quarta, 22 de julho, 2026
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O motorista de uma caminhonete Toyota Hilux morreu na madrugada desta quarta-feira (22) após capotar o veículo carregado com mais de 1,8 tonelada de drogas na MS-289, em Amambai. A carga, composta por maconha, skank e haxixe marroquino, foi apreendida pelo Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) e está avaliada em aproximadamente R$ 6,6 milhões.
De acordo com o BPMRv, uma equipe da base operacional de Amambai recebeu informações de que uma Hilux seguia em alta velocidade no sentido Coronel Sapucaia-Amambai, apresentando excesso de carga.
Os policiais se deslocaram para realizar a abordagem, mas foram informados de que a caminhonete havia capotado no quilômetro 100 da MS-289.
No local, encontraram o veículo completamente destruído e grande quantidade de entorpecentes espalhada pela pista e às margens da rodovia.
Durante diligências na região, os policiais localizaram o motorista caído a cerca de 55 metros da caminhonete.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou a morte da vítima. A Polícia Civil e a Perícia Técnica também estiveram no local para os levantamentos.

(Foto: Reprodução BPMRv)
Segundo a polícia, a Hilux transportava 1.730 quilos de maconha, 72 quilos de skank e 32 quilos de haxixe marroquino, totalizando 1.834 quilos de entorpecentes.
Ainda conforme a ocorrência, a caminhonete utilizava placas falsas e havia sido furtada no dia 21 de janeiro deste ano, em Maringá (PR).
Após os procedimentos periciais, o veículo e toda a carga de drogas foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Amambai, que dará continuidade às investigações.
Polícia
Veículo com registro de roubo ou furto foi abandonado após perseguição na BR-060; suspeito conseguiu escapar por área de mata.
22 de julho de 2026
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 378,5 quilos de maconha na madrugada de terça-feira (22), em Campo Grande, após uma perseguição na BR-060. O motorista desobedeceu à ordem de parada, abandonou o veículo e fugiu para uma área de mata. Durante a ocorrência, o carro pegou fogo e foi parcialmente destruído pelas chamas.
Segundo a PRF, a equipe tentou abordar o veículo, que transportava a droga, mas o motorista iniciou uma fuga pela rodovia.
Após a perseguição, o suspeito abandonou o automóvel e correu em direção a uma área de mata. Apesar das buscas realizadas pelos policiais, ele não foi localizado.
Ainda conforme a PRF, o veículo, que ficou parado em meio à vegetação seca, teve um incêndio provocado pelo calor, fazendo com que as chamas consumissem parte do automóvel e se espalhassem pela área ao redor.
Os policiais conseguiram retirar apenas parte da carga antes que o fogo atingisse o veículo e a droga. O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado e controlou o incêndio.
Após a pesagem, foram apreendidos 378,5 quilos de maconha.
Durante a ocorrência, os policiais verificaram que o carro possuía registro de roubo ou furto. Também foram constatados sinais de adulteração nos elementos de identificação do veículo.
A ocorrência foi encaminhada à Polícia Judiciária para as providências cabíveis e continuidade das investigações.
Polícia
Em Itaporã, a 230 km de Campo Grande, uma mulher de 31 anos denunciou ser vítima de violência do companheiro, de 35, desde os 15 anos de idade. Nesta terça-feira (21), as...
22 de julho de 2026
Em Itaporã, a 230 km de Campo Grande, uma mulher de 31 anos denunciou ser vítima de violência do companheiro, de 35, desde os 15 anos de idade. Nesta terça-feira (21), as marcas deixadas pelas últimas agressões sofridas por ela chamaram a atenção de um estagiário de um escritório de advocacia, que denunciou a situação à polícia e à Guarda Municipal.
Diante das informações, a Guarda Municipal, com o apoio da GMA (Guarda Municipal Ambiental) e da Ronda Escolar, foi até o endereço da mulher para averiguar a situação. Na casa, encontraram a vítima na casa da mãe dela, que fica nos fundos do imóvel, localizado na Aldeia Indígena Bororó.
As agressões
A vítima apresentava dificuldade para caminhar e diversos ferimentos no rosto, com grande inchaço em um dos lados da face, além de hematomas e escoriações compatíveis com agressão física. Ela contou que havia sido atacada pelo companheiro durante a madrugada, sendo derrubada da cama e agredida com chutes e socos no rosto e na barriga.
À equipe, a mulher relatou que convive com o suspeito desde a adolescência e que tem 16 anos de relacionamento com ele, sofrendo violência doméstica desde então. Segundo ela, ao longo desse período já sofreu diversas agressões, acumulou cicatrizes pelo corpo e chegou a ter fraturas provocadas pelo companheiro.
O casal tem três filhos, de 16, 12 e 5 anos.
Durante a ocorrência, os guardas consultaram o histórico do suspeito e verificaram diversos registros relacionados à violência doméstica contra o companheiro da vítima desde 2014, incluindo casos de lesão corporal, ameaça, vias de fato e descumprimento de medida protetiva.
A mulher manifestou novamente o desejo de representar criminalmente contra o companheiro e solicitou uma medida protetiva de urgência. Ela informou que teme pela própria vida e pela segurança da família, além de afirmar que deseja que o homem deixe a residência onde vivem. No entanto, o suspeito se recusa a sair do local e segue ameaçando, dizendo que ela “não terá paz”.
O socorro
Ainda segundo o boletim de ocorrência, o estagiário, que buscou ajuda para a mulher, tentou acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 assim que notou que ela era vítima de agressões, mas não conseguiu atendimento. Ele também procurou a DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher), mas foi informado de que não havia equipe disponível para o deslocamento naquele momento. Somente no fim da tarde conseguiu chamar a Guarda Municipal.
O acusado foi detido e encaminhado à DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) para as providências cabíveis.