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PM preso por tráfico foi condenado na Máfia dos Cigarreiros e por agredir a mãe

Junto do irmão gêmeo, Alisson José Carvalho de Almeida já apareceu até em matéria do Fantástico

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25 de agosto de 2022

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Adriano Fernandes e Helio de Freitas/campograndenews

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Também preso na quarta-feira (24) no âmbito da operação "Magna Manu", da Corregedoria da Polícia Militar, o policial militar Alisson José Carvalho de Almeida já foi condenado por agredir e ameaçar de morte a própria mãe, e até apareceu em matéria do Fantástico, de 2019, que denunciou a participação dele e do irmão gêmeo Wellington Carvalho de Almeida, na Máfia dos Cigarreiros. A participação no esquema também custou a Alisson outra condenação, reflexo da Operação Oiketicus, de 2017.

O irmão de Alisson era funcionário público da prefeitura de Dourados e se disfarçava de policial federal, para extorquir uma quadrilha de contrabandistas. Todo esquema veio à tona no programa da Rede Globo depois que Wellington e Alisson, disfarçados de agentes federais, partiram para cima de dois homens do serviço de inteligência da Polícia Rodoviária Federal.

A investigação que levou à prisão do policial por envolvimento na máfia do contrabando de cigarros, apontou um rede que abrangia policiais militares, em especial, os que atuavam na fronteira, para a prática do crime de corrupção e organização criminosa. Eles facilitavam o contrabando e recebiam propina. Muitos apresentaram evolução patrimonial incompatível com as rendas recebidas.

Assim como o ex-sargento e entusiasta à "blogueiro" Thiago de Souza Martins, que também foi preso hoje, Alisson havia sido expulso da Polícia Militar em outubro de 2021, mas foi reintegrado à corporação em julho deste ano por decisão judicial.

Antes de acumular condenações por corrupção na Polícia Militar Alisson de Almeida já havia sido denunciado pelo Ministério Público, por ter agredido e ameaçado matar a mãe em setembro de 2014, na cidade de Nova Andradina. As agressões ocorreram durante uma briga de família por conta de uma residência. Em juízo, a mãe do policial reiterou que foi agredida com socos e tapas pelo próprio filho e que ele disse que a mataria. Pelas agressões, Alisson foi condenado 4 meses e 15 dias de prisão em regime aberto.

"Magna Manu" - Deflagrada na manhã (24), a operação "Magna Manu", da Corregedoria da Polícia Militar, foi realizada para prender preventivamente militares que estavam desviando drogas apreendidas para revender em Campo Grande. Principal alvo, Thiago de Souza era um dos administradores do grupo de WhatsApp, com 68 integrantes, denominado “Bolão do Sheriff67”, responsável por fazer o bolão da Mega-Sena.

Ele também é famoso nas redes sociais pela página Sheriff 67, que compartilha conteúdos policiais de todo Brasil e já chegou a ter 25 mil seguidores em perfil que foi desativado. No perfil atual, "sheriff67_oficial", mais de 7 mil pessoas acompanhavam as publicações.

A prisão de um traficante no final do mês de julho foi o que desencadeou a investigação contra os militares. Durante a ocorrência foram localizados nove tabletes de pasta base de cocaína pesando aproximadamente nove quilos. Durante as investigações, foram realizadas outras diligências que levaram a indícios de participação de policiais militares na prática dos crimes de peculato e tráfico de drogas.

Eles estavam "tomando" as drogas que apreendiam para eles próprios realizarem o tráfico, ao invés de encaminharem o entorpecente para as delegacias. Thiago e Alisson foram encaminhados para a Corregedoria da PM, onde serão ouvidos e conduzidos para Presídio Militar Estadual.

Policia

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

Caminhão avaliado em mais de R$ 110 mil foi levado para a fronteira com a Bolívia após criminosos atraírem vítimas com proposta falsa de transporte.

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

3 de junho de 2026

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta última terça-feira (2), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de caminhões na modalidade conhecida como “falso frete”. O crime ocorreu nas proximidades da BR-262, em Ribas do Rio Pardo, e resultou no roubo de um caminhão prancha VW 18.310 Titan, avaliado em aproximadamente R$ 110 mil, além da privação de liberdade de um casal de caminhoneiros por cerca de seis horas.

Casal foi atraído por falso serviço de frete

De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), os criminosos utilizaram um número de telefone falso para entrar em contato com as vítimas, apresentando-se como contratantes de um serviço para transporte de tratores em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo.

Ao chegarem ao local combinado, às margens da BR-262, o casal foi abordado pelos autores, que embarcaram no caminhão. Após percorrerem alguns quilômetros por uma estrada vicinal, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando arma de fogo.

As vítimas foram obrigadas a desembarcar e permanecer em uma área de mata sob vigilância dos criminosos, enquanto um terceiro integrante do grupo assumiu a direção do veículo.

Caminhão foi levado para a fronteira

Segundo a Polícia Civil, o caminhão foi conduzido até a região de fronteira com a Bolívia, onde foi entregue ainda durante a madrugada.

Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe da Defurv iniciou diligências e trabalhos de inteligência para identificar os envolvidos.

Suspeitos confessaram participação

As investigações levaram à identificação e prisão de B.O.N., de 22 anos, no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande. Na sequência, os policiais localizaram e prenderam G.L.S.R., de 31 anos, apontado como responsável por transportar os criminosos e prestar apoio logístico à ação.

Conforme a Polícia Civil, ambos confessaram participação no crime.

As investigações apontam ainda a participação de outros envolvidos, que teriam sido responsáveis por conduzir o caminhão roubado até o país vizinho.

Veículo utilizado pelos criminosos foi apreendido

Durante a operação, os policiais apreenderam um Fiat Uno utilizado no transporte dos suspeitos entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande, além de objetos relacionados à prática criminosa.

A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos investigados já identificados.

Investigações continuam

Segundo a corporação, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os demais integrantes da organização criminosa.

A Polícia Civil destacou que a rápida resposta ao caso demonstra a atuação integrada e técnica das forças de segurança no combate aos crimes contra o patrimônio, especialmente aqueles envolvendo furtos e roubos de veículos.

Informações e denúncias podem ser encaminhadas à DEFURV pelo telefone (67) 3309-8020, inclusive via WhatsApp. O sigilo da fonte é garantido.

Policia

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

Homem também a ameaçou de morte enquanto a segurava pelo pescoço

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

3 de junho de 2026

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

 

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Uma mulher procurou ajuda da Polícia Militar após ser agredida e ameaçada de morte pelo companheiro durante uma crise de ciúmes, na noite de terça-feira (2), em Coxim.

Segundo boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava na residência do convivente quando ele passou a ofendê-la com palavras de baixo calão e iniciou as agressões físicas com socos e tapas.

Ainda conforme o relato, em determinado momento o homem segurou o pescoço da mulher com força e fez ameaças de morte. "Vou lhe matar, você sabe que eu posso lhe matar, vou meter uma faca em você", teria dito o agressor.

A vítima contou aos policiais que o suspeito mantinha duas facas na janela da residência, utilizadas para travar a abertura do imóvel. Temendo as ameaças, ela conseguiu fugir e correu até a casa do filho, localizada nas proximidades, onde pediu ajuda e acionou a Polícia Militar.

Os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, mas ele não foi encontrado.