir a demanda, mas a nova lei pretende implantar uma política contínua de conscientização, tornando a doação de sangue parte da cultura de solidariedade do estado. Com informações da Assembleia Legislativa de MS. (Maikon Leal)
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.