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Polícia
O professor suspeito de matar e esquartejar Kauan Andrade de 9 anos, no último dia 25 de junho de 2017, foi denunciado pelo MPE-MS (stério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) à Justiça por oito crimes sexuais contra 12 crianças e adolescentes. O Promotor Henrique Franco Cândia aceitou a denúncia da Polícia Civil por cinco crimes e incluiu na última sexta-feira (22) os crimes de ocultação de cadáver e vilipêncio de cadáver.
25 de setembro de 2017
Midia Max
O professor suspeito de matar e esquartejar Kauan Andrade de 9 anos, no último dia 25 de junho de 2017, foi denunciado pelo MPE-MS (stério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) à Justiça por oito crimes sexuais contra 12 crianças e adolescentes. O Promotor Henrique Franco Cândia aceitou a denúncia da Polícia Civil por cinco crimes e incluiu na última sexta-feira (22) os crimes de ocultação de cadáver e vilipêncio de cadáver.
O promotor aceitou o inquérito policial enviado ao MP que indiciava o suspeito pelos crimes de conjunção carnal com menor de 14 anos (Art. 217) contra três vítimas, constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal (Art 213), contra quatro vítimas, submeter, induzir ou atrair à prostituição ou outra forma de exploração sexual alguém menor de 18 anos, (218 b) contra quatro vítimas e pelos crimes indicados nos Artigos 69 e 71 do código penal, que se trata do cometimento de um mesmo crime diversas vezes.
Porém, na última sexta-feira (22), o stério Público incluiu os artigos 211 (ocultação de destruição de cadáver), além do artigo 212 do código penal, que se trata de vilipêndio de cadáver, em relação ao menino Kauan.
Antes de finalizar, o MP pontuou no documento que o acusado praticou os crimes do Art. 241 "b" (armazenar vídeos ou fotografias pornográficas envolvendo crianças), Art 65 da lei de contraversão penal (molestar alguém ou perturbar-lhe a tranquilidade, por motivo reprovavel) e art. 218 "b" (submeter, induzir ou atrair à prostituição ou outra forma de exploração sexual alguém menor de 18 anos) - duplamente -, tendo em vista, que pagava de R$ 5 a R$ 15 para explorar as vítimas.Além das sete vítimas indicadas pela Polícia Civil, que são o Kauan de 9 anos, dois meninos de 10 e 13 anos, e quatro adolescentes de 14 anos. O MP incluiu na denúncia, três adolescentes 16, 15, 11, 13 e uma menina de 16 anos, que foi identificada por meio das gravações pornográficas.
A jovem que teria sido vista na casa outras vezes também foi apresentada pelo suspeito como sua namorada, afirmaram moradores, durante as investigações.
Os crimes foram praticados de dezembro de 2016 a junho de 2017. Agora a denúncia será analisa pela 7ª Vara Criminal de Competência Especial - Campo Grande.
Nesta segunda-feira (25), a casa onde o suspeito de matar e esquartejar o menino Kauan Andrade de 9 anos foi incendiada na tarde desta segunda-feira (25). Esta é a segunda vez que o imóvel localizado na Rua da Praia, no Coophavilla II é incendiada.
Vizinhos da residência disseram ao Jornal Midiamax que um homem teria saído da casa de bicicleta com um galão de gasolina assumindo o incêndio. Moradores acreditam que a casa terá de ser demolida, pois todos estão correndo risco.
No último dia 23 de julho, um incêndio, supostamente, criminoso mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros para o mesmo endereço. Na época, populares teriam ateado fogo à residência do suspeito, após ele ter sido supostamente identificado através de posts em redes sociais.
CasoKauan desapareceu da casa da família, no Aero Rancho, no dia 25 de junho. O menino cuidava carros na região quando foi visto pela última vez. A família registrou boletim de ocorrência e as investigações foram realizadas pela Depca. Foram mais de 20 dias sem notícias até o último sábado (22), quando o caso foi esclarecido.
Durante as investigações do desaparecimento, um adolescente de 14 anos acabou apreendido por envolvimento no crime. Ele relatou à polícia que atraiu Kauan na noite do dia 25 de junho para a casa. A criança teria falecido enquanto era violentada.
Com Kauan inconsciente, não se sabe ainda se desmaiado ou já sem vida, os suspeitos colocaram o corpo do menino em saco plástico e ‘desovaram’ no Córrego Anhanduí, por volta da 1 hora do dia 26 de junho.
O homem suspeito de ser pedófilo foi preso na sexta-feira (21), no começo da tarde, pouco antes do início das buscas pelo corpo do menino. De acordo com o delegado Paulo Sérgio Lauretto, o suspeito nega as acusações, mas com o depoimento do adolescente e os fatos já confirmados pela perícia, não há dúvidas de que a vítima era Kauan.
Sobre o local onde o corpo foi deixado, segundo a autoridade policial, o adolescente apresentou contradição. Ele afirma que entrou no carro do suspeito, com o corpo no porta-malas, mas que não desceu do veículo para jogar o menino.
InquéritoNo último dia 15 de setembro, a Polícia Civil finalizou as investigações e enviou o inquérito ao MPE-MSsem os resultados de exames de DNA, que devem ser enviados posteriormente sem prejuízo ao andamento do processo.
Um pedido de exame de DNA para o pai de Kauan, que está preso em São Paulo, foi feito e a amostra foi enviada para a Capital onde ainda passa por análise. O professor foi indiciado no dia 14 de setembro por estupro de vulnerável seguido de morte.
O professor está preso desde o dia 21 de julho de forma temporária e com a conclusão do inquérito, o delegado que cuida do caso Paulo Sérgio Lauretto deve pedir a conversão da prisão para preventiva.
Lauretto explicou que durante o depoimento de Deivid, ele foi calculista e frio sempre pensando em cada resposta que seria dada a polícia. “Ele continua negando o crime”. Ainda teria dito durante o depoimento que Kauan não frequentava sua residência, assim, como outras crianças e adolescentes.
Kauan teria sido esquartejado, possivelmente com um facão, que foi encontrado na residência do professor, por duas vezes, sendo colocado no porta-malas do carro do autor e levado até o Córrego Anhaduí.
Mesmo com as buscas por toda a extensão do córrego Kauan nunca foi encontrado e com as investigações acredita-se que o professor voltou ao local, que estava marcado com uma pedra, esquartejou novamente o corpo do menino e o enterrou em outro local.
Para a polícia, o adolescente de 14 anos, que teria levado Kauan a caso do professor, contou que era estuprado desde os 10 anos. Com uma nova vítima, a polícia já investiga 10 casos de estupro de vulnerável contra o professor, todas vítimas vindas de famílias pobres.
Policia
Caminhão avaliado em mais de R$ 110 mil foi levado para a fronteira com a Bolívia após criminosos atraírem vítimas com proposta falsa de transporte.
3 de junho de 2026
A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta última terça-feira (2), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de caminhões na modalidade conhecida como “falso frete”. O crime ocorreu nas proximidades da BR-262, em Ribas do Rio Pardo, e resultou no roubo de um caminhão prancha VW 18.310 Titan, avaliado em aproximadamente R$ 110 mil, além da privação de liberdade de um casal de caminhoneiros por cerca de seis horas.
De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), os criminosos utilizaram um número de telefone falso para entrar em contato com as vítimas, apresentando-se como contratantes de um serviço para transporte de tratores em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo.
Ao chegarem ao local combinado, às margens da BR-262, o casal foi abordado pelos autores, que embarcaram no caminhão. Após percorrerem alguns quilômetros por uma estrada vicinal, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando arma de fogo.
As vítimas foram obrigadas a desembarcar e permanecer em uma área de mata sob vigilância dos criminosos, enquanto um terceiro integrante do grupo assumiu a direção do veículo.
Segundo a Polícia Civil, o caminhão foi conduzido até a região de fronteira com a Bolívia, onde foi entregue ainda durante a madrugada.
Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe da Defurv iniciou diligências e trabalhos de inteligência para identificar os envolvidos.
As investigações levaram à identificação e prisão de B.O.N., de 22 anos, no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande. Na sequência, os policiais localizaram e prenderam G.L.S.R., de 31 anos, apontado como responsável por transportar os criminosos e prestar apoio logístico à ação.
Conforme a Polícia Civil, ambos confessaram participação no crime.
As investigações apontam ainda a participação de outros envolvidos, que teriam sido responsáveis por conduzir o caminhão roubado até o país vizinho.
Durante a operação, os policiais apreenderam um Fiat Uno utilizado no transporte dos suspeitos entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande, além de objetos relacionados à prática criminosa.
A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos investigados já identificados.
Segundo a corporação, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os demais integrantes da organização criminosa.
A Polícia Civil destacou que a rápida resposta ao caso demonstra a atuação integrada e técnica das forças de segurança no combate aos crimes contra o patrimônio, especialmente aqueles envolvendo furtos e roubos de veículos.
Informações e denúncias podem ser encaminhadas à DEFURV pelo telefone (67) 3309-8020, inclusive via WhatsApp. O sigilo da fonte é garantido.
Policia
Homem também a ameaçou de morte enquanto a segurava pelo pescoço
3 de junho de 2026
Uma mulher procurou ajuda da Polícia Militar após ser agredida e ameaçada de morte pelo companheiro durante uma crise de ciúmes, na noite de terça-feira (2), em Coxim.
Segundo boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava na residência do convivente quando ele passou a ofendê-la com palavras de baixo calão e iniciou as agressões físicas com socos e tapas.
Ainda conforme o relato, em determinado momento o homem segurou o pescoço da mulher com força e fez ameaças de morte. "Vou lhe matar, você sabe que eu posso lhe matar, vou meter uma faca em você", teria dito o agressor.
A vítima contou aos policiais que o suspeito mantinha duas facas na janela da residência, utilizadas para travar a abertura do imóvel. Temendo as ameaças, ela conseguiu fugir e correu até a casa do filho, localizada nas proximidades, onde pediu ajuda e acionou a Polícia Militar.
Os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, mas ele não foi encontrado.