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Juiz concede prisão domiciliar a mulher que aplicava golpes em nome da Caixa

Francielle Ketelyn de Almeida foi presa junto com o marido Alessandro Soares no dia 2 de outubro.

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13 de outubro de 2023

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(CGNews)

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O juiz Deyvis Ecco da 2ª Vara Criminal de Dourados, concedeu prisão domiciliar à Francielle Ketelyn de Almeida, 26 anos, na terça-feira (10). Ela foi detida no dia 2 de outubro, junto com o marido Alessandro Soares, de 47 anos, acusados de usar documentos falsos da Caixa Econômica Federal para aplicar golpes milionários em empresários e produtores rurais.
A defesa do casal, composta pelos advogados advogados Maicon Ângelo Pricinato e Carlos Eduardo Evangelista, alegou que a mulher é ré primária e possui uma filha menor de três anos, além disso, alegaram que os clientes estariam sendo condenados nas mídias sociais antes mesmo da condenação transitar em julgado. Os defensores pediram também que o processo fosse colocado em segredo de Justiça.
Na decisão, o juiz considerou que Francielle é ré primária e que o crime de estelionato foi cometido sem violência ou grave ameaça. Ele ainda entendeu que a acusada tem uma filha menor de três anos de idade e que não há razões para impedir a prisão domiciliar, mas negou colocar o processo em segredo de justiça
“Mantenho a prisão preventiva da investigada e defiro a concessão de prisão domiciliar, devendo permanecer na residência indicada nos autos, não podendo se ausentar sem prévia autorização judicial, exceto para atendimentos e exames médicos”, determinou Ecco.
Golpes milionários 
Segundo a Polícia Civil, Alessandro e Fracielle se passavam por correspondentes bancários da Caixa e aplicaram golpes em quantias milionárias na região de Dourados. Com eles, foram encontradas diversas cédulas de crédito bancário falsificadas, totalizando cifras de mais de R$ 2 bilhões.
 Uma das cédulas falsificadas tinha valor superior a R$ 498 milhões. Outra possuía grafada a cifra de R$ 300 milhões. “Os estelionatários ofereciam financiamentos nesses valores milionários se passando por correspondentes da Caixa Econômica Federal e exigiam para a realização do financiamento quantias de 100 mil a 200 mil reais. Outras diversas vítimas já haviam caído nos golpes”, afirmou a polícia.
Após as vítimas transferirem o dinheiro, os estelionatários afirmavam que não seria possível concluir os financiamentos alegando os mais variados motivos, como instabilidade no sistema bancário ou mudança de política do banco. 
“Tudo legal” 
Em depoimento na delegacia, os dois mantiveram a versão de que as transações eram legais e negaram cobranças indevidas. Alessandro afirmou que trabalha com financiamentos desde maio de 2022 e sua esposa é amiga da filha “dos diretores da Caixa”. Segundo ele, como ela possui especialização na área, essa amiga passou “algumas propostas” para que Francielle ajustasse os projetos.
 Afirmou que Francielle teria recebido 47 projetos de pessoa de dentro da Caixa e que a mulher, após treinamento, começou a fazer os projetos de forma autônoma. Até junho deste ano, ela teria feito oito projetos, cobrando valor de R$ 110 mil por projeto.
Sobre as cédulas de crédito apreendidas na casa, Alessandro afirmou que são fornecidas pela Caixa Econômica através de um link. Em relação aos projetos que teriam sido feitos pela mulher, alegou que o funcionário do banco com quem mantinha contato teria se apropriado do dinheiro. Ele citou o nome do suposto funcionário, que vai ser investigado. Entretanto, a polícia acredita que essa pessoa não existe.
Francielle também manteve a versão de que todas as operações eram legais. Afirmou ser projetista habilitada em financiamento e que o valor cobrado do empresário (R$ 110 mil) era referente à elaboração do suposto projeto. Ela afirmou não saber se seus outros “clientes” receberam os supostos financiamentos.

Policia

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

Caminhão avaliado em mais de R$ 110 mil foi levado para a fronteira com a Bolívia após criminosos atraírem vítimas com proposta falsa de transporte.

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3 de junho de 2026

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta última terça-feira (2), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de caminhões na modalidade conhecida como “falso frete”. O crime ocorreu nas proximidades da BR-262, em Ribas do Rio Pardo, e resultou no roubo de um caminhão prancha VW 18.310 Titan, avaliado em aproximadamente R$ 110 mil, além da privação de liberdade de um casal de caminhoneiros por cerca de seis horas.

Casal foi atraído por falso serviço de frete

De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), os criminosos utilizaram um número de telefone falso para entrar em contato com as vítimas, apresentando-se como contratantes de um serviço para transporte de tratores em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo.

Ao chegarem ao local combinado, às margens da BR-262, o casal foi abordado pelos autores, que embarcaram no caminhão. Após percorrerem alguns quilômetros por uma estrada vicinal, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando arma de fogo.

As vítimas foram obrigadas a desembarcar e permanecer em uma área de mata sob vigilância dos criminosos, enquanto um terceiro integrante do grupo assumiu a direção do veículo.

Caminhão foi levado para a fronteira

Segundo a Polícia Civil, o caminhão foi conduzido até a região de fronteira com a Bolívia, onde foi entregue ainda durante a madrugada.

Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe da Defurv iniciou diligências e trabalhos de inteligência para identificar os envolvidos.

Suspeitos confessaram participação

As investigações levaram à identificação e prisão de B.O.N., de 22 anos, no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande. Na sequência, os policiais localizaram e prenderam G.L.S.R., de 31 anos, apontado como responsável por transportar os criminosos e prestar apoio logístico à ação.

Conforme a Polícia Civil, ambos confessaram participação no crime.

As investigações apontam ainda a participação de outros envolvidos, que teriam sido responsáveis por conduzir o caminhão roubado até o país vizinho.

Veículo utilizado pelos criminosos foi apreendido

Durante a operação, os policiais apreenderam um Fiat Uno utilizado no transporte dos suspeitos entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande, além de objetos relacionados à prática criminosa.

A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos investigados já identificados.

Investigações continuam

Segundo a corporação, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os demais integrantes da organização criminosa.

A Polícia Civil destacou que a rápida resposta ao caso demonstra a atuação integrada e técnica das forças de segurança no combate aos crimes contra o patrimônio, especialmente aqueles envolvendo furtos e roubos de veículos.

Informações e denúncias podem ser encaminhadas à DEFURV pelo telefone (67) 3309-8020, inclusive via WhatsApp. O sigilo da fonte é garantido.

Policia

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

Homem também a ameaçou de morte enquanto a segurava pelo pescoço

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

3 de junho de 2026

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Uma mulher procurou ajuda da Polícia Militar após ser agredida e ameaçada de morte pelo companheiro durante uma crise de ciúmes, na noite de terça-feira (2), em Coxim.

Segundo boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava na residência do convivente quando ele passou a ofendê-la com palavras de baixo calão e iniciou as agressões físicas com socos e tapas.

Ainda conforme o relato, em determinado momento o homem segurou o pescoço da mulher com força e fez ameaças de morte. "Vou lhe matar, você sabe que eu posso lhe matar, vou meter uma faca em você", teria dito o agressor.

A vítima contou aos policiais que o suspeito mantinha duas facas na janela da residência, utilizadas para travar a abertura do imóvel. Temendo as ameaças, ela conseguiu fugir e correu até a casa do filho, localizada nas proximidades, onde pediu ajuda e acionou a Polícia Militar.

Os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, mas ele não foi encontrado.