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Sargento é denunciado por jogar álcool e atear fogo em recruta dentro de quartel em MS

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30 de abril de 2020

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Olhar MS

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Recruta de 18 anos, do serviço militar obrigatório, ingressou com ação judicial por danos morais e materiais após ter o rosto, pescoço e costas queimados com álcool em gel na 9ª Companhia de Guarda, dentro CMO (Comando Militar do Oeste), em Campo Grande. As agressões ocorreram no último dia 23, durante um trote chamado de ‘missão’, e o principal suspeito é um sargento da unidade.

De acordo com os advogados Pablo Arthur Buarque Gusmão e Renato Cavalcante Franco, que representam o rapaz, na data do ocorrido um outro soldado pediu para que ele fosse buscar um isqueiro, durante a brincadeira. A vítima então encontrou o sargento, pediu permissão para falar e perguntou se teria um isqueiro para emprestar. O suspeito então disse que não poderia ajudá-lo, mas ordenou que ele entrasse em uma sala do pelotão.

Em seguida, exigiu que o soldado ficasse em posição de flexão, pois iria pisar na cabeça dele. Porém, o soldado inicialmente recusou, mas foi obrigado e acabou ficando na posição. “Esse sargento pegou álcool em gel, espirrou no pescoço e no gorro, e perguntou se pegava fogo. Logo em seguida acendeu um isqueiro, provocando combustão. Começou a pegar fogo no pescoço, rosto e orelhas do recruta”, disse o advogado Pablo.

Como se não bastasse, o sargento tentou apagar as chamas estapeando a vítima. Mesmo depois de ferido, o soldado foi interpelado várias vezes por superiores e só foi levado à enfermaria para atendimento no período noturno. Ainda de acordo com os advogados, ele só teve acesso a um dermatologista do Hospital Militar no dia 26, porque a mãe recorreu ao comandante, solicitando que o filho fosse atendido por um especialista.

Conforme apurado, foi instaurado Inquérito Policial Militar para apurar o caso. No próximo dia 5 deve ser realizada a reprodução dos fatos e o sargento pode responder por lesão corporal dolosa e tortura. “Estamos providenciando representação por danos morais, materiais e pelos danos estéticos causados ao recruta”. A reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa do CMO, mas não foi atendida.

Policia

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

Caminhão avaliado em mais de R$ 110 mil foi levado para a fronteira com a Bolívia após criminosos atraírem vítimas com proposta falsa de transporte.

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

3 de junho de 2026

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

 

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta última terça-feira (2), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de caminhões na modalidade conhecida como “falso frete”. O crime ocorreu nas proximidades da BR-262, em Ribas do Rio Pardo, e resultou no roubo de um caminhão prancha VW 18.310 Titan, avaliado em aproximadamente R$ 110 mil, além da privação de liberdade de um casal de caminhoneiros por cerca de seis horas.

Casal foi atraído por falso serviço de frete

De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), os criminosos utilizaram um número de telefone falso para entrar em contato com as vítimas, apresentando-se como contratantes de um serviço para transporte de tratores em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo.

Ao chegarem ao local combinado, às margens da BR-262, o casal foi abordado pelos autores, que embarcaram no caminhão. Após percorrerem alguns quilômetros por uma estrada vicinal, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando arma de fogo.

As vítimas foram obrigadas a desembarcar e permanecer em uma área de mata sob vigilância dos criminosos, enquanto um terceiro integrante do grupo assumiu a direção do veículo.

Caminhão foi levado para a fronteira

Segundo a Polícia Civil, o caminhão foi conduzido até a região de fronteira com a Bolívia, onde foi entregue ainda durante a madrugada.

Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe da Defurv iniciou diligências e trabalhos de inteligência para identificar os envolvidos.

Suspeitos confessaram participação

As investigações levaram à identificação e prisão de B.O.N., de 22 anos, no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande. Na sequência, os policiais localizaram e prenderam G.L.S.R., de 31 anos, apontado como responsável por transportar os criminosos e prestar apoio logístico à ação.

Conforme a Polícia Civil, ambos confessaram participação no crime.

As investigações apontam ainda a participação de outros envolvidos, que teriam sido responsáveis por conduzir o caminhão roubado até o país vizinho.

Veículo utilizado pelos criminosos foi apreendido

Durante a operação, os policiais apreenderam um Fiat Uno utilizado no transporte dos suspeitos entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande, além de objetos relacionados à prática criminosa.

A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos investigados já identificados.

Investigações continuam

Segundo a corporação, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os demais integrantes da organização criminosa.

A Polícia Civil destacou que a rápida resposta ao caso demonstra a atuação integrada e técnica das forças de segurança no combate aos crimes contra o patrimônio, especialmente aqueles envolvendo furtos e roubos de veículos.

Informações e denúncias podem ser encaminhadas à DEFURV pelo telefone (67) 3309-8020, inclusive via WhatsApp. O sigilo da fonte é garantido.

Policia

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

Homem também a ameaçou de morte enquanto a segurava pelo pescoço

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

3 de junho de 2026

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

 

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Uma mulher procurou ajuda da Polícia Militar após ser agredida e ameaçada de morte pelo companheiro durante uma crise de ciúmes, na noite de terça-feira (2), em Coxim.

Segundo boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava na residência do convivente quando ele passou a ofendê-la com palavras de baixo calão e iniciou as agressões físicas com socos e tapas.

Ainda conforme o relato, em determinado momento o homem segurou o pescoço da mulher com força e fez ameaças de morte. "Vou lhe matar, você sabe que eu posso lhe matar, vou meter uma faca em você", teria dito o agressor.

A vítima contou aos policiais que o suspeito mantinha duas facas na janela da residência, utilizadas para travar a abertura do imóvel. Temendo as ameaças, ela conseguiu fugir e correu até a casa do filho, localizada nas proximidades, onde pediu ajuda e acionou a Polícia Militar.

Os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, mas ele não foi encontrado.