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1ª pesquisa de intenções de votos para governador de MS 2026

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18 de março de 2025

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(www.rankingpesquisa.com.br) 

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Por encomenda da Rede de rádios Top FM, o Instituto Ranking Brasil Inteligência realizou, no período de 6 a 15 de março deste ano, junto a 3 mil eleitores, com 16 anos ou mais de idade, em 30 municípios do Estado, a 1ª pesquisa de intenções votos para governador de Mato Grosso do Sul nas eleições gerais de 2026, tendo intervalo de confiança de 95% e uma margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos.
Espontânea
Na pesquisa espontânea, quando é feita a pergunta aos entrevistados e não é dada nenhuma alternativa para resposta, o atual governador Eduardo Riedel (PSDB) lidera, com 35% das intenções de votos, seguido pelo ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com 6,5%, pela ex-deputada federal Rose Modesto (União Brasil)3,5%, pelo ex-deputado estadual Capitão Contar (PRTB), com 2%, e pela senadora Tereza Cristina (PP), com 1,5%.
Depois aparecem o ex-governador André Puccinelli (MDB), com 1%, o ex-prefeito e atual vereador por Campo Grande, Marquinhos Trad (PDT), com 0,8%, e o ex-governador e atual deputado estadual Zeca do PT, com 0,7%, enquanto 1% dos entrevistados apontaram outros nomes e 48% não sabem ou não quiseram responder.


Estimulada 1
Já na pesquisa estimulada, quando são apresentadas opções com os nomes aos eleitores, o Instituto Ranking Brasil Inteligência fez dois cenários e, no primeiro, Eduardo Riedel continua na frente, com 60% das intenções de votos, seguido por Rose Modesto, com 5,5%, Tereza Cristina, com 4%, Capitão Contar, com 3,5%, e André Puccinelli, com 2%, sendo que 25% dos entrevistados não sabem ou não quiseram responder.


Estimulada 2
No cenário 2, Eduardo Riedel mantém a liderança, com 70%, seguido pelo ex-deputado federal Fábio Trad (convidado para ir para o PT), com 1%, em seguida vem o comerciante Luso Queiroz (PSOL), com 0,5%, e pela advogada Raquel Portioli (DC), com 0,5%, sendo que 28% dos entrevistados não sabem ou não quiseram responder.


Rejeição estimulada
No quesito rejeição estimulada, o ex-governador André Puccinelli é o primeiro colocado, com 27%, seguido pelo ex-deputado estadual Capitão Contar, com 12%, pelo comerciante Luso Queiroz, com 10,6%, pela ex-deputado Fábio Trad, com 8,4%, pelo governador Eduardo Riedel, com 8%, pela senadora Tereza Cristina, com 7,7%, e pela advogada Raquel Portioli, com 5%, sendo que 21,3% dos entrevistados não sabem ou não quiseram responder.

Municípios pesquisados:
• Campo Grande 1.242
• Dourados 269
• Três Lagoas 151
• Ponta Porã 122
• Corumbá 119
• Naviraí 72
• Aquidauana 70
• Nova Andradina 68
• Sidrolândia 64
• Paranaíba 61
• Maracaju 55,
• Coxim 52
• Amambai 52
• Rio Brilhante 50
• São Gabriel do Oeste 42
• Caarapó 41
• Ivinhema 40
• Miranda 38
• Chapadão do Sul 37
• Jardim 36
• Anastácio 36
• Bataguassu 35
• Bonito 34
• Aparecida do Taboado 34
• Fátima do Sul 32
• Bela Vista 32
• Nova Alvorada do Sul 31
• Ribas do Rio Pardo 29
• Cassilândia 28
• Itaquiraí 28
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Eleições 2026

União Progressista marca convenção para confirmar Eduardo Riedel na disputa pela reeleição em MS

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24 de julho de 2026

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A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.

O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.

Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.

A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.

A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.

A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.

Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.

Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.

Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.

Eleições 2026

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em...

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

22 de julho de 2026

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A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.

A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.

O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.

A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.

A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.

Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.

As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.

Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.