quinta, 04 de junho, 2026
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Com tristeza e sentimento de impotência e injustiça, o irmão do policial civil Jorge Silva dos Santos, 50 anos, que foi executado a tiros nesta terça-feira (9), em Campo Grande, falou com revolta sobre a Lei de Abuso de Autoridade que proíbe a utilização de algemas em testemunhas, na manhã desta quarta-feira (10) durante o velório do policial.
“Lei? Tinha de mudar e por causa disso perderam a vida”, disse Marcos Silva de 45 anos irmão de Jorge. O motorista ainda relatou que o policial era reservado, principalmente, por que tinha cisma por causa da profissão, portanto, quase nem saia da sua casa que havia reformado há dois meses. “Agora nem vai poder aproveitar a reforma da casa”.
Ainda sobre o fato do policial ser assassinado por causa da falta de algemas em Ozéias, o motorista afirmou que “Como você coloca dois suspeitos no banco de trás sem algemas, assim fica difícil trabalhar”, concluiu
O policial civil aposentado, Carlos Alberto, com quem Jorge trabalhou nas especializadas da Derf e na Defurv contou ao Jornal Midiamax que a morte do amigo é uma perda irreparável, e que era um policial muito ‘parceiro e inteligente’. Genésio Neves, outro policial aposentado lamentou a morte do colega, “Agora só estamos nos encontrando em velórios”, ressaltou.
Assassinato policiais
Os policiais Antônio Marcos Roque da Silva, de 39 anos e Jorge Silva dos Santos, 50 anos foram executados a tiros na tarde desta terça-feira (9) em Campo Grande. Eles foram assassinados quando investigavam um furto de joias em uma residência na Euclides da Cunha.
Eles foram assassinados com tiros na cabeça, por Ozéias Silveiras Morais,que acabou morto em confronto durante a madrugada desta quarta-feira (10). Willian Duarte Cormelato que estava junto na viatura descaracterizada e era suspeito também do furto acabou encontrado no bairro Guanandi.
Policia
Caminhão avaliado em mais de R$ 110 mil foi levado para a fronteira com a Bolívia após criminosos atraírem vítimas com proposta falsa de transporte.
3 de junho de 2026
A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta última terça-feira (2), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de caminhões na modalidade conhecida como “falso frete”. O crime ocorreu nas proximidades da BR-262, em Ribas do Rio Pardo, e resultou no roubo de um caminhão prancha VW 18.310 Titan, avaliado em aproximadamente R$ 110 mil, além da privação de liberdade de um casal de caminhoneiros por cerca de seis horas.
De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), os criminosos utilizaram um número de telefone falso para entrar em contato com as vítimas, apresentando-se como contratantes de um serviço para transporte de tratores em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo.
Ao chegarem ao local combinado, às margens da BR-262, o casal foi abordado pelos autores, que embarcaram no caminhão. Após percorrerem alguns quilômetros por uma estrada vicinal, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando arma de fogo.
As vítimas foram obrigadas a desembarcar e permanecer em uma área de mata sob vigilância dos criminosos, enquanto um terceiro integrante do grupo assumiu a direção do veículo.
Segundo a Polícia Civil, o caminhão foi conduzido até a região de fronteira com a Bolívia, onde foi entregue ainda durante a madrugada.
Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe da Defurv iniciou diligências e trabalhos de inteligência para identificar os envolvidos.
As investigações levaram à identificação e prisão de B.O.N., de 22 anos, no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande. Na sequência, os policiais localizaram e prenderam G.L.S.R., de 31 anos, apontado como responsável por transportar os criminosos e prestar apoio logístico à ação.
Conforme a Polícia Civil, ambos confessaram participação no crime.
As investigações apontam ainda a participação de outros envolvidos, que teriam sido responsáveis por conduzir o caminhão roubado até o país vizinho.
Durante a operação, os policiais apreenderam um Fiat Uno utilizado no transporte dos suspeitos entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande, além de objetos relacionados à prática criminosa.
A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos investigados já identificados.
Segundo a corporação, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os demais integrantes da organização criminosa.
A Polícia Civil destacou que a rápida resposta ao caso demonstra a atuação integrada e técnica das forças de segurança no combate aos crimes contra o patrimônio, especialmente aqueles envolvendo furtos e roubos de veículos.
Informações e denúncias podem ser encaminhadas à DEFURV pelo telefone (67) 3309-8020, inclusive via WhatsApp. O sigilo da fonte é garantido.
Policia
Homem também a ameaçou de morte enquanto a segurava pelo pescoço
3 de junho de 2026
Uma mulher procurou ajuda da Polícia Militar após ser agredida e ameaçada de morte pelo companheiro durante uma crise de ciúmes, na noite de terça-feira (2), em Coxim.
Segundo boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava na residência do convivente quando ele passou a ofendê-la com palavras de baixo calão e iniciou as agressões físicas com socos e tapas.
Ainda conforme o relato, em determinado momento o homem segurou o pescoço da mulher com força e fez ameaças de morte. "Vou lhe matar, você sabe que eu posso lhe matar, vou meter uma faca em você", teria dito o agressor.
A vítima contou aos policiais que o suspeito mantinha duas facas na janela da residência, utilizadas para travar a abertura do imóvel. Temendo as ameaças, ela conseguiu fugir e correu até a casa do filho, localizada nas proximidades, onde pediu ajuda e acionou a Polícia Militar.
Os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, mas ele não foi encontrado.