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Depoimento de mãe que matou bebê afogada detalha de lesão em órgão genital a ‘chip da besta’

Pai da criança conta que a ex aparentava estar depressiva

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23 de junho de 2021

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Midiamax

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O depoimento prestado pela mulher de 21 anos, presa em flagrante na noite da terça-feira (22) pela morte da filha de 5 meses por afogamento, detalha atos de crueldade que antecederam o crime, além da forma igualmente nefasta como a criança foi assassinada.

A prisão em flagrante ocorreu quando após a mulher sair para visitar amigas com o corpo do bebê, que completou 5 meses de vida no mesmo dia de sua morte. Após as amigas perceberem que a criança não se mexia, levaram-na para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Leblon, onde foi constatada a morte e as lesões na genital da criança.

Durante o depoimento, a mãe confessou o crime e detalhou alguns fatos que explicariam, a princípio, a suspeita de violência sexual: na oitiva, além de revelar a convicção de que um ‘chip da besta’ foi instalado na cabeça da menina durante uma vacinação, a mulher detalhou como a criança foi morta e disse, ainda, que nesperou que o bebê “acordasse novamente”.

No interrogatório, a que o Jornal Midiamax teve acesso, a mulher conta que tem outros filhos além da vítima, mas que não moram com ela, já que ela não trabalha. Para a delegada plantonista que atendeu o caso na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), a jovem contou que não tem vícios e que nem mesmo foi presa.

Lesões no órgão genital

Informada sobre o direito de permanecer em silêncio, a mulher quis responder ao interrogatório e foi questionada sobre as lesões no órgão genital da bebê, que davam indícios de que ela possa ter sofrido estupro de vulnerável. A autora alegou que quando a menina tinha três meses, foi levada em um pediatra, num posto de saúde da rede pública, no qual teria sido informada de que a bebê tinha o canal vaginal fechado. Com isso, a mãe deveria passar um medicamento na criança.

Assim, a mãe acabou afirmando que não tinha condições de comprar tal medicamento, que seria uma pomada. Assim, decidiu utilizar um palito de dente para abrir o canal vaginal da bebê. Ela afirma que teria feito isso apenas uma vez e que nem se lembrava da data. No entanto, negou saber sobre o possível estupro sofrido pela vítima.

‘Chip da besta’

O depoimento traz traços que fazem questionar a sanidade da autora. Sobre o assassinato, a mulher contou que estava tudo bem no decorrer do dia, até que ela decidiu matar a criança, “pois sabia que ela estava com o chip da besta na cabeça”. Para a polícia, a mãe contou que soube disso quando a menina tinha dois meses, “pois viu o sinal da cruz no bairro Guanandi”.

Além disso, a mulher revelou que, para ela, tal ‘chip da besta’ foi colocado na cabeça da menina quando ela tomou as vacinas na maternidade. Com a “necessidade” de matar a bebê, a mulher contou que entrou no banho junto com a filha e colocou a cabeça do bebê no buraco da parede, onde saía água forte, matando a bebê afogada.

Também segundo a mulher, ao perceber que a menina perdia os sentidos, ela teria feito respiração boca-a-boca, mas “notou que não havia mais jeito”. Depois, a mãe ainda se deitou com a criança já sem vida, esperando que ela acordasse novamente, o que não aconteceu. Com isso, ela saiu com a filha de casa e foi encontrar uma amiga.

No encontro, a irmã da amiga percebeu que a criança estava sem vida e elas seguiram para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Leblon, onde foi constatado o óbito. Sobre as lesões e possível estupro de vulnerável, a mulher afirmou não saber o motivo.

Pai esteve na casa

Ao Jornal Midiamax, o pai da bebê contou que esteve na residência da filha ainda na noite de terça-feira, para visitá-la. No entanto, a ex-namorada não chegou a atender à porta. Segundo ele, quando a criança nasceu, a mulher disse que era filha dele, depois alegou que seria filha de outro homem e, por fim, voltou atrás, reafirmando que a filha era dele.

Para o pai, não havia dúvidas, já que a menina “era a cara dele”. Há quase uma semana sem contato com a ex-namorada e sem poder ver a menina, ele disse que foi até à casa dela algumas vezes, mas foi impedido de ver a filha.

Na noite de terça, porém, por volta das 20 horas, ele teria ido novamente: de fora, ele ouviu a mulher com a criança, que chorava, mas nada exorbitante. Ele relatou que das últimas vezes que viu a criança, não percebeu nada de anormal ou sinal de maus-tratos. Pelo contrário: a filha estava saudável e bem cuidada. Já a ex-namorada estaria em um quadro de depressão, inclusive sem tomar banho há alguns dias.

O pai da menina afirmou que a ex era conturbada, que seria usuária de drogas e que também que bebia, mas não deixava de ser uma boa mãe. Segundo ele, nenhum fato anterior teria levantado suspeita do que poderia acontecer com a criança.

A mulher foi presa em flagrante e responde pelo homicídio da filha.

Policia

Quadrilha do "falso frete": Polícia Civil prende suspeitos de roubar caminhão e manter casal

Caminhão avaliado em mais de R$ 110 mil foi levado para a fronteira com a Bolívia após criminosos atraírem vítimas com proposta falsa de transporte.

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3 de junho de 2026

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta última terça-feira (2), dois integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de caminhões na modalidade conhecida como “falso frete”. O crime ocorreu nas proximidades da BR-262, em Ribas do Rio Pardo, e resultou no roubo de um caminhão prancha VW 18.310 Titan, avaliado em aproximadamente R$ 110 mil, além da privação de liberdade de um casal de caminhoneiros por cerca de seis horas.

Casal foi atraído por falso serviço de frete

De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), os criminosos utilizaram um número de telefone falso para entrar em contato com as vítimas, apresentando-se como contratantes de um serviço para transporte de tratores em uma fazenda de Ribas do Rio Pardo.

Ao chegarem ao local combinado, às margens da BR-262, o casal foi abordado pelos autores, que embarcaram no caminhão. Após percorrerem alguns quilômetros por uma estrada vicinal, os suspeitos anunciaram o assalto utilizando arma de fogo.

As vítimas foram obrigadas a desembarcar e permanecer em uma área de mata sob vigilância dos criminosos, enquanto um terceiro integrante do grupo assumiu a direção do veículo.

Caminhão foi levado para a fronteira

Segundo a Polícia Civil, o caminhão foi conduzido até a região de fronteira com a Bolívia, onde foi entregue ainda durante a madrugada.

Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe da Defurv iniciou diligências e trabalhos de inteligência para identificar os envolvidos.

Suspeitos confessaram participação

As investigações levaram à identificação e prisão de B.O.N., de 22 anos, no Bairro Jardim Columbia, em Campo Grande. Na sequência, os policiais localizaram e prenderam G.L.S.R., de 31 anos, apontado como responsável por transportar os criminosos e prestar apoio logístico à ação.

Conforme a Polícia Civil, ambos confessaram participação no crime.

As investigações apontam ainda a participação de outros envolvidos, que teriam sido responsáveis por conduzir o caminhão roubado até o país vizinho.

Veículo utilizado pelos criminosos foi apreendido

Durante a operação, os policiais apreenderam um Fiat Uno utilizado no transporte dos suspeitos entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande, além de objetos relacionados à prática criminosa.

A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos investigados já identificados.

Investigações continuam

Segundo a corporação, as investigações prosseguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os demais integrantes da organização criminosa.

A Polícia Civil destacou que a rápida resposta ao caso demonstra a atuação integrada e técnica das forças de segurança no combate aos crimes contra o patrimônio, especialmente aqueles envolvendo furtos e roubos de veículos.

Informações e denúncias podem ser encaminhadas à DEFURV pelo telefone (67) 3309-8020, inclusive via WhatsApp. O sigilo da fonte é garantido.

Policia

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

Homem também a ameaçou de morte enquanto a segurava pelo pescoço

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

3 de junho de 2026

Mulher é agredida pelo companheiro e foge para casa de filho em Coxim

 

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Uma mulher procurou ajuda da Polícia Militar após ser agredida e ameaçada de morte pelo companheiro durante uma crise de ciúmes, na noite de terça-feira (2), em Coxim.

Segundo boletim de ocorrência, a vítima relatou que estava na residência do convivente quando ele passou a ofendê-la com palavras de baixo calão e iniciou as agressões físicas com socos e tapas.

Ainda conforme o relato, em determinado momento o homem segurou o pescoço da mulher com força e fez ameaças de morte. "Vou lhe matar, você sabe que eu posso lhe matar, vou meter uma faca em você", teria dito o agressor.

A vítima contou aos policiais que o suspeito mantinha duas facas na janela da residência, utilizadas para travar a abertura do imóvel. Temendo as ameaças, ela conseguiu fugir e correu até a casa do filho, localizada nas proximidades, onde pediu ajuda e acionou a Polícia Militar.

Os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, mas ele não foi encontrado.