quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Uma mãe de 34 anos acionou a Polícia Civil após o filho adolescente, de 12 anos, ser difamado em grupos de WhatsApp por colegas de escola. O caso aconteceu no interior de Mato Grosso do Sul.
A denúncia foi registrada em maio deste ano. Contudo, a mulher procurou a reportagem do Jornal Midiamax na última sexta-feira (6). Desde o início do ano o filho enfrenta dificuldades no ambiente escolar.
O Jornal Midiamax não revelará o nome da cidade para preservar a identidade da vítima, como prevê o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Bolsa de estudos
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima conseguiu uma bolsa de estudos e passou a estudar em uma referida escola na turma da 6ª série neste ano. Porém, o adolescente passou a ser maltratado por um aluno da mesma turma por ser autista. Na ocasião, ele foi agredido com empurrões pelo aluno.
Logo, a mãe da vítima entrou em contato com a direção da instituição e depois o adolescente foi trocado de turma. Contudo, ele continuou sendo incomodado pelo mesmo colega.
Ainda em maio, o estudante começou a enviar figuras da vítima em grupos dos alunos via WhatsApp, onde estaria difamando e injuriando o adolescente. Entre as falas apresentadas nas figuras estavam: “Sou gay” e “amo homens”.
Dificuldade para retomar rotina
Apesar dos pedidos de providências à direção escolar, a mãe do adolescente relatou que não teve resultado. Com isso, ela registrou boletim de ocorrência por difamação e injúria qualificada pela condição de pessoa com deficiência.
Em contato com o Jornal Midiamax, a mãe da vítima disse que o filho não tem mais vontade de ir à escola devido às difamações. “Ele não quer ir à escola, ele fala ‘mãe, eu não vou, estou com vergonha, não quero ir’”, contou.
Policia
Caminhão avaliado em mais de R$ 110 mil foi levado para a fronteira com a BolÃvia após criminosos atraÃrem vÃtimas com proposta falsa de transporte.
3 de junho de 2026
A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta última terça-feira (2), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de caminhões na modalidade conhecida como “falso frete”. O crime ocorreu nas proximidades da BR-262, em Ribas do Rio Pardo, e resultou no roubo de um caminhão prancha VW 18.310 Titan, avaliado em aproximadamente R$ 110 mil, além da privação de liberdade de um casal de caminhoneiros por cerca de seis horas.
De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), os criminosos utilizaram um número de telefone falso para entrar em contato com as vítimas, apresentando-se como contratantes de um serviço para transporte de tratores em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo.
Ao chegarem ao local combinado, às margens da BR-262, o casal foi abordado pelos autores, que embarcaram no caminhão. Após percorrerem alguns quilômetros por uma estrada vicinal, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando arma de fogo.
As vítimas foram obrigadas a desembarcar e permanecer em uma área de mata sob vigilância dos criminosos, enquanto um terceiro integrante do grupo assumiu a direção do veículo.
Segundo a Polícia Civil, o caminhão foi conduzido até a região de fronteira com a Bolívia, onde foi entregue ainda durante a madrugada.
Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe da Defurv iniciou diligências e trabalhos de inteligência para identificar os envolvidos.
As investigações levaram à identificação e prisão de B.O.N., de 22 anos, no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande. Na sequência, os policiais localizaram e prenderam G.L.S.R., de 31 anos, apontado como responsável por transportar os criminosos e prestar apoio logístico à ação.
Conforme a Polícia Civil, ambos confessaram participação no crime.
As investigações apontam ainda a participação de outros envolvidos, que teriam sido responsáveis por conduzir o caminhão roubado até o país vizinho.
Durante a operação, os policiais apreenderam um Fiat Uno utilizado no transporte dos suspeitos entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande, além de objetos relacionados à prática criminosa.
A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos investigados já identificados.
Segundo a corporação, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os demais integrantes da organização criminosa.
A Polícia Civil destacou que a rápida resposta ao caso demonstra a atuação integrada e técnica das forças de segurança no combate aos crimes contra o patrimônio, especialmente aqueles envolvendo furtos e roubos de veículos.
Informações e denúncias podem ser encaminhadas à DEFURV pelo telefone (67) 3309-8020, inclusive via WhatsApp. O sigilo da fonte é garantido.
Policia
Homem também a ameaçou de morte enquanto a segurava pelo pescoço
3 de junho de 2026
Uma mulher procurou ajuda da Polícia Militar após ser agredida e ameaçada de morte pelo companheiro durante uma crise de ciúmes, na noite de terça-feira (2), em Coxim.
Segundo boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava na residência do convivente quando ele passou a ofendê-la com palavras de baixo calão e iniciou as agressões físicas com socos e tapas.
Ainda conforme o relato, em determinado momento o homem segurou o pescoço da mulher com força e fez ameaças de morte. "Vou lhe matar, você sabe que eu posso lhe matar, vou meter uma faca em você", teria dito o agressor.
A vítima contou aos policiais que o suspeito mantinha duas facas na janela da residência, utilizadas para travar a abertura do imóvel. Temendo as ameaças, ela conseguiu fugir e correu até a casa do filho, localizada nas proximidades, onde pediu ajuda e acionou a Polícia Militar.
Os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, mas ele não foi encontrado.