sábado, 25 de julho, 2026
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Mesmo ainda distante, as eleições de 2026 já começam a redesenhar o cenário político em Mato Grosso do Sul. Movimentações estratégicas, articulações partidárias e o reposicionamento de lideranças tradicionais indicam que o tabuleiro eleitoral está em plena construção e um dos primeiros movimentos de peso foi protagonizado por Jerson Domingos.
O ex-deputado estadual e ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul oficializou, nesta terça-feira (17), sua filiação ao União Brasil, em Brasília. A decisão marca não apenas sua volta ao campo eleitoral, mas também reforça o início de uma nova fase de articulações políticas no Estado, com foco na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Com uma carreira consolidada, Jerson construiu sua trajetória ao longo de cinco mandatos consecutivos como deputado estadual, além de ter presidido a Assembleia Legislativa por quatro vezes um feito que o colocou entre as principais lideranças políticas de Mato Grosso do Sul. Nos últimos anos, atuou no Tribunal de Contas, onde também ocupou a presidência, com atuação voltada à fiscalização, transparência e responsabilidade na gestão pública.
Natural de Campo Grande, o político carrega como marca a defesa do municipalismo e o fortalecimento de políticas públicas voltadas às famílias e às novas gerações bandeiras que, segundo ele, encontram sintonia com os princípios do novo partido.
No plano nacional, o União Brasil, presidido por Antônio Rueda, vem se consolidando como uma das maiores forças políticas do país. Em Mato Grosso do Sul, a sigla é comandada por Rose Modesto e integra a federação União Progressista, ao lado do PP, sob a liderança da senadora Tereza Cristina, formando uma base robusta e com forte influência regional.
A filiação de Jerson Domingos simboliza mais do que uma simples mudança partidária. Representa o retorno de um nome experiente ao debate eleitoral e sinaliza que lideranças tradicionais já começam a se reposicionar de olho no próximo pleito.
Nos bastidores, analistas políticos avaliam que esse tipo de movimentação tende a acelerar alianças, fortalecer grupos e provocar uma reconfiguração no equilíbrio de forças no Estado. Para muitos, é o indicativo claro de que a corrida por 2026 já começou e promete ser marcada por disputas estratégicas e protagonismo de figuras com histórico consolidado na vida pública sul-mato-grossense.
Com isso, Mato Grosso do Sul entra, ainda que antecipadamente, no ritmo das eleições, onde cada passo dado agora pode ser decisivo no resultado das urnas no futuro. É minha gente, esse ano promete fortes emoções, façam suas apostas.
Eleições 2026
A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo...
24 de julho de 2026
A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.
O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.
Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.
A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.
A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.
A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.
Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.
Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.
Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.
Eleições 2026
A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em...
22 de julho de 2026
A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.
A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.
O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.
A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.
A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.
Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.
As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.
Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.