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Disputa pelo Senado em MS esquenta e pode ter dois candidatos ligados a Bolsonaro

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10 de março de 2026

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Glenda Melo

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A corrida pelas duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado Federal nas eleições de outubro começa a ganhar contornos políticos mais definidos e já movimenta os bastidores partidários. Entre os nomes que despontam para a disputa estão dois candidatos que contam com o apoio declarado do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Um dos nomes é o da vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL). A pré-candidatura dela ganhou força após uma participação do ex-presidente por videochamada durante um evento do PL Mulher realizado em Dourados, em março do ano passado. Na ocasião, Bolsonaro manifestou apoio público ao nome da vice-prefeita para disputar uma vaga no Senado.

Outro nome dentro do mesmo grupo político é o do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS). O parlamentar também recebeu sinalização de apoio do ex-presidente, que divulgou um “bilhete” afirmando que Pollon seria o candidato com sua preferência para representar o partido na disputa ao Senado por Mato Grosso do Sul.

A divulgação do recado ocorreu em um momento delicado para Pollon. O nome do deputado foi citado em uma lista que circulou nos bastidores políticos com supostos valores que teriam sido solicitados para que ele desistisse da disputa eleitoral deste ano. O episódio gerou repercussão, mas o parlamentar segue sendo apontado como um dos possíveis candidatos do partido, Pollon que já esteve em Coxim tem o apoio de alguns políticos da cidade, se de fato seu nome for confirmado deve receber apoios importantes aqui para sua campanha.

Enquanto isso, a definição oficial dos nomes ainda depende das articulações internas da sigla. O presidente regional do PL em Mato Grosso do Sul, o ex-governador Reinaldo Azambuja, afirmou que a escolha dos candidatos ao Senado será feita em alinhamento com a estratégia nacional do partido.

Segundo Azambuja, as decisões também estão sendo discutidas com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e com a cúpula nacional da legenda. A prioridade, de acordo com ele, é montar uma chapa que fortaleça tanto o projeto presidencial do partido quanto a possível reeleição do governador Eduardo Riedel (PP) em Mato Grosso do Sul.

Com dois nomes fortes ligados ao mesmo grupo político, a disputa interna dentro do PL promete ser um dos pontos centrais das articulações para as eleições no estado, que devem movimentar intensamente o cenário político nos próximos meses

Eleições 2026

União Progressista marca convenção para confirmar Eduardo Riedel na disputa pela reeleição em MS

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24 de julho de 2026

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A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.

O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.

Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.

A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.

A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.

A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.

Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.

Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.

Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.

Eleições 2026

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

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22 de julho de 2026

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

 

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A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.

A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.

O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.

A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.

A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.

Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.

As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.

Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.