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Eleições 2026: semana movimentada e troca de partido

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31 de março de 2026

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Glenda Melo

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Com a aproximação do fechamento da chamada “janela partidária”, o cenário político brasileiro vive um momento de intensa movimentação e em Mato Grosso do Sul não é diferente. Lideranças importantes têm trocado de partido, redesenhando alianças e provocando um verdadeiro efeito dominó que pode chegar, com força, até os municípios como Coxim.

Entre os exemplos mais emblemáticos está o ex-governador Reinaldo Azambuja, que deixou o PSDB para se filiar ao PL. Outro nome de peso é o deputado federal Beto Pereira, que também saiu do PSDB e migrou para o Republicanos. Já o deputado Fábio Trad fez um movimento ainda mais surpreendente ao deixar o PSD para ingressar no PT. E mais recentemente, o deputado estadual Márcio Fernandes, que era do MDB, também confirmou sua ida para o PL.

Outro movimento que chamou atenção foi do atual governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, que em 2025 também mudou de partido, migrando para o PP reforçando ainda mais o cenário de reconfiguração política no Estado.

Essas mudanças não são apenas trocas de sigla elas representam reposicionamentos estratégicos que podem influenciar diretamente o rumo das eleições e, principalmente, das eleições municipais.

Diante desse cenário, a pergunta que começa a ganhar força nos bastidores é inevitável: os vereadores de Coxim também irão mudar de partido para acompanhar seus líderes estaduais e federais?

A lógica política indica que sim ou pelo menos que essa possibilidade é real. Historicamente, vereadores tendem a seguir as diretrizes de seus padrinhos políticos, buscando manter alinhamento para garantir apoio, recursos e viabilidade eleitoral. Com líderes mudando de legenda, a pressão para que bases municipais façam o mesmo aumenta consideravelmente.

Nos corredores da política coxinense, o clima já é de expectativa. Ainda que muitos parlamentares mantenham silêncio público, as articulações nos bastidores são intensas. Conversas, convites e negociações estão acontecendo, e a tendência é que algumas mudanças ocorram antes do prazo final da janela partidária.

Caso essas migrações se confirmem, Coxim poderá assistir a uma reconfiguração completa de forças políticas. Partidos podem se fortalecer rapidamente, enquanto outros correm o risco de perder representatividade. Isso impacta diretamente a formação de chapas, alianças e até possíveis candidaturas ao Executivo municipal.

Mais do que uma simples troca de legenda, o momento atual representa uma redefinição de estratégias. Vereadores precisam decidir entre manter fidelidade partidária ou seguir lideranças que podem oferecer melhores condições políticas no futuro.

O fato é que o jogo ainda está sendo jogado e até o fechamento da janela partidária, novas surpresas podem surgir. Em um cenário dinâmico como o atual, uma coisa é certa: as decisões tomadas agora irão ecoar nas urnas nos próximos anos.

Para a população de Coxim, resta acompanhar de perto. Afinal, essas movimentações não acontecem apenas nos bastidores elas influenciam diretamente os rumos da cidade, das políticas públicas e da representatividade local.

Eleições 2026

União Progressista marca convenção para confirmar Eduardo Riedel na disputa pela reeleição em MS

  A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo...

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24 de julho de 2026

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A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.

O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.

Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.

A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.

A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.

A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.

Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.

Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.

Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.

Eleições 2026

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

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Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

22 de julho de 2026

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

 

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A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.

A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.

O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.

A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.

A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.

Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.

As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.

Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.