quinta, 04 de junho, 2026
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“A verdadeira grandeza de uma sociedade não se mede apenas pelo progresso econômico ou pelo avanço tecnológico, mas sobretudo pela forma como trata seus cidadãos mais vulneráveis”. A frase, dita pelo deputado Junior Mochi (MDB), na noite da última quarta-feira (27), durante a sessão solene de entrega da Comenda Jô Clemente, traduz o propósito da solenidade: valorizar o trabalho de quem atua pela defesa e promoção de direitos de pessoas com deficiência. A cerimônia, realizada no plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), prestou homenagem a 20 pessoas e entidades.
A Comenda Jô Clemente foi instituída pela Resolução 96/2023, de autoria do deputado Junior Mochi, proponente da solenidade desta noite. O evento também é alusivo à Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, instituída pela Lei Federal 13.585/2017 e celebrada de 21 a 28 de agosto de cada ano.
“Hoje, o Parlamento de Mato Grosso do Sul cumpre um dos papéis mais nobres que pode assumir: reconhecer e valorizar aqueles que transformam a vida de outras pessoas, sobretudo daqueles que, historicamente, enfrentam barreiras de exclusão e preconceito”, discursou Junior Mochi.
O parlamentar destacou a importância de Jolinda Garcia dos Santos Clemente, a dona Jô Clemente, que dá o nome à Comenda. Ele lembrou que dona Jô é nascida em Coxim e que se tornou “referência nacional na luta pela inclusão”. “Transformou sua experiência de vida em missão, enfrentou barreiras e os preconceitos impostos à época ao seu filho José Tarcísio, o Zeca, que nasceu com Síndrome de Down”, informou.
Para Junior Mochi, o significado das homenagens está em compreender que a grandeza de uma sociedade se mede, sobretudo, pela “forma como trata seus cidadãos mais vulneráveis”. E completou que o ato desta noite não é apenas uma celebração. “É também um chamado à reflexão e ao compromisso”, disse, conclamando para a “construção de um Mato Grosso do Sul incluso, acessível e solidário”. E completou: “A pessoa com deficiência não quer favores, mas apenas oportunidade e respeito”.
Além de Junior Mochi, compuseram a mesa de autoridades o deputado Gerson Claro (PP), presidente da ALEMS, a presidente da Associação Pestalozzi, Giselle Tanus, a vice-presidente da Federação das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes/MS), Fabiana Maria das Graças Soares de Oliveira, e a senhora Celina Garcia Bandeira, prima da dona Jô Clemente. Também estiveram presentes na cerimônia os deputados Roberto Hashioka (União) e Pedro Kemp (PT). (Osvaldo Júnior- ALEMS)
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.