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Corregedoria confirma pedido de suspensão do mandato de Camila Jara

Lideranças do PL e Novo acusam parlamentar do PT de agressão durante tumulto na Mesa Diretora

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12 de agosto de 2025

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CGNEWS

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Corregedoria da Câmara dos Deputados confirmou, no início da noite desta segunda-feira (11), o recebimento do pedido de suspensão do mandato da deputada federal Camila Jara (PT). O documento foi apresentado diretamente pelas lideranças do PL (Partido Liberal) e do Novo, sem passar pela Presidência da Casa, o que explica a ausência do nome da parlamentar na primeira lista divulgada pela Mesa Diretora.

O pedido formalizado pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), acusa Camila de ter agredido o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) durante um empurra-empurra na tomada da Mesa Diretora, na sessão tumultuada do dia 6 de agosto.

Em nota, a Corregedoria esclareceu que, apesar do procedimento ter iniciado de forma diferente, a tramitação seguirá o rito padrão, com análise das imagens e demais provas para avaliar a ocorrência da agressão.

Camila Jara nega a acusação e, por meio da assessoria, afirmou que foi injustamente acusada de "nocaute" e ressaltou estar em tratamento contra um câncer.

Veja a íntegra do comunicado:

A corregedoria recebeu um pedido das lideranças do PL e do Novo em desfavor da deputada Camila Jara. Provavelmente a imprensa não tenha noticiado porque este processo foi entregue pelas referidas lideranças diretamente à corregedoria parlamentar, ou seja, não passou previamente pela presidência da casa. Sendo assim, não poderia constar na lista de processos encaminhados pelo presidente. "Embora o início do processo tenha se dado de forma diversa dos demais casos, a tramitação, a partir da análise do corregedor, segue o mesmo rito processual", diz o texto obtido pelo portal Poder 360.

As representações recebidas pela Mesa Diretora contra 14 deputados envolvidos no episódio foram encaminhada à Corregedoria por Hugo Motta na última sexta (8). "A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise", disse em nota a Mesa Diretora.

Já faz parte da lista o deputado Marcos Pollon (PL), de Mato Grosso do Sul. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), havia decidido recomendar ao Conselho de Ética o seu afastamento por até seis meses. A punição sugerida é considerada severa.

Pollon foi o último a deixar a cadeira da presidência da Câmara, ocupada irregularmente durante o tumulto. Dias antes, havia chamado Motta de "bosta" e "baixinho de um metro e 60".

Em vídeo, Pollon justificou ser autista e afirmou que, no momento da confusão, não compreendia a situação, seguindo apenas um acordo prévio que, segundo ele, não teria sido cumprido.

CGNEWS

Eleições 2026

União Progressista marca convenção para confirmar Eduardo Riedel na disputa pela reeleição em MS

  A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo...

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24 de julho de 2026

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A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.

O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.

Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.

A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.

A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.

A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.

Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.

Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.

Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.

Eleições 2026

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em...

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

22 de julho de 2026

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

 

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A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.

A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.

O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.

A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.

A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.

Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.

As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.

Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.